sábado, 10 de abril de 2010

Troféu simboliza o renascer do destino

Entregue ontem aos vencedores da 54ª Exposição floral da “Festa da Flor” 2009







A O secretário regional do Ambiente e Recursos Naturais sublinhou esse facto e, na realidade, os troféus da exposição floral da Festa da Flor entregues ontem aos vencedores da edição de 2009 não poderiam simbolizar melhor o que a Madeira pretende com a edição deste ano das festividadse em honra das flores. Dos calhaus na base, a simbolizar o mau tempo do dia 20 de Fevereiro, emerge vencedor uma flor, um jarro.
Cada um dos vencedores recebeu esta obra de arte da autoria de João Egídio. São troféus alusivos aos concursos temáticos de floricultura integrados na 54ª Exposição Floral da “Festa da Flor”, que decorreu de 23 a 28 de Abril de 2009.
Nos concursos, divididos em três grandes áreas temáticas: “Flores Cortadas ou Hastes”, “Plantas Vivas em Vaso” e “Arranjos Florais”, foram avaliadas 28 sub-categorias técnicas, e distinguidos 19 floricultores e empresas do sector, os quais, no seu conjunto, obtiveram um total de 82 prémios.
São prémios atribuídos que decorreram da ponderação de vários atributos, com destaque para o aspecto geral, onde se inclui o volume, a cor, o vigor e o estado sanitário da folhagem e flores, e a raridade dos exemplares apresentados. Além disso, os prémios expressam o reconhecimento da excelência e qualidade técnica das produções patenteadas pela generalidade dos concorrentes amadores e profissionais. Os primeiros, empenhados cultores de uma paixão genuinamente madeirense por plantas e flores, e os segundos, floricultores competentes que vêm alicerçando um dos mais prestigiados e valiosos sectores da actividade agrícola regional.
Ao conjunto de prémios conferidos a cada participante corresponde o já referido troféu.


Jornal da Madeira

Estudante quer pessoas a florir o Funchal

Durante a Festa da Flor a realizar entre os próximos dias 15 e 18 ´







A secretária regional do Turismo e Transportes gostava que os madeirenses, e particularmente os residentes na cidade do Funchal, estejam sensíveis para engrandecer ainda mais a Festa da Flor. Conceição Estudante quer que a capital da ilha se apresente vestida de flores. Muitas, muitas flores, além das que normalmente estão na cidade e em maior quantidade durante as festividades.
A governante, que falava durante a conferência de imprensa de apresentação da Festa da Flor que se vai realizar na Madeira entre os próximos dias 15 e 18 de Abril, sublinhou que muitos pequenos contributos, em actos como uma flor na lapela, a decoração de varandas e nas montras, resultarão num grande contributo.
Aproveitando a presença dos jornalistas, procurou sensibilizar os madeirenses para a necessidade de mais este gesto de solidariedade, que se junta ao que fizeram depois do mau tempo do dia 20 de Fevereiro último. Na prática, será o complemento do primeiro e irá ao encontro da pretensão do Governo em marcar o que diz ser o relançamento do destino Madeira, que se manteve de pé, mas que necessitou de algumas afinações para ultrapassar contratempos.
Agora, a governante deixa bem claro que a Madeira quer atenuar a imagem e mostrar a total operacionalidade do destino turístico.
Além do convite às “flores pela cidade”, a secretária regional não quis deixar de lançar um outro repto para que as pessoas não estragem o Muro da Esperança, depois da cerimónia, nem os carros alegóricos, depois do cortejo, tal como acontece nos anos anteriores. A ideia é deixar a cidade mais florida do que nunca.
Em relação à edição deste ano da Festa da Flor propriamente dita, não quis deixar de acentuar o carácter simbólico que representa para a Madeira. Isto porque, além do cartaz turístico que é (traduzido nas previsões de ocupação hoteleira de 83%, semelhantes às de 2009) vai assinalar a recuperação e a afirmação dos madeirenses perante si próprios e perante o mundo como o exemplo de tenacidade e capacidade de reconstrução.
Não obstante, não quis deixar de vincar que desde a primeira hora o Turismo da Madeira procurou contrariar as imagens negativas que os media empolavam e que surgiam ao mundo como o todo de uma parte. Neste domínio, além do trabalho interno, recordou a coesão existente no sector em torno da atitude e da mensagem, a qual gostava de ver continuada.
A Festa da Flor de 2010 começa na próxima quinta-feira com a exposição “Seiva Azul” no espaço Infoarte da Secretaria Regional do Turismo e Transportes, com os tapetes de flores, com a abertura da 55ª exposição da Flor e com a animação da baixa citadina que contará com cinco grupos folclóricos.
No sábado será a cerimónia do Muro da Esperança, com 1.350 pessoas, e, no domingo, haverá o momento alto da festa com o Cortejo alegórico, com 1.300 pessoas, distribuídas por nove grupos, aos quais se juntarão um grupo de crianças que irão abri-lo.
Conceição Estudante refere que além do investimento da secretaria regional de 310 mil euros na Festa da Flor “há um grande investimento de vontades”.



