quarta-feira, 16 de junho de 2010

Jet2.com terá mais dois voos regulares para a Madeira em 2011

Companhia britânica reforçará a rota de Manchester e abrirá Leeds




A companhia aérea britânica de baixo custo Jet2.com anunciou na semana passada a realização de mais dois voos regulares do Reino Unido para a Madeira. Um de Manchester, de onde a transportadora iniciou um voo semanal no passado dia 3 de Maio, e outro do Leeds/Bradford.

Segundo sabemos a decisão da Jet2.com surge face à grande procura que existe na rota de Manchester para a Madeira, que passará a ter dois voos semanais a partir do Abril de 2011, às segundas e às sextas-feiras, e ao facto de Leeds ser um mercado interessante, já que se prevê uma retoma dos clientes tradicionais da nossa ilha, já a partir do próximo Inverno. O voo começará em Fevereiro de 2011 e realizar-se-á às segundas-feiras. Em todas estas ligações a companhia britânica utilizará aviões Boeing 737-300 com capacidade para 148 passageiros. As reservas e vendas de bilhetes já estão abertas no site da empresa (www.jet2.com).
Estas rotas são apoiadas pelo Programa 'Initiative:pt', no âmbito da parceria entre a ANAM, o Turismo de Portugal e a Associação de Promoção da Madeira.
Aquando da abertura da linha de Manchester, no mês passado, o secretário de Estado do Turismo tinha afirmado que a entrada de mais uma companhia na Madeira é o culminar de três anos de negociações e de trabalho "articulado" entre governos da República e Regional que vem reforçar a oferta junto de um mercado importante para a Madeira. "A nossa determinação é que este trabalho possa continuar no futuro próximo com outras iniciativas", observara Bernardo Trindade.

Nessa mesma oportunidade a directora regional do Turismo, Raquel França, apontou para uma continuidade do trabalho desenvolvido nos mercados tradicionais, apontando por outro lado o que estava igualmente a ser feito junto de companhias aéreas e de operadores turísticos nos mercados emergentes da Federação Russa, Polónia e Estónia.

A entrada de turistas britânicos na Madeira sofreu nos últimos doze meses uma queda de cerca de 20% por factores que são, de certo modo, exteriores a este destino, e que se devem sobretudo à crise verificada no Reino Unido, onde a venda de pacotes de férias desceu de forma significativa, nomeadamente para destinos de maior qualidade e de preço superior aos massificados das praias mediterrânicas e das ilhas espanholas.

O reforço das ligações para a Madeira por parte da Jet2.com deixa antever uma melhoria na oferta de voos e potencia a retoma do mercado, quer para a hotelaria tradicional, quer para os empreendimentos de 'time-sharing' e de habitação turística, que, também, no últimos dois anos, têm sofrido quebras.

Todas as entidades envolvidas no processo de captação de novas rotas para a Madeira - ANAM, Secretaria de Estado do Turismo e Associação de Promoção da Madeira - continuam empenhadas em negociações que poderão a curto prazo resultar em novos anúncios de mais rotas para a Região Autónoma de aeroportos europeus.

A Jet2.com é propriedade do grupo Dart Group, PLC, cotado na Bolsa de Valores de Londres (Stock Exchange). No ano passado a companhia transportou oito milhões de passageiros e facturou 505 milhões de euros.

A Jet2.com tem 30 anos de existência, vende actualmente cerca de 87% dos seus bilhetes na Internet, através do seu site e é considerada uma das companhias mais pontuais do Reino Unido.


DN Madeira

'Excellence III' no porto






De regresso à Região, em escala de reabastecimento, esteve o megaiate de luxo 'Excellence III'. Procedente do porto de Port Everglades, na Florida, deu entrada na Pontinha ao final da tarde de anteontem, zarpando pelas 07h00 de ontem com destino ao Mediterrâneo.

A exemplo da maioria dos megaiates que aportaram recentemente ao porto do Funchal, o 'Excellence III' operou nos últimos seis meses nas Caraíbas em regime de charter, regressando agora à Europa, onde irá permanecer até ao final de Setembro.

Construído em 2001 nos estaleiros A&R Donald Starkey, mede 57,3 metros de comprimento e 10,70 de boca (largura).

