quinta-feira, 2 de julho de 2009

UNESCO não colocou obstáculos no (Teleferico) Rabaçal

Domingos Abreu lamenta ruído em torno da questão do teleférico e falhas na tradução


Domingos Abreu considera ter havido alguma carência e deficiência de informação e, eventualmente, alguma dificuldade em perceber duas coisas a propósito da deliberação do Comité de Património Mundial da UNESCO tornada pública na terça-feira. «Uma é o inglês e a outra tem a ver com o desconhecimento e confusão sobre como é que os processos nestas esferas internacionais, em organismos que são absolutamente participativos, abertos e transparentes, é feito».




O biólogo madeirense Domingos Abreu diz que, infelizmente, há «demasiado barulho» em torno da questão do projecto do teleférico do Rabaçal e garante que não há nenhum obstáculo, do ponto de vista do Comité de Património Mundial da UNESCO, ao desenvolvimento da obra. A pedido do JM, o responsável já analisou o conteúdo da deliberação que este organismo produziu a respeito da obra em causa, tendo salientado que, a haver qualquer objecção, a própria instituição não suscitaria o pedido de, até 1 de Fevereiro de 2010, se efectuar uma avaliação específica e complementar áquela que já foi feita do desenvolvimento das várias fases do projecto.
«Tanto quanto nos é dado a perceber, a resposta em relação ao processo é um pouco mais abrangente do que aquela que foi veiculada pela comunicação social e por alguns actores envolvidos no processo», começou mesmo por salientar o biólogo. «Há o reconhecimento de uma postura coordenada, transparente e disponível do Estado e da própria Região, que providenciou todas as informações ao longo do tempo até à conclusão da comissão da reunião de Sevilha que concluiu no passado dia 30. A UNESCO, tanto quanto sei, reconhece e valida toda a informação que o Governo Regional disponibilizou através dos canais normais, nomeadamente, da comissão nacional e do embaixador de Portugal na UNESCO. Reconhece que o estudo de impacte ambiental, feito no âmbito do procedimento normal e administrativo, quer nacional, regional e comunitário, segue os trâmites internacionais e, como tal, valida a informação», explicou.
«Sobre esse mesmo procedimento – prossegue o nosso interlocutor – a UNESCO regista que não foi feita uma avaliação específica sobre a propriedade que corresponde ao bem considerado património mundial. E é sobre esse que tem, do ponto de vista regulamentar, a sua intervenção em análise. Pelo que recomenda que seja feita, de uma forma expedita, uma análise complementada, confrontando o bem – que é muito maior que o Rabaçal – e tendo em consideração o acompanhamento do desenvolvimento das diferentes fases do próprio projecto. E é essa a razão porque é dada a data de 1 de Fevereiro de 2010, ou seja, daqui a 8 meses».
Domingos Abreu considera ter havido alguma carência e deficiência de informação, e eventualmente alguma dificuldade em perceber duas coisas a propósito da deliberação. «Uma é o inglês e a outra tem a ver com o desconhecimento e alguma dificuldade e confusão sobre como é que os processos nestas esferas internacionais, em organismos que são absolutamente participativos, abertos e transparentes, é feito. A participação requer responsabilidade de estar bem informado, de coordenar informação, independentemente de termos ou não opiniões contrárias. Agora, quando em situação de arbitragem internacional, os factos é que contam e eles estão claros. O projecto em sede própria de avaliação não suscitou impactes negativos suficientes para que seja considerado não viável», deixou claro.
Em declarações ao JM, o ex-director regional do Ambiente mostra também alguma estranheza pelo facto de a comunicação social não ter mencionado todos os aspectos do documento, nomeadamente, a mais valia e aquilo que é o reconhecimento da UNESCO relativamente ao projecto, dado que este encerra também alguns aspectos que estavam em falta desde 1999. «É importante que se aprenda nestes processos que a culpa não está de qualquer lado. É importante que a Região entenda que não basta ganhar prémios. É preciso depois criar condições de funcionamento desses títulos, nomeadamente, da Laurissilva. Não basta pôr num logotipo que temos o património mundial. É preciso ter uma estratégia de comunicação e de gestão quotidiana que não pode estar ao sabor da conjuntura nem da maior ou menor pressão que venha deste ou daquele lado. Tem de haver, sim, um fio condutor e um trabalho quotidiano, inclusivamente, com estruturas capazes de dialogar em permanência com os órgãos da UNESCO e outros parceiros envolvidos neste processo», aconselhou.
Neste âmbito, afirma que a Região necessita «criar uma estrutura funcional e ligeira» que seja capaz de «comunicar, envolver e promover os valores e sua divulgação». Tudo porque, argumenta, «de que serve termos o património se não o vamos usar no sentido de colocar ao dispor da humanidade para seu usufruto?».
«Creio que isso atenuaria muito estes confrontos e guerras quase fratricidas que só nos expõe, em particular, perante o turismo que é uma área muito frágil. Isto fica mal. Mesmo tendo ou não razão, fica mal sermos vistos como uma Região onde há conflitos desta natureza e que colocam em dúvida operadores turísticos e os próprios turistas da bondade quer de uns quer de outros», concluiu.


