domingo, 13 de junho de 2010

Estátua da Senhora de Fátima fica situada junto à Igreja do Imaculado

Estátua marca visita da imagem peregrina









Largas centenas de pessoas associaram-se, ontem à tarde, à cerimónia de bênção da estátua da imagem da Senhora de Fátima, situada junto à igreja do Imaculado Coração de Maria.

Um estátua que, como salientou na ocasião o bispo do Funchal, que presidiu à cerimónia, representa um "marco histórico" que perpetua a visita da imagem peregrina à Madeira.

"Um sinal de reconhecimento da hora presente e de memória para o futuro", sublinhou D. António Carrilho no decorrer do acto solene.
Um momento vivido com muita emoção pelos fiéis presentes, não só paroquianos do Imaculado Coração de Maria, mas também católicos oriundos de outras freguesias do Funchal. De resto, a grande afluência de pessoas obrigou, inclusivamente, à interrupção do trânsito automóvel nas ruas situadas nas imediações, enquanto decorreu a cerimónia.

O prelado funchalense, que antes celebrou uma missa na igreja local, lembrou que a data de ontem assume um significado especial para os católicos madeirenses, daí ter sido a escolhida para a realização deste cerimónia. Por um lado, porque fez precisamente oito meses que a imagem peregrina chegou à Região, por outro porque a Igreja celebra neste dia a festa do Imaculado Coração de Maria. Sem esquecer que é também a 12 de Junho que a Diocese do Funchal comemora o 496.º aniversário da sua criação.

A estátua, concebida em mármore branco, está situada no jardim anexo ao adro da igreja do Imaculado Coração de Maria. O acto de descerramento foi efectuado por um grupo de crianças da paróquia que recebeu recentemente a primeira comunhão.



DN Madeira

1,8 M€ para conservar Natureza

Novos projectos LIFE: um para Porto Santo e outro para educação ambiental





A Região vai iniciar em breve dois novos projectos na área da Conservação da Natureza, financiados com fundos da União Europeia.
A aposta nos novos projectos por parte da Secretaria Regional do Ambiente e Recursos Naturais, através do Serviço do Parque Natural da Madeira (SPNM), só é possível através do financiamento do Programa LIFE. Tratam-se de um projecto na área da Conservação da Natureza (Programa LIFE NATUREZA) e de outra na área da Comunicação e Sensibilização (LIFE Comunicação) que terão a duração de quatro anos e um orçamento total de 1.8 milhões de euros, financiados, respectivamente, a 75 e a 50%. A confirmação oficial do financiamento foi recebida no final da semana pelas entidades regionais.

Manuel António Correia, secretário regional do Ambiente, mostrava-se visivelmente satisfeito com a notícia. "Num ano especialmente dedicado à biodiversidade, estes novos projectos e competentes financiamentos, reforçam o trabalho do Governo Regional na conservação da natureza do arquipélago e traduzem o reconhecimento pela União Europeia do valor do património natural da Região e a sua confiança na gestão que a Madeira dele faz", disse ao DIÁRIO.

Um dos projectos, aquele que terá o orçamento mais elevado (1 milhão e 200 mil euros) intitula-se "Travar a perda de biodiversidade europeia através da recuperação dos Ilhéus do Porto Santo e área marinha adjacente". Apoiado no âmbito do LIFE Natureza, tem como objectivo "inverter o estado de degradação que estes espaços apresentam, melhorando o estado de conservação das espécies prioritárias dos Anexos das Directivas Comunitárias, que aí ocorrem. Este projecto irá promover ainda a visitação ao Ilhéu de Cima o que constituirá mais um pólo de atractividade do destino Porto Santo, enquanto local para férias activas e ligadas à natureza."
O outro projecto será o primeiro da Região no âmbito do LIFE Comunicação e tem como tema 'Comunicando para a sustentabilidade socioeconómica, usufruto humano e biodiversidade em sítios da rede Natura 2000 no arquipélago da Madeira'. Este projecto, orçado em 600 mil euros, tem como propósito " promover e reforçar a compatibilidade entre o desenvolvimento das actividades sócio-económicas e culturais, como a pesca, agricultura e turismo de natureza, e a gestão das Reservas Naturais, áreas classificadas, habitats e espécies listadas nos anexos das directivas que sustentam a Rede Natura 2000. Este projecto contribuirá ainda para melhorar a capacidade que existe para orientar e receber turistas nas nossas áreas protegidas, de uma forma integrada e regrada, contribuindo para o sempre obrigatório desenvolvimento sustentado e sustentável", acrescenta o descritivo do mesmo.