Está equipado com dois motores CAT de 1.400 Km que lhe conferem uma velocidade de cruzeiro na ordem dos 14 nós. Já no que respeita às telecomunicações existentes a bordo, está equipado com sistemas de satélite para comunicações e internet.

Ao nível das acomodações está equipado com seis suites 'master' podendo receber um total de 12 hóspedes. Todas as suites estão equipadas com plasma e sistema de comunicações e sistema de som 'suround'. Ao nível da tripulação, a mesma é constituída por 14 elementos.

Com um custo semanal de aluguer na ordem dos 300.000 euros, os clientes podem usufruir de vários equipamentos de diversão e desportivos, destacando-se duas embarcações de 7,5 metros, duas motos de água, várias pranchas de windsurf, dois caiaques, equipamento para a prática da pesca à cana, equipamento de mergulho subaquático, entre outros.

Refira-se, por fim, mais uma escala do navio butaneiro 'Ocean Primero' no Centro Logístico de Combustíveis da Madeira. Procedente do porto de Leixões, este navio, que navega com bandeira britânica, tem chegada anunciada para as 09h00 de hoje onde procederá à trasfega de 1.600 toneladas de gás, 800 de gás propano e, as restantes, de gás butano.

O final desta sua escala na Região prolongar-se-á até às 08h30 de amanhã, zarpando com rumo ao porto de Sines.


DN Madeira

Bordadeiras Antigamente

Paul Anka - Lonely Boy




Lyrics/Letra


I'm just a lonely boy
Lonely and blue
I'm all alone
With nothin' to do

I've got everything
You could think of
But all I want
Is someone to love

Someone, yes, someone to love
Someone to kiss
Someone to hold
At a moment like this

I'd like to hear
Somebody say
I'll give you my love
Each night and day

I'm just a lonely boy
Lonely and blue
I'm all alone
With nothin' to do

I've got everything
You could think of
But all I want
Is someone to love

Somebody, somebody
Somebody, please
Send her to me
I'll make her happy
Just wait and see

I prayed so hard
To the heavens above
That I might find
Someone to love

I'm just a lonely boy
lonely and blue
I'm all alone
With nothin' to do

I've got everything
You could think of
But all I want
Is someone to love

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Andamento das obras no Estadio dos Barreiros




DN Madeira

Feira do Pão do Clube Lions do Funchal revelou-se, uma vez mais, um sucesso








Terminou ontem, com os expositores completamente vazios , a 21.ª edição da Feira do Pão Regional, organizada pelo Lions Clube do Funchal.
Segundo o seu presidente, João Maria Marques de Freitas, o evento revelou-se, uma vez mais, um «sucesso» para a organização que vê, neste tipo de iniciativa, uma forma de angariar fundos para obras sociais.
«A afluência e o movimento que esta feira teve foi realmente excepcional», revelou o responsável, apontando a actuação do Grupo de Fados de Coimbra como um dos pontos altos deste evento. «Por conta dos Fados de Coimbra passaram na noite de sábado por aqui milhares de pessoas e isso foi muito bom para o sucesso da nossa feira».
A “lamentar”, pode-se dizer, esteve apenas o facto do pão que estava à venda não ter chegado para tanta procura. Se mais pão tinha, mais teria o clube teria vendido.
Embora a procura tenha sido bastante grande, Marques de Freitas explicou, a este respeito, que pouco mais poderá fazer uma vez que se trata de pão caseiro, isto é, «o pão caseiro não pode ser feito, de uma só vez, em grandes quantidades».
«Como sabemos, um forno a lenha caseiro leva, em média, entre 20 a 30 pães. Mesmo contando com duas ou três pessoas de uma localidade não conseguimos assim tantos pães. Por isso contamos com a ajuda do Desenvolvimento Rural que conhece as pessoas que fazem pão caseiro e ainda com o apoio daquelas pessoas que já fornecem pão à nossa feira já há muitos anos», esclareceu o presidente do Lions Funchal.
Marques de Freitas adiantou ainda, a respeito dos pães vendidos neste certame, que a grande variedade apresentada ao público deve-se também às câmaras municipais que aceitam colaborar com o Lions.
«Por exemplo, a Câmara Municipal do Porto Santo envia-nos sempre uma caixa com os bolos típicos da ilha, as chamadas “capelas”», frisou o responsável.
Satisfeito com o nível de qualidade que esta feira atingiu, o presidente garantiu que a feira é para continuar já que, para além da componente tradicional, tem também a parte social, através da qual resultam receitas que vão ajudar nas acções de solidariedade levadas a cabo pelo clube. «Este ano, para além de termos apoiado os nossos bolseiros (atribuímos 8.320 mil euros), ajudamos também as famílias que foram afectadas pelo mau tempo em Fevereiro», lembrou Marques de Freitas.

