quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Madeira volta a “interessar”

SRTT está a fazer esforços em todos os mercados internacionais

É com “bons olhos” que a Secretaria Regional do Turismo e Transportes vê a vinda de cinco voos “charters” semanais oriundos da Finlândia. Segundo Conceição Estudante trata-se de um mercado que já esteve em força no passado e que agora voltou a mostrar interesse na Madeira enquanto destino turístico. Sinais de retoma ao qual a governante afirma dever-se ao esforço que tem sido feito pela Secretaria Regional do Turismo e Transportes e pela Associação de Promoção da Madeira.






A secretária regional do Turismo e Transportes admite que a vinda de turistas finlandeses à Madeira «é sempre importante porque é um mercado que já tem alguma tradição», sublinhando que «o aumento da sua operação nesta fase é mais um motivo de satisfação para a operação turística do ano».
Reagindo à notícia trazida ontem por um jornal regional que anunciava a vinda de cinco voos “charters” semanais da Finlândia, Conceição Estudante disse que «em relação aos mercados do Norte da Europa começa-se a sentir que da zona do Báltico há um interesse renovado pela Madeira e estamos a potenciar todas estas intervenções de forma a que elas possam resultar no maior sucesso para quem as realiza, isto é, para os operadores turísticos e para o sector hoteleiro e turístico da Madeira».
Perante um cenário internacional pouco risonho, a confirmação destes novos voos para a Região é também encarada pela governante como um sinal de retoma que tem vindo a ser potenciado pelo esforço que tem vindo a ser feito pela Secretaria Regional do Turismo e Transportes em relação à promoção do destino Madeira. «Estamos a fazer esforços em todos os mercados, sobretudo com campanhas destinadas ao consumidor final, com intervenções públicas, espaços públicos em todos os mercados onde existem operações para a Madeira, de maneira a que haja visibilidade e escolhas por parte dos clientes desta opção que é a Madeira como destino turístico», esclareceu a secretária regional.
Factores como o bom tempo e as temperaturas amenas são também, no seu entender, «algumas das condições de proximidade» que duram o ano inteiro e que podem facilitar essa tarefa.
É por isso que Conceição Estudante quer «aguardar para ver pois o Carnaval foi um bom resultado e temos de continuar a fazer aquilo que está delineado nos planos de promoção e de marketing da Direcção Regional de Turismo e da Associação de Promoção da Madeira, os quais estão a trabalhar conjuntamente com o Aeroporto e com o Porto para trazer o maior número de pessoas à Região, não só este ano mas nos anos que virão».




Jornal da Madeira

Carnaval exigiu “um rasgo de loucura“

Segundo João Carlos Abreu, «o Carnaval foi a grande base para partirmos para outra animação na Madeira», como a Festa da Flor ou a Festa do Vinho






JORNAL da MADEIRA — É considerado um dos grandes impulsionadores do Carnaval, tal como o conhecemos hoje. Recorda-se de como foram esse primeiros passos do Carnaval?
João Carlos Abreu — Sim. Na altura, o que eu fiz foi trazer o Carnaval dos hotéis para a rua. Os carnavais que havia, antigamente, não tinham — digamos — este rasgo de loucura que era preciso ter para trazer o Carnaval dos hotéis para a rua.

JM — Como é que isso aconteceu?
JCA — Eu, nessa época, era o relações públicas do Hotel Sheraton e, quando fui chamado, naquela altura, para vir para o Governo, para o cargo de director de Animação e Turismo, eu disse que o Carnaval vinha para a rua no ano seguinte. E foi o que aconteceu. Na altura, disse isto à dona Ariete Sousa, que disse que isso não ia ser possível. Mas, eu empenhei-me em fazer isso. E não desisti.