Jornal da Madeira

Geringonça mostra Madeira em flor








A Associação de Animação Geringonça vai levar 180 elementos a desfilar no Cortejo da Flor, a maioria dos quais, crianças. Será o penúltimo grupo a sair no desfile ficando a abertura, como sempre, a cargo do decorador madeirense João Egídio.
Em declarações prestadas ao JM, Xavier Barros, presidente da direcção explicou que “preparar este cortejo é mais complicado que o do Carnaval porque vão mais pessoas e crianças, o que exige um cuidado redobrado em termos de logística”. Um dos segredos para fazer andar o projecto é haver um pouco de “carolice” e “ir sabendo lidar com as pessoas”.
Os elementos que vão participar comparticipam com uma percentagem, por forma a compensar a enorme despesa que é organizar um desfile com esta envergadura.
Xavier Barros tem gosto em receber as pessoas mas reitera que a verba cedida pela Secretaria Regional do Turismo e Transportes não dá para tanto, além do tempo que é preciso para confeccionar os fatos, sapatos e adereços
O responsável salienta o esforço que estas pessoas fazem após um dia de trabalho para irem ensaiar mas sublinha que “vale a pena”. Todos os anos, a Geringonça fica sempre com uma lista de espera, sobretudo, crianças. Só o grupo permanente ronda as 150 pessoas, abrem depois 20 a 30 vagas.
Destaca, também, o trabalho de bastidores e o esforço da equipa desde Fernanda Rodriges, número dois da direcção, passando pelo coreógrafo, costureiras e demais colaboradores. “É assim que a Geringonça tenta brilhar, todos os anos, o melhor possível”, frisou, advertindo: “Faça como nós, divirta-se”.

“A minha terra
Madeira em flor”


Paulo Marques, coordenador do projecto e membro da direcção confessou que as ideias surgem quando “chego a casa e começo a pensar o que vou fazer a partir do tema, depois começo a fazer um apontamento e vejo qual é a ideia mais viável ao nível de adereços, pormenores e de custos, principalmente”.
O tema proposto pela Secretaria Regional do Turismo e Tranportes para a edição deste ano da Festa da Flor é a “Terra”. A Gerigonça escolheu o sub-tema “A minha terra Madeira em flor”. O objectivo é “enquadrar a Madeira no planeta terra”, explicou Xavier Barros. Esta ligação é feita com as crianças, as flores e o ambiente. O grupo vai levar no desfile um pouco de tudo o que é regional. O casal de abertura vai representar a estrelícia, logo depois um grupo de bailarinos vai representar os jarros, seguido de um casal que fará jus aos sapatinhos, seguido do carro alegórico.