Além do trabalho que será desenvolvido pelo SPNM, beneficiário principal dos dois novos projectos, haverá uma parceira com a Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves, organização não governamental que tem sido parceira do Parque Natural em iniciativas LIFE anteriores.
No caso do projecto a ser desenvolvido no Porto Santo estarão também envolvidas outras entidades, nomeadamente as direcções regionais das Florestas e do Ambiente.

14 projectos em 20 anos


Desde o início da década de 90, o Parque Natural já foi beneficiário principal de 14 projectos LIFE, tendo estado directamente envolvido noutros nove. O número mostra que a Região tem tido uma boa capacidade de execução e orientação para atingir os objectivos propostos. Aliás, o reconhecimento do bom trabalho da Região e do SPNM a este nível ficou bem patente no final do ano passado com O projecto de conservação da Freira da Madeira a ser considerado um dos melhores projectos LIFE-Natureza de 2007-2008.

Para os responsáveis, os projectos LIFE têm também contribuído de forma decisiva para o bem sucedido esforço de Conservação da Natureza que a Região tem vindo a desenvolver ao longo das últimas décadas. Com estes dois projectos agora aprovados o envolvimento financeiro gerado desde 2001, ao nível do programa LIFE pelo SPNM, é da ordem dos 5,5 milhões de euros.



DN Madeira

Renováveis garantem luz a todos e poupam 10 milhões

Abril 2010 fica para a história. A produção a partir de fontes renováveis já garante toda a energia necessária ao consumo doméstico da Região






A Madeira atingiu no final de Abril um objectivo histórico, já que a produção de energia a partir de fontes renováveis foi suficiente para garantir o consumo do sector residencial doméstico.

Depois de ter fechado o último ano com uma contribuição das fontes renováveis que ascendeu a 23% do total da energia produzida, a Empresa de Electricidade da Madeira fechou os primeiros quatro meses do ano com um contributo da água, sol e vento que garantiu 32,7% da produção de energia.
Pese o facto do temporal de Fevereiro ter provocado constrangimentos, restrições e limitações no sistema eléctrico, nomeadamente nas linhas de transporte e distribuição de energia, nos canais de abastecimento de água às centras hídricas e no funcionamento, em plena carga, dos parques eólicos, a produção de energia com origem renovável atingiu um valor de referência nunca antes conseguido.

Para este bom desempenho contribuiu a componente de energia hidroeléctrica, que representou nos primeiros quatro meses 21,3% do total de energia emitida, logo seguida da eólica (7,6%) e de outras fontes renováveis (3,8%).

Deste modo, no primeiro quadrimestre de 2010 a produção de 'energia verde' assegurou as necessidades de todo o consumo do sector residencial (doméstico) da Região, algo impensável de operacionalizar num tão curto espaço de tempo.

Mais de um terço renovável

Para o bom desempenho obtido contribuiu o modelo de desenvolvimento que vem sendo aplicado na Região, suportado, em grande medida, em projectos combinados de energia hídrica e eólica, que tem feito progredir significativamente a penetração da componente renovável no mix total de produção.
As 'renováveis' têm maior penetração na Madeira, pois garantem 33,5% de toda a energia, enquanto no Porto Santo a conciliação entre a produção intermitente do sol e do vento e as necessidades de sustentabilidade da rede só permitiram o contributo de 9,6% a partir dessas fontes.

Para melhor se avaliar do feito histórico registado pela EEM, nunca a produção térmica teve um peso tão baixo (67,3%), o que significa que a Madeira está a potenciar uma boa utilização dos seus recursos hídricos, ainda que dependentes de anos hidrológicos bons ou maus.