Jornal da Madeira

Faial tem potencial turístico


(Hugo Reis in MadeiraArchipelago)

Data: 02-07-2009

Parece consensual a ideia de que a freguesia do Faial carece ainda de empreendimentos turísticos. Se ao nível da restauração há algumas ofertas, já o mesmo não se pode dizer das inexistentes unidades de turismo.

O poder político, e até a oposição, também reconhece essa lacuna. Curiosamente, o Faial é apresentado como uma freguesia com potencial turístico e até com algumas infra-estruturas, como o complexo balnear e os percursos pedonais, por exemplo.

Ontem, no projecto 'P'la Madeira Dentro' - que envolve o DIÁRIO e a TSF-Madeira - foi unânime a ideia de que a freguesia precisa de mais investimento no campo turístico, particularmente em empreendimentos hoteleiros que permitam aos turistas ficarem na freguesia.

O vale da ribeira do Faial deverá ser o espaço indicado para esses investimentos, conforme esperam os social-democratas Rui Moisés e Raul Duarte ou o socialista Adelino Silva. Em tempos esteve previsto um campo de golfe para aquele local, depois já foi anunciado um investimento hoteleiro, mas as duas intenções parecem não ter passado disso mesmo.


DN Madeira

Rodrigo permanece internado no IPO

Data: 02-07-2009

Um mês depois de ter recebido o transplante de medula óssea, Rodrigo Sousa, o bebé madeirense a quem foi diagnosticada uma leucemia linfoblástica aguda às seis semanas de idade, permanece internado no Instituto Português de Oncologia (IPO) de Lisboa.

O organismo do Rodrigo tem vindo a responder bem à nova medula e os valores hematológicos já estão praticamente repostos, exceptuando as plaquetas que estão a ser um pouco teimosas, uma situação que os médicos dizem normal, como explicou ao DIÁRIO Pedro Sousa, o pai do bebé.

Mas há duas semanas, os pais e a família do Rodrigo não ganharam para o susto quando, derivado a todos os tratamentos de quimioterapia realizados desde meados de Agosto do ano passado, o bebé desenvolveu aquilo que se chama doença obstrutiva do fígado.

A condição clínica levou a que tanto o fígado como os rins do bebé começassem a falhar e o Rodrigo teve de ser transferido para os Cuidados Intensivos do Hospital Amadora-Sintra onde permaneceu sob vigilância apertada durante 15 dias.

Finalmente o fígado começou se a regenerar, os rins voltaram a 'trabalhar' e o Rodrigo regressou na passada segunda-feira ao IPO. Agora terá de permanecer internado, previsivelmente, mais algumas semanas, para recuperar totalmente. Infelizmente, isto também significa que o bebé vai celebrar o primeiro aniversário, no próximo dia 7 de Julho, ainda entre as paredes do IPO. Mas Pedro e Orvídia, que acompanham o filho 24 horas por dia, esperam agora que o Rodrigo recupere e possa regressar à Madeira o mais rápido possível.


DN Madeira

Vitiligo a doença do Michael Jackson

Muitas pessoas falam que o Michael Jackson, so ficou Branco porque detestava ser preto e como tinha dinheiro transformou a sua pele em Branca e mais inventou uma doença para explicar a sua mudança de cor de pele.