JM — Isso quer dizer que havia algumas resistências?
JCA — Sim. Na altura, dizia-se que os madeirenses eram muito fechados. E a intenção de trazer o Carnaval para a rua era, precisamente, para tornar os madeirenses menos ilhas. E assim foi. Havia já alguns grupos com estruturas criadas. Era o grupo do Artur e a Dina, o grupo da dona Ângela Figueira, depois veio a dona Flávia, Alice Rodrigues. Enfim, essas pessoas foram, de facto, os grande pilares deste Carnaval, porque compreenderam qual era a ideia. Não era fazer um Carnaval qualquer. Era um Carnaval mais extrovertido, para contrariar aquela tendência do madeirense voltado para dentro. No fundo, entre os objectivos que estavam subjacentes ao Carnaval estava a ideia de quebrar a barreira das idades. Quebrar a barreira dos elitismos: ali, toda a gente entrava, desde o sapateiro ao advogado, passando pelo médico, pelo engenheiro, ou o governante. Toda a gente estava dentro de um projecto e o projecto era, no fundo, um fenómeno de ordem social.

JM — O que quer dizer com isso?
JCA — Com o Carnaval, acabou-se com o afastamento uns dos outros, a separação das classes sociais. Da mesma maneira que se afastou a barreira das idades, porque entravam os avós, entravam os filhos. Entrava toda a gente. Era toda a gente empenhada à volta do Carnaval. E este projecto iria tornar possível, depois, que se pudesse partir para novos eventos, como a Festa da Flora, ou a Festa do Vinho, a todas as outras iniciativas que, hoje, integram o calendário da animação na Região.

Muitas resistências para enfrentar

JM — Por falar nisso, houve, durante um certo tempo, alguma polémica em torno do Carnaval ser, ou não ser, um cartaz turístico. Não foi assim?
JCA — Nós não fizemos o Carnaval como um cartaz turístico. Havia muita gente que criticava o Carnaval e dizia que o Carnaval não era da Madeira. Mas, o Carnaval não é de sítio nenhum. Ainda ninguém me explicou de onde vem o Carnaval. A verdade é que o Carnaval tinha como função, justamente, despoletar outras acções que pudessem ser feitas em grupo, nos mesmos moldes. Na Madeira, não havia o hábito de fazer isso, eram as pessoas individuais. E, como nenhum homem pode ser uma ilha, e dentro de uma ilha muito menos. Era preciso criar esta perspectiva de colectividade, de envolvimento. Foi, de facto, um ponto de partida para outras iniciativas. E assim aconteceu. E assim foi o grande passo que demos. E, hoje, o Carnaval está bem estruturado nesse sentido.

JM — Está a referir-se, sobretudo, ao cortejo de sábado à noite. E o “Carnaval Trapalhão”?
JCA — O “Carnaval Trapalhão” surgiu um pouco mais tarde. Um ou dois anos depois. Na altura, com a colaboração da Dr.ª Manuela Aranha, demos mais esse passo.

JM —
Hoje, o Carnaval é assinalado um pouco por toda a Região...
JCA — Essa é outra perspectiva. Nós quando trouxemos este Carnaval para a rua, sabíamos que ele iria dar lugar ao Carnaval em todas as freguesias da Madeira. Porque é, de facto, uma festa abrangente. E depois, tudo aquilo que se faz com empenho, com entusiasmo, contagia toda a gente. E o objectivo era que “rebentassem”, também, outros carnavais na Região.

JM — Mas este não foi o primeiro Carnaval a vir para a rua...
JCA — Não. Já tinha havido o Carnaval da Rua da Carreira, com a farinha, com os tomates, o milho em grão e os ovos. Havia o Carnaval dos Jovens Cristãos. Mas não tinha nada a ver com este, com os objectivos deste. Objectivos que estavam definidos, embora não publicitados, e que conseguimos alcançar, tal como tínhamos previsto. E, hoje, o Carnaval tornou-se, de facto, num cartaz. Mas não foi criado como tal. Não nos podemos esquecer também que não podemos separar o Turismo, ou os turistas da população. Tudo aquilo que fazemos para a população o turista pode também participar, pode entrar. E assim aconteceu. Realmente, acho que o Carnaval foi a grande base para partirmos para outra animação na Madeira.