O contributo de 21,3% da água na produção de energia é o registo mais alto desde 1987, situando-se ao nível dos valores habituais do segundo quartel do século XX.
Na estratégia política definida por Cunha e Silva - o vice-presidente do Governo Regional tem a tutela da energia - o objectivo primeiro é assegurar menos emissões poluentes, encontrando soluções que possam reduzir a dependência da importação de derivados de petróleo e consequentemente do valor da factura energética.
Menos emissões e importações

A produção de energia a partir da água, vento e do sol permitiu à Região, em apenas quatro meses, evitar a emissão de 69.400 toneladas de dióxido de carbono (CO2) e a importação de 22.920 toneladas de fuel.

Em termos monetários, e considerando as cotações correntes, as emissões de poluentes evitadas pela produção renovável no primeiro quadrimestre de 2010, representaram uma poupança de 1,1 milhões de euros em aquisições de licenças de emissão de CO2 e uma economia de cerca de 9,07 milhões de euros com a redução de importações de derivados de petróleo.

Tal como destaca ao DIÁRIO Rui Rebelo, o presidente da Empresa de Electricidade da Madeira "os projectos actualmente em curso, ou em fase final de lançamento de concurso, vão, seguramente, conduzir a que as metas ambientais definidas pela Região sejam antecipadamente atingidas e mesmo superadas".

Diz o gestor público, que "a aposta para este ano passa pela transformação do sistema hidroeléctrico da Calheta (30MW), a instalação de um parque eólico de cerca de 5MW, bem como de dois parques fotovoltaicos de 15MW e ainda a instalação de uma unidade de produção de biocombustível, que reforçam e evidenciam, de forma inequívoca, o empenho e o compromisso da Madeira para um futuro mais sustentável do ponto de vista ambiental e económico".

Segundo Rui Rebelo é possível "afirmar hoje, ainda com um maior nível de certeza, que a Madeira vem trilhando 'step by step' um caminho rumo à sustentabilidade para uma sociedade com menor intensidade de carbono".

Nos primeiros quatro meses do ano foram produzidos 304,8 GWh de energia, sendo que 9,8 foram produzidos no Porto Santo. A produção renovável atingiu os 99,6 GWh, com maior contributo da hídrica (64,8) e eólica (23,1).

Dez centrais hidroeléctricas garantiram 21% da produção de energia

A Madeira tem dez centrais hidroeléctricas cuja contribuição produtiva, nas últimas duas décadas, oscilou entre quinze e trinta por cento da produção total anual, tendo registado o ano passado uma produção nominal nunca antes obtida e registando uma penetração nos primeiros quatro meses deste ano que desde 1987 não era conseguida.

A mais antiga das centrais foi construída em 1953, na Serra de Água, fazendo parte da primeira fase dos aproveitamentos hidroagrícolas realizados na década de cinquenta, que levou à construção da Central da Calheta que equipada com três grupos de diferentes quedas, foi posteriormente ampliada com um quarto grupo em 1978.

A Central da Ribeira da Janela foi a primeira das duas centrais hidroeléctricas construídas na segunda fase do plano hidroagrícola. Tendo ficado concluída em 1965, a sua contribuição média anual é de cerca de 8 Gwh.

Já a Central da Fajã da Nogueira foi a última construída na segunda fase do plano hidroagrícola iniciado na década de cinquenta.
O Aproveitamento de Fins Múltiplos dos Socorridos é, seguramente, uma das maiores obras hidáulicas construídas na Região, a central hidroeléctrica dos Socorridos entrou em funcionamento em 1994, tendo uma contribuição média anual de 40 GWh.

A Central da Calheta de Inverno foi construída em 1992, com o objectivo de aproveitar os caudais excedentários ao abastecimento público e garantidos pelos caudais já turbinados na Central da Calheta, com a contribuição média anual desta central a situar-se nos 20 Gwh. Referência, ainda, para a Central do Lombo Brasil, uma mini-hídrica com uma potência efectiva de 150 kW, de funcionamento automático e não acompanhado.