Pedro Garcia
dá voz à Geringonça





O carro alegórico fará a representação de um grande quadro típico madeirense, a descida do Monte em carro de cesto. Uma rampa com o carro de cesto compõe o cenário onde segue, também, o cantor ao vivo que vai entoar uma música original, uma das grandes particularidades da Geringonça. A música é de António Barbosa e a letra é da autoria de Sofia Relva. O tema será interpretado por Pedro Garcia, o jovem madeirense que participou no programa da TVI “Uma canção para ti”.
O segundo carro alegórico, além de servir de suporte aos aparelhos de som, surge com uma jovem acompanhada por crianças seguindo a sequência do carro principal. Atrás do carro alegórico vem uma ala com rosas (12-14 anos), seguida da ala das margaridas com 42 meninas (5-8 anos), proteias (8 casais), hortênsias (raparigas) e a ala das mães - as raparigas que levam as “orquídeas” pela mão.
Existe, ainda, uma ala “especial”, com quatro casais que vão representar o girassol. É composta por jovens do estabelecimento de ensino de Educação Especial da Quinta do Leme, acompanhados por duas técnicas. As meninas são viloas e os meninos os vilões sendo o objectivo representar o mais possível a Madeira. Vão calçados com a tradicional bota de vilão.
Para a edição deste ano, a Geringonça vai trabalhar, pela primeira vez, com dois coreógrafos, Dina Freitas e Paulo Marques. Os dois carros alegóricos vão repletos de flores naturais. Todos os elementos vão, também, levar arranjos de flores naturais na cabeça. Terão que ser feitos na noite que antecede o cortejo para que as flores se mantenham frescas para sairem à rua.

“O melhor são as vivências”


Paulo Marques, membro da direcção da Geringonça e coordenador do projecto para o Cortejo da Flor é quem desenha os fatos, os arranjos e a decoração do carro alegórico. Para que tudo corra bem, destaca a grande ajuda que tem das colegas e a rápida aprendizagem e entusiamo que revelam. Para Paulo Marques, “o melhor do Carnaval e da Festa da Flor são estas vivências, nem é o próprio dia do cortejo, é o tempo que passamos aqui, a trabalhar, a conversar e a rir”, confessou. “Energia, arranjamos sempre, temos o resto do ano para descansar”, exclamou, soltando uma gargalhada. Há nove anos que colabora na Geringonça mas já anda nestas andanças há 17 anos tendo feito parte da Caneca Furada. Este fim-de-semana vai ser bastante agitado, com ensaios a se prolongarem até bem perto da madrugada. Amanhã, vai ter lugar o último ensaio de rua, no parque do Tecnopolo. A noite do próximo sábado, vai ser, também, de muito trabalho para fazer os arranjos de flores naturais, quer para os carros quer para os penteados.

Projecto exige dedicação

Fernanda Rodrigues
colabora há cerca de 20 anos com a Associação Geringonça. Já confeccionou centenas e centenas de fatos. É responsável por tirar as medidas de todos os elementos que participam nos cortejos, para depois entregá-las às restantes costureiras. Depois dos fatos estarem talhados, faz a prova dos mesmos em cada elemento e devolve às costureiras para terminarem. Fernanda Rodrigues também faz alguns adiantando que “na última noite antes do cortejo, geralmente a equipa fica aqui para fazer os últimos acertos”. Confessa que, por vezes, não é fácil ir de encontro ao desenho e do tecido que o autor do projecto apresenta. Mas quanto aos fatos para o Cortejo da Flor deste ano considera que “estão a ser fáceis” tendo reiterado que é uma festa “mais trabalhosa porque há tecidos difíceis de trabalhar como a seda”. Os fatos das crianças, apesar de serem mais pequenos, também dão muito trabalho. Nestes dias “deixamos de ir a casa de familiares para estarmos aqui de corpo inteiro”, apontou.