Foram os madeirenses os obreiros desta festa

JM — Mas havia algumas tradições do Carnaval. Estou a lembrar-me, por exemplo, dos “assaltos” a casas de amigos e familiares...
JCA — Sim, havia essa tradição muito interessante dos “assaltos”. Havia uma pessoa do grupo que combinava com o dono da casa que iríamos fazer um “assalto”. Às vezes, nem combinávamos e íamos de surpresa. O que também tinha a sua piada. Estávamos disfarçados até ao final da noite. Havia outros lugares públicos onde se faziam festas de Carnaval, como nos Bombeiros Voluntários Madeirenses, que estavam ali na Avenida do Mar, no Solar da Dona Mécia, nos Estudantes Pobres, Ateneu, enfim..., havia uma série de lugares onde havia Carnaval. Mas isso não tem nada a ver com o Carnaval que trouxemos para a rua em 1980. Esse Carnaval foi feito pelos madeirense. E os madeirenses foram inventando, foram criando e ninguém vem para aqui dizer que era assim, ou era assado. Não havia instrutores, porque não era necessário. Foram os madeirenses que idealizaram este Carnaval. Foram os madeirenses os construtores e ideólogos do seu próprio Carnaval. Mas, para esse Carnaval vir para a rua, tinha de haver loucura, caso contrário nunca teria vindo para a rua.

JM — Mas, na altura, não houve resistências, digamos assim, a esta mudança? Porque, no fundo, isto era algo de novo na Madeira?
JCA — É claro que houve algumas resistências. Apareciam as cartas anónimas. Vinham para a praça pública dizer que o Carnaval não era da Madeira e que era uma coisa para servir fins políticos. Isto era uma coisa que me dava vontade de rir, porque, no fundo, os objectivos estavam definidos e nós sabíamos que íamos conseguir alcançá-los e, por isso, não íamos parar nunca. E ainda bem que continuamos. Independentemente de ser uma festa, um divertimento, é também uma forma de dar azo ao próprio madeirense de imaginar, de criar, quer na parada de sábado, quer no “Carnaval Trapalhão”. É um espaço para a imaginação do madeirense. Ele necessita de exercitar a sua imaginação. E acho que isso foi conseguido.

JM — Houve essa estratégia do Governo, mas há também, aqui, o mérito dos muitos milhares de foliões que, ao longo destes 30 anos, têm vindo à rua...
JCA — Sem dúvida nenhuma. O Carnaval só existe porque estes grupos existem, porque há todas estas pessoas empenhadas. Porque toda esta gente tem orgulho naquilo que faz. E porque sabem também que o Carnaval é uma coisa importante para a Região. Há um conjunto de coisas aqui, que se conjugam e que fazem com que estes grupos continuem e estejam sempre com este entusiasmo e empenho. Depois, há também aquela competitividade, que eu considero salutar, entre os vários grupos. O que acaba por funcionar como mais um estímulo para o empenho.

JM — O que regista destes 30 anos de Carnaval, tal como ele é hoje?
JCA — Nestes 30 anos, primeiro que tudo, agradeço o facto de estar vivo para poder assistir a tudo isto. Por ter sido um dos obreiros deste Carnaval e poder, hoje, ver tudo isto. Por outro lado, estes 30 anos servem também para demonstrar a capacidade do madeirense e a preocupação de melhorar de ano para ano, até atingir o nível que nós temos hoje.