Concurso premiou bolos feitos por amadores e profissionais

Tal como acontece todos os anos, nesta feira há um concurso de bolos ao qual podem concorrer amadores e profissionais. Este ano, na categoria “amadores” participaram quatro concorrentes, enquanto que na categoria dos “profissionais” concorreram oito.
Depois de avaliados pelo júri, sagraram-se vencedores (na categoria dos “profissionais”), em primeiro lugar, a Mansão do Pão; em segundo o Hotel Pestana Bay e, em terceiro, a Pastelaria Marmeleiros, Livramento e Ceres.
No que respeito aos “amadores”, cujo concurso decorreu na parte da tarde de ontem, o júri elegeu, para primeiro lugar o bolo de tâmara de Pilar Jardim; para o segundo lugar o bolo de côco de Paula Góis e, por fim, em terceiro lugar, o bolo de maçã de Teresa Baltazar.


Jornal da Madeira

Madeira é destino mais atractivo para continentais

Pacotes de férias para as regiões estão mais em conta do que para ilhas espanholas








As ilhas dos Açores e da Madeira constituem a maioria das propostas de turismo interno disponibilizada online pelas agências de viagem para os meses de Julho e Agosto, sendo que o pacote de sete noites mais económico que a Agência Lusa encontrou para cada um dos destinos em hotel de quatro estrelas custa por pessoa 450 e 600 respectivamente, em regime de alojamento e pequeno almoço.
As ilhas portuguesas concorrem com as espanholas e, à data da pesquisa, as principais promoções disponibilizadas para Palma de Maiorca com a viagem e sete noites de alojamento em hotel de quatro estrelas, em regime de meia pensão, custam cerca de 700 euros por pessoa, mais 150 do que os Açores e 100 do que a Madeira.

Proximidade espanhola é única vantagem

Porém, a par com a proximidade, as ilhas do país vizinho têm a vantagem de beneficiar de várias ligações aéreas ‘low-cost’ a partir dos principais aeroportos portugueses, que permitem aos turistas viajar a baixo custo e obter preços bastante competitivos no alojamento, que, de acordo com o Hotel Price Index Hotéis.com, sofreram uma quebra de 23 por cento no quarto trimestre de 2009 face ao ano anterior. Neste aspecto, também a Madeira leva vantagem em relação aos Açores, visto ter em ligação diária com Lisboa a companhia “Easyjet”.
O Presidente da República manifestou-se no passado sábado preocupado com a “grave” situação económica de Portugal, e apelou aos portugueses para que façam férias "cá dentro", para ajudar a inverter e ultrapassar a difícil situação em que o país se encontra.
De acordo com as contas feitas esta semana pelo Jornal de Negócios, os estrangeiros deixam em Portugal 2,5 vezes mais dinheiro do que os portugueses que fazem férias lá fora.
Segundo os dados do Banco de Portugal, em 2009, os turistas estrangeiros gastaram 6.918 milhões de euros com viagens e turismo a Portugal face aos 2.712 milhões de euros gastos o ano passado pelos portugueses em viagens e turismo ao exterior.

Algarve menos atractivo do que as Caraíbas

Uma semana de férias no Algarve, o destino nacional de eleição dos portugueses, num hotel de cinco estrelas, custa a um casal mais de 1.500 euros em regime de alojamento e pequeno almoço (APA), mas se optar por uma viagem até às Caraíbas consegue viajar com tudo incluído por 2.000 euros. Por mais 500 euros, um casal pode viajar até às águas quentes da República Dominicana (Punta Cana), México (Riviera Maya) ou Venezuela (Ilha Margarita) e passar sete noites (nove dias) num hotel de cinco estrelas com todas as despesas de alimentação e de transportes incluídas.
Se se considerar as despesas das refeições de sete dias e a deslocação para as praias do Algarve, será difícil competir com os pacotes de praia e de sol mais distantes.



Jornal da Madeira