“Não me sinto cansada”Ida Soares é uma das colaboradoras da Associação de Animação Geringonça. Todos os anos trata dos arranjos para o Cortejo da Flor, o que “exige um certo jeito e tempo”, referiu à nossa reportagem, ao mesmo tempo que fazia colagens. Aproveita sempre o tempo livre para ajudar a associação mas este ano está de férias, o que tem dado bastante jeito. Há cerca de um mês que colabora no projecto. Este ano, os preparativos vão gerar um pouco mais de stresse ma recta final porque o grupo vai levar flores naturais, o que vai exigir que os arranjos sejam feitos na noite antes do cortejo e no próprio dia do desfile. Foi com Paulo Marques, autor do projecto da Geringonça que aprendeu a fazer os arranjos. Foi de tal forma um bom professor e Ida Soares uma boa aprendiz que agora faz os arranjos com uma certa rapidez. “Ele diz o que pretende e nós aprendemos rápido”, explicou. Há 17 anos que Ida Soares colabora com a Geringonça. Numa primeira fase desfilava no Cortejo de Carnaval, agora dedica-se apenas aos arranjos mas confessa que “não me sinto cansada, gosto de participar e de fazer estas coisas”. Em cinco minutos fez um arranjo para a nossa reportagem poder apreciar. E que bonito que ficou (ver foto ao lado).



Jornal da Madeira

Minissérie 'Dias Felizes' integra seis episódios gravados na Madeira




Data: 10-04-2010

Um total de seis episódios sobre a história amorosa entre 'Ana Brito' (Dalila Carmo) e 'Miguel Vilar' (Marco Delgado), dois jovens que se conhecem na Madeira após a mortes do pai e da mãe, respectivamente, integra 'Dias Felizes', a nova minissérie que ontem foi apresentada no Pestana Casino Park Hotel, onde também ontem decorreu a emissão em directo de 'Tardes da Júlia', que celebrou três anos.

Bernardo Bairrão, director-geral e administrador da TVI, começou por "agradecer aos madeirenses o terem permitido à TVI e à Plural [produtora da minissérie] a realização de uma novela de grande sucesso e agora 'Dias Felizes".

"Esta é a terceira minissérie que iremos apresentar, a partir deste mês e todas elas foram diferentes". E acrescentou: "As duas primeiras foram grandes sucessos de audiência e esta tem todas as condições para o ser".

O texto de Maria João Mira, um grande elenco e as bonitas imagens da Madeira, foram os aspectos destacados pelo representante da TVI na sessão onde também estiveram presentes, para além de vários actores e do responsável da Plural, Raquel França, directora regional do Turismo e Miguel Albuquerque, presidente da Câmara Municipal do Funchal, que salientaram a importância da nova produção televisiva na divulgação da Madeira, após a tragédia do dia 20 de Fevereiro.


DN Madeira

Rita Pereira na Festa da Flor

Vai abrir Cortejo da Flor no dia 18









A Rita Pereira vai abrir o Cortejo da Flor que se realiza no dia 18, no Funchal. A actriz, que interpreta o papel de “Mel”, na telenovela da TVI “Meu Amor”, é a Flor principal do carro alegórico de João Egídio, cujo projecto daremos conta no âmbito das reportagens descritivas dos grupos que participam na Festa da Flor.
A jovem vem desfilar no Funchal sem cachê, como forma de ajudar a Madeira, após os acontecimentos do dia 20 de Fevereiro. De acordo com a actriz, em declarações à Notícias TV, «assim que recebi o convite aceitei». Mostrou-se satisfeita por poder ajudar, de alguma maneira, a Região. «sinto-me muito bem por poder ajudar, até porque tenho família na Madeira. O meu avô era de lá, mas continuo a ter família na Madeira.


Ricardo Castro Moreira, que interpretou o papel de Carlito na novela “Flor do Mar”, e a actriz Ana Carolina fazem parte dos participantes, a custo zero do Cortejo, ficando a cargo do Governo Regional apenas o pagamento das viagens e da estadia.