João Carlos Abreu diz que para trazer o Carnaval dos hotéis para a rua foi necessária «uma boa dose de loucura. Era algo totalmente diferente para a época».
Para o antigo secretário regional do Turismo e Cultura, outro dos aspectos de extrema importância para a dinamização deste Carnaval «foi o facto de alguns governantes terem aderido, terem participado. Eles tinham de dar o exemplo, não podiam ficar na varanda, como espectadores. E, para o nosso Carnaval, isso foi bastante importante. Porque, no fundo, serviu de exemplo, incentivou as pessoas a virem também para a rua».
Tal como afirmou, «não nos podemos esquecer que há 30 anos, a visão que as pessoas tinham era diferente. Embora ainda persista alguma mentalidade retrógrada, a verdade é que evoluímos muito. Há 30 anos, por exemplo, trazer as pessoas a mexer o corpo e divertir-se, não era fácil».



Jornal da Madeira

Cinco 'charters' semanais da Finlândia na Primavera

Operadores garantem transporte de 10 mil turistas até Maio próximo
Data: 15-02-2010




As previsões dos diversos operadores turísticos finlandeses que programam a Madeira apontam para uma subida de vendas e aumento de capacidade nas operações consolidadas para os próximos meses, soube o DIÁRIO junto de fontes do sector.

As boas notícias surgem na sequência das estimativas que já nos tinham sido transmitidas por Oto Oliveira, responsável pela promoção do Turismo de Portugal nos países nórdicos, que apontam para uma subida generalizada de turistas desses países, em comparação com os números do ano passado. Não será fácil alcançar este ano no mercado finlandês os bons resultados de 2008, mas a verdade é que há indicações positivas, sobretudo depois dos grandes operadores terem retirado do mercado as operações para destinos de longo curso, que estavam a ser feitas com voos diários em aviões de grande lotação a preços muito interessantes. Era o caso de um voo diário em Boeing 747 para a Tailândia, que aliciava o mercado com pacotes de duas semanas a preços semelhantes aos que os clientes finlandeses pagariam para as ilhas atlânticas. Um inegável prejuízo para os arquipélagos da Madeira e das Canárias.

Este ano, se se concretizarem as operações que estão previstas, pelo menos até ao mês de Maio, a Madeira irá receber mais turistas da Finlândia do que no período homólogo de 2009. No ano passado, entre Janeiro e Maio, entraram nos hotéis madeirenses 11.234 hóspedes finlandeses (menos 21,2% do que em igual período de 2008, em que foram registados 14.261 finlandeses). Se tivermos em conta que as operações previstas para dez semanas, a partir de 21 de Fevereiro, representam uma capacidade total de cerca de 10 mil lugares, é fácil entender que este ano os números estão a subir.

Um facto interessante que está a registar-se no mercado finlandês, desde o ano passado, é o aumento do período de estada dos turistas que escolhem a Madeira para férias. Não obstante a baixa de 21,2% no número de entradas, entre Janeiro e Maio de 2009, o certo é que esses turistas estiveram mais tempo na Madeira, tendo a estada média subido de 5,7 para 6,3 noites. A hotelaria regional registou nesse período do ano passado 86.621 dormidas, o que representou um decréscimo de apenas 11% relativamente a 2008. Mais baixo do que a queda percentual registada no número de entradas.

Além das operações 'charters' que estão previstas para as próximas semanas de aeroportos da Finlândia, com maior enfoque na capital Helsínquia (ver destaque em baixo), há que contar neste ano que a TAP está a voar regularmente cinco vezes por semana entre Lisboa e Helsínquia. Tratam-se de voos que têm uma grande componente turística, não só no transporte de finlandeses para Portugal, como também para diversos destinos no Brasil e África.

Com tem acontecido no caso dos voos directos da TAP de Moscovo para Lisboa, que arrancaram ao mesmo tempo (em Junho passado), a nova rota da companhia portuguesa para a Finlândia, também tem trazido para a Madeira, via Lisboa, um interessante contingente de turistas finlandeses, que, na opinião de algumas fontes do sector, estão estimados em cerca de uma centena por semana. São os que viajam com pacotes individuais e que, normalmente, utilizam alojamento de qualidade superior.