Referência, ainda, para a Central da Fajã dos Padres é um aproveitamento hidroagrícola de iniciativa privada. Com um único grupo de 1700 kW, esta central funciona em modo automático, arrancando quando há água disponível e suspendendo a sua actividade quando aquela falta.




DN Madeira

João Egídio premiado em Santarém

Feira Nacional de Agricultura assinalou 25 anos de presença consecutiva






João Egídio, muito conhecido entre nós pelas decorações florais de sua autoria, foi homenageado anteontem, em Santarém, pela sua 25ª presença consecutiva na Feira Nacional de Agricultura.
No pavilhão da Madeira, da responsabilidade da Secretaria Regional de Recursos Naturais e Ambiente (SRRNA), decorado com flores exóticas e produtos da Região Autónoma, João Egídio foi anteontem surpreendido com a presença do Presidente da República, que esteve em visita oficial ao certame que se realiza na capital escalabitana desde há 51 anos. Ocasião também para a organização da Feira Nacional de Agricultura homenagear João Egídio, autor de dezenas de decorações que, anualmente, recebem os elogios unânimes dos visitantes e chamam a atenção para a nossa terra. Foi-lhe entregue uma placa em prata, na qual está registado o facto do nosso conterrâneo ter marcado presença naquela feira em 25 anos consecutivos. Um facto relevado por todos, que fizeram questão de felicitar João Egídio.
A Madeira está representada a nível governamental em Santarém. A feira termina hoje e na opinião do homenageado, que desde há um quarto de século pontua com a sua presença em Santarém, foi a feira mais concorrida de sempre. Não só de visitantes, mas também de expositores e de eventos que movimentaram na capital do Ribatejo muitos milhares de pessoas.

A SRRNA contou com a cooperação de diversas empresas regionais, quer públicas, quer privadas, que possibilitaram o envio para exposição de diversos produtos do arquipélago e que têm origem na agricultura, nomeadamente de bens alimentares. Desde as massas da Companhia Insular às bolachas da tradicional Fábrica de Santo António e aos produtos da Santagro, esteve em exposição em Santarém um portfólio interessante das produções regionais, que ombrearam com as famosas estrelas da nossa exportação, casos do vinho Madeira, do bolo de mel, dos licores e do mel de cana. A isso juntaram-se os bordados e as flores, que contribuíram para o magnífico cenário que anualmente João Egídio monta com mestria e bom gosto.



DN Madeira

Madeirense lidera novo 'resort' da Starwood em Oran (Argélia)

Norberto de Sousa deixou Portugal e assumiu a direcção do novo 'Le Méridien Oran'








O madeirense Norberto de Sousa, que iniciou a sua actividade profissional no antigo Hotel Madeira Sheraton (hoje Pestana Madeira Carlton), há cerca de 30 anos, foi nomeado director-geral do novo 'Le Méridien Oran Hotel & Convention Centre', localizado na cidade de Oran, na Argélia.
O novo estabelecimento da cadeia multinacional Starwood, de origem norte-americana, que detém conhecidas marcas de luxo, como Sheraton, Le Méridien, The Luxury Collection, St. Regis e Westin, está situado a sete quilómetros da segunda cidade mais importante da Argélia (a capital é Argel) e a cerca de 23 quilómetros do Aeroporto Internacional de Es-Senia. O investimento é do grupo argelino 'Sonatrach', dedicado à exploração e comercialização de petróleo e gás, principais produções deste país da África do Norte.