Jornal da Madeira

Alberto João Jardim admitiu a Júlia Pinheiro o seu desespero no dia do temporal

«A desgraça era tanta que me senti impotente»







AAlberto João Jardim admitiu ontem que no dia 20 de Fevereiro se sentiu impotente com o temporal que assolou a Madeira. Só que teve que mobilizar as suas forças para não mostrar os seus sentimentos. O importante, como acrescentou, foi arranjar forças para a batalha que tinha pela frente.
As declarações foram feitas no programa “Tardes da Júlia”, que ontem foi emitido a partir da Madeira. A TVI quis, assim, comemorar os três anos de programa e, por outro lado, solidarizar-se com a Região.
«Confesso que nem pensei em termos de obra minha, porque a desgraça era tal que eu sentia-me impotente. Primeiro, não posso resgatar a vida a quem a perdeu, mas sentia-me impotente perante tanta coisa que estava a suceder de uma vez só e, depois, perante informações -, felizmente, algumas delas não se confirmaram - que chegavam em catadupa onde estava o Estado Maior das Operações. Portanto, era uma situação em que só não se desesperava porque me era proibido desesperar, mas que apetecia desesperar. Depois, fui vendo que as obras do meu tempo aguentaram», disse Alberto João Jardim.
Em resposta a Júlia Pinheiro, o presidente do Governo disse que, em tempos difíceis, os guerreiros também têm estados de alma, mas têm de mobilizar as forças para a batalha. «Para pensar o plano de batalha e desenvolvê-lo rigorosamente, não podem mostrar os seus sentimentos a ninguém; nada de demonstrar qualquer tipo de fraqueza», explicou.

Festa da Flor é
o retomar a vida




Em relação ao futuro, mais precisamente à Festa da Flor, Jardim garantiu que será uma festa muito bonita.
O governante disse que a Festa da Flor «está melhorada», porque, depois do que aconteceu, «a festa representa um retomar de vida, com todo o símbolo que a flor tem para todos nós. É o retomar de vida e, portanto, este ano, esmerámo-nos um pouco mais na organização da festa».
E logo acrescentou: «Depois, acho que ninguém deixará de lado a sua curiosidade em ver como é que o povo madeirense soube reorganizar tudo e fazer ressurgir a Madeira em menos de dois meses».
Alberto João Jardim garantiu haver muitas motivações para que venham à Madeira. Sobretudo, pela grande motivação de que «estar na Madeira é estar no melhor de Portugal».
Fora estes momentos de maior seriedade, a conversa entre Alberto João Jardim e Júlia Pinheiro foi caracterizada por algumas picardias de parte-a-parte.
Com chouriças à mistura - para espanto de Jardim que não sabia que este é um dos petiscos preferidos de Júlia Pinheiro -, elogios mútuos à respectiva elegância e a uns óculos que o presidente considerou serem «uma beleza kafkiana», o programa lá foi decorrendo com a presença de um público que aproveitou para ver de perto vários artistas, nomeadamente Marco Paulo e as Just Girls.


Jornal da Madeira

Marco Paulo apela aos madeirenses para que amem a sua terra

Tardes da Júlia”


(Foto Via Blog TvUniverso)

A Madeira é tão antiga, mas tem sempre ar de menina. A frase foi dita ontem, ao Jornal da Madeira, por Marco Paulo, logo após o espectáculo das “Tardes da Júlia”. Como mensagem aos madeirenses, o cantor desejou que as pessoas sejam felizes e continuem a amar a Madeira. «Quando nós, os de fora, temos uma paixão grandiosa por esta terra, se não forem os naturais desta terra a amá-la... Têm de o fazer, porque é sempre uma menina bonita». Marco Paulo disse que já cá esteve há poucos dias, para o espectáculo de solidariedade promovido pela CRIAMAR. Desta vez, foi convidado pela TVI para ajudar a comemorar os três anos do programa “Tardes da Júlia” e participar num programa dedicado à Madeira. «Claro que não podia dizer que não, porque tenho uma familiaridade, paixão e amizade muito grande pela Madeira», disse o cantor. Comovido, referiu a frase que um madeirense lhe tinha acabado de dizer: «O Marco Paulo, qualquer dia, é património da Madeira», que considerou expressar bem o amor que dedica a esta ilha.


Jornal da Madeira