Lomamatkat em força






Uma das novidades desta Primavera na Madeira é o aparecimento da marca 'Lomamatkat', que é hoje o quarto operador mais importante da Finlândia.

Depois de uma campanha de divulgação da Madeira em Helsínquia e Tampere, em que interveio Arja Kemppainem, que trabalha na Região desde há mais de 35 anos, e que é autora de um livro sobre o arquipélago, em finlandês, a Lomamatkat vai iniciar um voo 'charter' entre a capital da Finlândia, Helsínquia, e a Madeira no próximo dia 21 de Fevereiro, num avião Boeing 737 NG da Primera Air. O voo manter-se-á até à primeira semana de Maio. Do sucesso desta operação dependerá a organização de novas séries de voos, ainda este ano.

Primavera cheia pode ser um bom incentivo para próximas séries de voos

A Primera Air vai trazer o primeiro contingente de turistas da Lomamatkat no próximo dia 21 de Fevereiro. O Boeing 737 Nova Geração (700 e 800) tem lotação para cerca de 190 turistas e a operação manter-se-á até à última semana de Abril.

A Lomamatkat, que será agenciada na Madeira pela 'Windsor Travel', terá uma equipa de três representantes que já se encontram no Funchal: Arja Kemppainen, Evelyn Nommik e Ranja Pikkola, as quais prestarão apoio aos clientes do operador.

No próximo dia 19 de Fevereiro outros dois operadores finlandeses - 'Almatours' e 'Hispania' - iniciarão uma operação 'charter' semanal para a Madeira, utilizando um avião de uma companhia búlgara. Manter-se-á até final do mês de Abril, com partidas de Helsínquia.

No dia 20 de Fevereiro são esperados na Madeira 50 turistas que viajam com o operador 'Matkahaukka' num voo regular da TAP, via Lisboa.

No dia 22 de Fevereiro iniciar-se-á outra operação semanal, esta da responsabilidade dos operadores 'Aurinkomatkat' e 'Ok-matkat', também até final de Abril, em voo da Finnair (lotação para cerca de 220 passageiros). A 'Aurinkomatkat' já tem um voo semanal de Helsínquia para a nossa ilha, às sextas-feiras, também da Finnair, que irá manter-se todo o ano, tal como a ligação da 'My Travel/Tjaereborg' às segundas-feiras, que é feito com um avião da Thomas Cook Scandinavia.

No total destas operações temos uma capacidade de transporte de aeroportos finlandeses para a Madeira de mais de mil turistas por semana.

Outros operadores de menor dimensão estão também a organizar grupos temáticos para a Região Autónoma, cujos participantes deverão viajar para Lisboa nos voos regulares da TAP, que se realizam cinco vezes por semana, e que têm ligações rápidas para a nossa ilha na capital portuguesa, quer nas chegadas, quer nas partidas.


DN Madeira

The Mount Railway Company of Madeira

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

The Hawketts - Mardi Gras Mambo




Lyrics/Letra

(Uuh!)
Down in New Orleans
Where the blues was born
It takes a cool cat
To blow a horn
On LaSalle and Rampart Street
The combo's there with a mambo beat

The Mardi Gras, mambo, mambo, mambo
Party Gras, pambo, mambo, mambo
Mardi Gras, mambo-ooh
Down in New Orleans

In Gert Town
Where the cats all meet
There's a Mardi Gras mambo
With a beat
Join the Chief with the Zulu gang
And truck on down
Where the mambo's swing

The Mardi Gras, mambo, mambo, mambo
Party Gras, mambo, mambo, mambo
Pardi Gras, mambo-ooh
Down in New Orleans

Down in New Orleans
Where the blues was born
It takes a cool cat
To blow a horn
On LaSalle and Rampart Street
The combo's there with a mambo beat

The Mardi Gras, mambo, mambo, mambo
Party Gras, mambo, mambo, mambo
Party Gras, mambo-ooh
Down in New Orleans

