sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Santos Costa visitou obras de construção de cinco ramais (Machico)

Agilizar o trânsito a leste de Machico






A O secretário regional do Equipamento Social, Luís Santos Costa, visitou, na manhã de ontem, a obra de construção dos ramais 6 a 9, no concelho de Machico. Estes são acessos que estão integrados na empreitada de construção da via rápida Machico/Caniçal - troço entre o túnel da Queimada e o nó do Caniçal.
Estes novos acessos viários têm o objectivo de agilizar os fluxos de tráfego com origem e/ou destino no centro de Machico e o seu acesso à via rápida. Com a construção dos cinco ramais, que têm no total 800 metros de extensão, os sítios do Pé da Ladeira, Pontinha e Serra d’Água passam assim a ter acesso rodoviário, que até então era apenas feito por via pedonal.
Para além de acessos mais cómodos e seguros, a empreitada, da responsabilidade da Secretaria Regional do Equipamento social, através da empresa Concessionária RAMEDM - Estradas da Madeira, SA, vem substituir vias íngremes e de precárias condições de acesso aos núcleos populacionais.
Depois da visita às obras, o secretário regional do Equipamento Social, Santos Costa, explicou que, após a construção da via rápida Machico/Caniçal, foi necessários construir pequenos acessos viários.
Apesar da via rápida já estar em funcionamento há alguns anos, a construção dos ramais «só foi agora possível, porque houve dificuldades em relação aos terrenos, houve casas demolidas e outras que ainda vão ser demolidas para se poder completar os cinco ramais», explicou o governante.
Segundo o secretário regional, os novos arruamentos vão permitir melhorar as acessibilidades à via rápida, havendo uma maior fluidez no trânsito, e ainda irão reestruturar todo o sistema de acessos na costa leste de Machico.
Este é um investimento das Estradas da Madeira no valor de 1.200.000 euros, da Estradas da Madeira.
Santos Costa adiantou ainda que um dos ramais irá se prolongar até ao sítio da Serra de Água e no trajecto há uma habitação que terá de ser demolida, mas a Direcção Regional do Património e a Investimentos Habitacionais da Madeira estão a tratar da questão com o agregado familiar, para que, em breve, a obra possa continuar.


Jornal da Madeira

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