sábado, 27 de junho de 2009

Licenciamento de obras diminuiu no Porto Santo







O licenciamento de obras particulares diminuiu na Câmara Municipal do Porto Santo a partir de Novembro de 2008, contudo os trabalhadores da construção civil da ilha têm mantido a sua ocupação em obras públicas promovidas pela autarquia.
Neste momento estão em execução o projecto do Canil/Gatil do Porto Santo, a ampliação da segunda fase do cemitério de Santa Catarina, ampliação e melhoramento da escola básica, a beneficiação e repavimentação em calçada da Rua Manuel Gregório Pestana e a renovação da rede de esgotos da Rua Maximiano Sousa “Max”.
«Efectivamente a partir de Novembro de 2008 o número de pedidos de licenciamento de obras começou a baixar», confirmou o autarca.
O autarca considera que as dificuldades económicas e financeiras de empresas e particulares levou a um abrandamento no sector da construção civil, no entanto, realça que ao longo deste ano «não há nenhuma situação extrema ou alguém que fique totalmente sem trabalho».
Segundo Roberto Silva a diminuição de obras particulares ficou ainda a dever-se ao facto de os bancos terem “trancado” o crédito á habitação.
O autarca revela que reuniu com os empreiteiros na Câmara Municipal do Porto Santo, a quem garantiu trabalho até final do corrente ano.
«Vamos aguardar que as perspectivas se alterem, que a conjuntura económica melhore e que apareça mais coisas para o próximo ano», salientou o autarca. «Até ao final deste ano não haverá situações muito complicadas, mas futuramente é um pouco difícil prever».
Roberto Silva manifesta-se preocupado com o facto de 60 por cento da população estar dependente em termos laborais da construção civil, muitos deles, em acumulação com outras funções, nomeadamente os funcionários públicos. «Há pessoas que trabalham na câmara ou no governo que fazem uns “carunchos” por fora. Dessa forma garantem mais algum dinheiro no orçamento familiar, melhora a sua qualidade de vida e permite que dinamizem a economia da ilha».
O edil assevera que da parte da câmara vai continuar a incentivar a construção, imune às críticas. «Enquanto não houver um modelo alternativo e o turismo não tiver o número de camas que justifique que estas pessoas passem da construção para a hotelaria, temos que jogar com as duas situações», realçou. «Da parte da câmara haverá sempre um tratamento especial em relação à construção civil, dentro das normas e das regras que estão previstas por lei, mas incentivando o sector importante e fundamental para o Porto Santo».

Plano de Urbanização Campo de Baixo/Calheta concluído em Agosto

Roberto Silva pretende ter, o mais tardar até Julho, o plano de urbanização Campo de Baixo/Calheta em discussão pública e a aprovação do documento em Agosto.
Deste modo, os investidores interessados em desenvolver projectos turísticos e imobiliários, entre os quais a sociedade Plaza Prestige que incluí o madeirense Cristiano Ronaldo, com um empreendimento de luxo na zona com o seu nome.
O futebolista que tem como associados Jorge Mendes, gestor da sua carreira, e António Salvador, presidente do Sporting de Braga, pretende construir numa área total de 45 mil metros quadrados, uma unidade hoteleira, moradias de luxo, um spa e uma clínica de fisioterapia para atletas de alta competição, num investimento global de 80 milhões de euros. As obras estão previstas para 2010.
O plano de urbanização do Campo de Baixo/Calheta, elaborado pela equipa liderada pela arquitecta Ana Lebre, constitui um instrumento de planeamento de 10 anos e define novas regras de ocupação daquela área, prevista para a futura expansão turística do Porto Santo.
Segundo Roberto Silva a equipa técnica continua a trabalhar na conclusão do plano, em termos de mapas, áreas de intervenção e índices de construção, pelo que a sua discussão pública pode decorrer em Julho e a aprovação final em Agosto. «As reuniões que tenho mantido em Lisboa e no Funchal sobre este plano, permitem-me afirmar que as coisas estão bem encaminhadas», afiançou.
Roberto Silva garante que teve um contacto com uma primeira proposta apresentada pela equipa ao nível de exposição, ordenamento do território e da construção de uma outra infra-estrutura viária, que deverá agora ser alvo de estudo com a Secretaria Regional do Equipamento Social.
«Ao nível do ordenamento do território, a partir do momento em que vão surgir ali dois ou três resorts, isso obriga-nos a proceder a um conjunto de alterações e a criar alternativas que poderão ser construídas já ou até 2013», realçou.