(chorus)
Mardi Gras, mambo, mambo, mambo
Party Gras, mambo, mambo, mambo
Pardi Gras, mambo, mambo, mambo
FADES-
Pardi Gras, mambo, mambo, mambo.

domingo, 14 de fevereiro de 2010

Alberto João Jardim integrou o Cortejo Alegórico, trajando-se de Vasco da Gama


«Vou à procura de Portugal»




O presidente do Governo Regional, Alberto João Jardim, integrou o Cortejo Alegórico de Carnaval, ornamentado com uma indumentária representativa do navegador português Vasco da Gama.
Abordado pela comunicação social relativamente à escolha do traje que estava a usar, Alberto João Jardim disse: «Porque vou à descoberta de Portugal. O país está perdido e eu estou à procura de Portugal. Não vejo, por enquanto, o Cabo da Boa Esperança, mais há-de dobrar-se o Bojador», acrescentou o líder madeirense, numa noite chuvosa, mas aquecida pelos ritmos de Carnaval.
Há três anos que o chefe do Executivo madeirense não participava nos corsos carnavalescos. Ontem à noite, Alberto João Jardim juntou-se, novamente, à Turma do Funil.
O grupo de João Atanásio convidou também para o seu corso a “socialité” portuguesa, Bibá Pita.
"O Oceano em Folia” foi o tema que a Turma do Funil - composta por cerca de 150 figulares - levou às principais artérias da capital madeirense. As cores das indumentárias incidiram no laranja, verde e roxo, preto, prateado, fúxia, turquesa e branco. Plumas, pedras, pastilhas e fios de lentejolas embelezaram os trajes.
O feitiço das sereias e o encanto da ilha perdida “Atlântida” foram retratados no desfile de João Atanásio.
De referir ainda que a Turma do Funil homenageou o povo de Câmara de Lobos, com figurinos alusivos ao Peixe-Espada-Preto e os barcos “O Xavelha”».
“Balanço do Mar”, da baiana Daniela Mercury, foi uma das canções escolhidas pelo colectivo de João Atanásio.


Jornal da Madeira

Folia prevista para hoje, caso o tempo seja favorável








O programa das Festas de Carnaval da Madeira continua a animar a cidade do Funchal, estando previsto para hoje a realização da iniciativa "Carnaval nas Avenidas", implementada este ano pela Secretaria Regional do Turismo e Transportes. Surge como uma forma de prolongar a animação carnavalesca na baixa citadina.
O “Carnaval nas Avenidas”, que decorre das 21h00 às 23h00, é um projecto que envolve três trupes: A Associação Fura Samba, a A Escola de Samba Caneca Furada e a também escola de samba Os Cariocas (grupos estes que integram o Cortejo Alegórico que, ontem à noite, saiu às ruas da capital madeirense).
A Associação Fura Samba vai estar à entrada do cais da cidade, a Escola de samba Caneca Furada estará na placa central da Avenida Arriaga, em frente ao edifício da Secretaria Regional do Turismo e Transportes e do Teatro Municpal, e a Escola de samba “Os cariocas” actuará em frente à igreja da Sé.
O cartaz de Carnaval encerrará na terça-feira, dia em que se realiza o também aguardado "Cortejo Trapalhão", com início marcado para as 16h00. Este evento - onde a sátira ocupa um lugar de destaque - é aberto a todos os interessados. Criatividade, bom humor e boa-disposição costumam ser os principais ingredientes deste evento de cariz popular.
Refira-se que estes eventos, tanto o previsto para hoje como o “Cortejo Trapalhão”, na terça-feira, poderão vir a ser cancelados caso as condições climatérias não permitem a sua realização.
De lembrar que o Espaço Infoart, no edifício da Secretaria Regional do Turismo e Transportes, na Avenida Arriaga, acolhe, até ao térmico desta quadra festiva, uma exposição comemorativa dos 30 anos da Escola de Samba - “A Caneca Furada”.



Jornal da Madeira