Norberto de Sousa tem registado uma carreira meritória no grupo hoteleiro norte-americano. Entre as últimas posições que ocupou destacam-se a de director-geral do Hotel Sheraton na Cidade do México e do Westin Campo Real Golf Resort & Spa, um luxuoso 'resort' de cinco estrelas, no Turcifal, concelho de Torres Vedras, a cerca de 40 quilómetros da cidade de Lisboa. Esta foi a segunda vez que Norberto de Sousa ocupou funções de direcção hoteleira em Portugal, depois de na década de oitenta ter sido sub-director do então Hotel Madeira Sheraton. A saída de Portugal, agora depois de cerca de três anos de actividade, verificou-se numa ocasião em que a Starwood decidiu também abandonar a gestão do Hotel Campo Real, um complexo de luxo com 151 quartos e um campo de golfe de nove buracos, que tinha sido inaugurado pelo nosso conterrâneo. Essa prática deve ter ajudado a companhia hoteleira a convidar Norberto de Sousa para nova 'empreitada' de abertura, agora num país do Magrebe.

A nova unidade hoteleira, classificada de cinco estrelas, é o segundo empreendimento explorado pela Starwood em território argelino. Está já em funcionamento o Sheraton Al Argel, na capital, e para a cidade de Oran está programada uma terceira unidade, também com essa marca, que se denominará 'Sheraton Oran Hotel & Towers' desenvolvida em altura.

O novo hotel que Norberto de Sousa irá abrir este ano na Argélia, caracteriza-se por uma arquitectura contemporânea, mistura de influências árabes e hispânicas.
A abertura de dois hotéis na cidade de Orão, na costa mediterrânica da África do Norte, é uma resposta à grande procura que a região tem registado nos anos mais recentes. Não obstante a crise implantada nos países da Europa do Sul, os países árabes do Mediterrâneo e do Golfo Pérsico, nomeadamente os Emirados, são hoje a base de uma clientela crescente, tal como tem acontecido com os investidores, cada vez mais oriundos desses países. Contudo, é grande a esperança das autoridades argelinas em conquistar os turistas provenientes de mercados ocidentais europeus, nomeadamente do Reino Unido, França e Itália.

DN Madeira

Conjunto Académico João Paulo Antigamente







Grande Homenagem ao Sérgio Borges& Conjunto Académico João Paulo.







Referência inquestionável da música madeirense, Sérgio Borges será homenageado pela nova geração de artistas da Madeira, que estará, no próximo dia 3 de Julho, às 21 horas, no Teatro Municipal Baltazar Dias, em concerto de homenagem ao artista e ao seu grupo, o Conjunto Académico João Paulo.


Vânia Fernandes, Miguel Pires, Sofia Relva, Paulo Freitas, Bruno Airaff, Rubina Fernandes, Maria da Paz e Sarah Borges, entre outros convidados surpresa voltam a dar vida a temas como “Milena” e “Eu tão só”, sob direcção artística de Barroco Azevedo e Georgy Titov, no espectáculo pensado pela 4EVART – organização e produção de eventos, de Daniel Borges e João Almeida, responsável pela dinamização de espectáculos.
Assim, no próximo dia 3 de Julho, os artistas referidos vão cantar temas de Sérgio Borges e o Conjunto Académico João Paulo. «Será uma viagem desde os anos 60 até à actualidade num evento repleto de glamour que promete marcar a memória dos presentes», garante Sofia Relva, da organização, em declarações ao JM.


Em suma, «em 2010 surge a tão merecida homenagem a um grupo que fez história a nível nacional», que começou como um grupo musical de liceu e tornou-se na primeira banda a lançar um LP, a ter clube de fans e a utilizar guitarra eléctrica na TV em Portugal». E que, tantos anos após terem terminado como grupo, ainda hoje dão que falar, como demonstrou o facto de a colectânea de êxitos lançada em 2008, ter esgotado nas lojas FNAC.
Recorde-se ainda que Sérgio Borges, nascido na Madeira a 18 de Outubro de 1944, foi o primeiro madeirense a participar no Festival RTP da Canção (em 1966), com o tema «Eu nunca direi Adeus», que conquistou o segundo lugar e que acabou por ser editado num disco do Conjunto Académico João Paulo.


Com vários sucessos na carreira, é também de lembrar que, em 2005, foi um dos homenageados com o Galardão da Cultura atribuído pelo Governo Regional.
Agora, em 2010, Sérgio Borges volta à ribalta, nas vozes de artistas que o idolatram.


Jornal da Madeira