A Realidade:

Vitiligo é uma doença não-contagiosa em que ocorre a perda da pigmentação natural da pele. Sua etiologia ainda não é bem compreendida, embora o fator autoimune pareça ser importante. Contudo, estresse físico, emocional, e ansiedade são fatores comuns no desencadeamento ou agravamento da doença. Patologicamente, o vitiligo se caracteriza pela redução no número ou função dos melanócitos, células localizadas na epiderme responsáveis pela produção do pigmento cutâneo — a melanina. A doença pode surgir em qualquer idade, sendo mais comum em duas faixas etárias: 10 a 15 anos e 20 a 40 anos.

Essa despigmentação ocorre geralmente em forma de manchas brancas (hipocromia) de diversos tamanhos e com destruição focal ou difusa. Pode ocorrer em qualquer segmento da pele, inclusive na retina (olhos). Os locais mais comuns são a face, mãos e genitais. Os pêlos localizados nas manchas de vitiligo se tornam esbranquiçados. O local atingido fica bastante sensível ao sol, podendo ocorrer sérias queimaduras caso exposto ao sol sem protetor, conferindo um risco para o desenvolvimento de câncer de pele.


esta ultima parte explicaria porque ele andaria sempre tão tapado

umas fotos de pessoas com esta doença







A mesma pessoa no decorrer da doença




um video com mais fotos de pacientes com Vitiligo

Album da Madeira 11º (Fanal)

Situado nas serras do Seixal e da Ribeira da Janela no concelho do Porto Moniz.





FullZoom

Album da Madeira 10º (Centro Cultural John dos Passos)

Fica localizado na Vila da Ponta do Sol




FullZoom



John Roderigo Dos Passos (Chicago, 14 de janeiro de 1896 — 28 de setembro de 1970) foi um novelista e pintor estadunidense, descendente de imigrantes portugueses originários da Madeira (Ponta do Sol)


Obras
One Man's Initiation: 1917 (1920)
Three Soldiers (1921)
A Pushcart at the Curb (1922)
Rosinante to the Road Again (1922)
Streets of Night (1923)
Manhattan Transfer (1925)
Facing the Chair (1927)
Orient Express (1927)
U.S.A. (1938)
The 42nd Parallel (1930)
Nineteen Nineteen (1932)
The Big Money (1936)
The Ground we Stand On (1949)
District of Columbia (1952)
Adventures of a Young Man (1939)
Number One (1943)
The Grand Design (1949)
Chosen Country (1951)
Most Likely to Succeed (1954)
The Head and Heart of Thomas Jefferson (1954)
The Men Who Made the Nation (1957)
The Great Days (1958)
Prospects of a Golden Age (1959)
Midcentury (1961)
Mr. Wilson's War (1962)
Brazil on the Move (1963)
The Best Times: An Informal Memoir (1966)
The Shackles of Power (1966)
World in a Glass - A View of Our Century From the Novels of John Dos Passos (1966)
The Portugal Story (1969)
Century's Ebb: The Thirteenth Chronicle (1970)
Easter Island: Island of Enigmas (1970)
Lettres à Germaine Lucas Championnière (2007) - somente em francês

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Obras da execução das infra-estruturas gerais do vale da ribeira da Ponta do Sol.





O secretário regional do Equipamento Social visita, na próxima quinta-feira, pelas 11h00, as obras de execução das infra-estruturas gerais do vale da ribeira da Ponta do Sol.
Este investimento, orçado em cerca de 4,8 milhões de euros, visa dotar a zona a norte da antiga estrada regional dos equipamentos necessárias para impulsionar a expansão daquele concelho.
A correcção e canalização do curso da ribeira, a construção de uma nova escola básica, a criação de zonas de lazer e de um novo espaço para o mercado municipal, são algumas das infra-estruturas públicas que ainda estão em falta na Ponta do Sol.


Jornal da Madeira


Para quem achou a 1º imagem que coloquei chocante em termos ambientais eu coloco uma imagem da zona antes desta , já Urbanizada onde deu lugar a uma Escola, Pavilhão Desportivo , Piscina Municipal e Edificios de Habitação , esta nova zona ainda vai ficar melhor que esta já que vai ter entre muitas coisas um belo de um parque verde