jornal da Madeira

Canhas quer pavilhão e unidade hoteleira








Um pavilhão gimnodesportivo e o prolongamento do ensino até ao 9º ano: estas as duas grandes aspirações do presidente da junta de freguesia dos Canhas. Duas pretensões que não estão programadas mas que Luís Romão gostaria de ver surgir a não muito longo prazo.
Luís Romão também queria algo mais da iniciativa privada. Para o sítio dos Anjos (que ao contrário do que muitos pensam, pertence à freguesia dos Canhas), o presidente da junta ambiciona uma unidade de turismo rural. Lamenta que ainda não tenha aparecido um privado que queira usufruir das excelentes condições climáticas e dos bons acessos ao mar que aquele sítio oferece.
«Já houve a intenção de projectos para aquela zona mas não passou disso», refere.
Há três mandatos à frente da junta dos Canhas, Luís Romão tem ainda muitas aspirações para aquela freguesia do concelho da Ponta do Sol. Assim, destaca também a importância de ser criada uma praça junto à igreja, assim como uma zona de lazer na Estrada do Paúl da Serra. Esse espaço poderia ser concretizado ou na Malhadinha ou na Cova Grande, conforme exemplifica.
No que diz respeito a obras feitas, o presidente da junta de freguesia dos Canhas destaca também muitas. Em primeiro lugar, fala da mais recente: a asfaltagem da Estrada Regional 222.

Rede de água potável foi melhorada

Reporta-se também aos grandes melhoramentos feitos ao nível da distribuição de água potável, referindo que neste momento, a rede está a 80 por cento.
As zonas altas da freguesia dos Canhas são ainda penalizadas. No que toca à educação,a freguesia cujos destinos da junta são presididos por Luís Romão, não se pode queixar. Tem uma creche (de iniciativa privada) e as escolas do ensino básico foram ou vão ser alvo de melhoramentos. A escola do Carvalhal foi submetida a melhoramentos há seis meses. A do Lombo dos Canhas foi recuperada há dois anos. Faltam apenas intervenções na escola do Vale e Cova do Pico.
A Terceira Idade, e ainda segundo Luis Romão, também está bem servida. Os Canhas tem um lar com capacidade para 24 utentes, assim como um centro de dia.
Ao nível da Saúde, e conforme frisa o presidente da junta de freguesia dos Canhas, não há, igualmente, razões de queixa. O Centro de Saúde é novo e está a conseguir dar resposta às necessidades da população da freguesia.
Quanto a acessos viários, Luís Romão admite que ainda há alguns sítios que estão sem estrada.
Realça contudo, que esses sítios são essencialmente agrícolas, acrescentando que a Câmara Municipal da Ponta do Sol está a apostar na sua concretização. Já foram concluídos três caminhos agrícolas, estão dois em obras e outros três estão em fase de adjudicação, conforme diz saber o presidente da junta de freguesia dos Canhas.

Via expresso e Centro Multifunções

A via expresso e o centro multifunções são duas das obras programadas para os Canhas e que o presidente da junta de freguesia local faz questão de destacar como dois investimentos que vão vir melhorar, ainda mais, as condições de vida daqueles que ali residem.
Questionado sobre quais as principais preocupações colocadas pela população nos contactos que com ela mantém, Luís Romão refere que o maior problema é o do emprego.
Quanto às actividades da própria junta, Luís Romão destaca o trabalho que tem vindo a ser feito no sentido de serem cobertos todos os poços da freguesia.

Junta quer tapar todos os poços

«Em 2008, fornecemos material para a tapagem de 12 tanques. Em 2009, já vamos em quatro tanques», afirma Luís Romão, o qual adianta ainda que o objectivo é o de tapar todos os poços existentes. Uma tarefa que nem sempre é fácil porque muitos desses poços são de herdeiros, alguns deles emigrados.
No que toca à toponímia, o presidente da junta dos Canhas garante que a mesma está em fase de conclusão.
Por outro lado, adianta ainda que a junta está a fornecer materiais a todos os agricultores que queiram melhorar as levadas.


Jornal da Madeira

Curiosidade : O Preço do VW GOLF GTI em varios paises da Europa


Dinamarca 58.692 €
Portugal 39.035 €
Austria 29.111 €
España 28.910 €
Grecia 27.700 €
Francia 27.500 €
Italia 27.326 €
Suiza 26.772 €
Alemania 26.650 €
Reino Unido 26.303 €
Suecia 23.742 €
Polonia 22.586 €
Rumania 19.351 €

*na Romenia falta o TVA que difere de região para região