sexta-feira, 29 de maio de 2009

Transplante do Rodrigo adiado para amanhã


Data: 29-05-2009

Estava previsto para o final da tarde de hoje, mas a equipa da Unidade de Transplante Medular do Instituto Português de Oncologia (IPO) de Lisboa, decidiu submeter Rodrigo Sousa ao transplante de medula apenas amanhã de manhã.

Pedro Sousa, pai do bebé madeirense a quem foi diagnosticada uma Leucemia Linfoblástica Aguda às seis semanas de idade, disse que os médicos preferiram marcar o transplante para amanhã para facilitar a vigilância pós-intervenção.

Internado no IPO desde a semana passada, onde voltou a ser sujeito a mais um tratamento de quimioterapia pré-transplante, Rodrigo, actualmente com 10 meses e meio de idade, "tem reagido bem" e "mantém-se bem disposto", brincando e sorrindo para os pais e avó materna que o acompanham 24 horas por dia, num sistema de 'turnos' para que o bebé nunca se sinta sozinho.

Os pais, Pedro e Orvídia, estão cientes de que a próxima semana será complicada. O Rodrigo estará a recuperar do transplante de medula e terá também de lidar com os efeitos da quimioterapia a que foi submetido nos últimos dias.

Serão dias de "vigilância apertada e cuidados extremos a todos os níveis", diz Pedro Sousa, embora garanta que a família de Rodrigo tem plena confiança na equipa da Unidade de Transplante Medular, liderada por Isabelina Ferreira, que tem vindo a seguir o caso do bebé madeirense. Médicos, enfermeiros, técnicos e auxiliares têm sido "fantásticos", refere.

Quanto à intervenção propriamente dita, Pedro Sousa diz não saber quanto tempo vai demorar e explica que o transplante de medula é feito de forma semelhante a uma transfusão de sangue, não devendo por isso ser uma intervenção muito longa. As expectativas estão agora nas primeiras reacções do Rodrigo após o transplante, que se esperam o mais positivas possível.


DN Madeira

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Requalificação da Frente Mar de São Vicente

Antes



Depois

















(Municipio de Sao Vicente)


Humberto muda S. Vicente


Antes de saber se fica ou sai, edil confirma obras que vão mudar a frente mar
Data: 28-05-2009




O presidente da Câmara de São Vicente já tinha prometido que um dia iria calar a insatisfação dos comerciantes da frente mar da vila. Ontem, chegou finalmente esse dia. O autarca chamou uma quinzena de empresários com espaços comerciais naquela zona, apresentando-lhes o projecto de requalificação que ascenderá os 3 milhões de euros e tem a promessa de transfigurar por completo a baixa da localidade. As obras começam no fim deste ano.

Mas, a revitalização ainda dá mais esperança aos empresários. Segundo Humberto Vasconcelos existe a perspectiva do tecido comercial poder vir aumentar o número de vendas em cerca de 30% no ano seguinte à conclusão da infra-estrutura.

Anteriormente, descontentes com a falta de condições, sobretudo ao nível da falta de estacionamento automóvel, higiene e segurança dos clientes, à saída, depois de tomarem conhecimento, muitos não tinham dúvidas em afirmar que a zona "ficará irreconhecível". Foi o caso de Marques Rosa, David Leça e Roberto Caires que ao DIÁRIO manifestaram-se favoráveis ao arranque das obras.

Ainda assim, à entrada para a reunião, alguns mostravam-se reticentes quanto àquilo que esperavam ver. Todavia, a verdade é que, no final, todos saíram do encontro marcado para o salão nobre dos paços do concelho extremamente satisfeitos, inclusive os entrevistados chegaram ao ponto de nem se importar com o prejuízo que irão ter durante um ano, tempo que decorrerá os trabalhos.

Xeque-mate em ano de eleições


Sem saber qual será o seu futuro político, Humberto Vasconcelos, jogou a última cartada. Uma espécie de 'xeque-mate' guardado para o fim do exercício autárquico. Nesta altura do campeonato todos os pontos contam até mesmo para uma eventual recandidatura ser confirmada pelo presidente do PSD. Vasconcelos deixou para o último ano de mandato uma obra que considera ser "emblemática" capaz de deixar "marca no futuro do município". Aquilo que poderia ser entendido como uma acção de aproximação política, passou quase imperceptível aos olhos dos comerciantes. Ao DIÁRIO, o autarca negou que alguma vez sequer tenha pensado na questão, preferindo antes, apontar o "sentido de responsabilidade sempre na defesa dos comerciantes", justificando a iniciativa com a "disponibilidade financeira" do momento da Câmara: "Só agora tivemos cabimento orçamental para avançarmos com a obra". Porém, haverá apoio por parte do Governo Regional através da celebração de um contrato-programa.

Inauguração em 2010

Daqui a um ano, toda a frente mar não será a mesma. A área comercial será ampliada assim como os passeios marítimos vão ganhar outra dimensão. Zonas de lazer ajardinadas serão igualmente introduzidas e o número de estacionamentos ao longo da marginal crescerá. Um pormenor do melhoramento consistirá na identidade própria dos espaços comerciais. Cada um terá uma cor diferente por forma a distinguir o espaço, além de toda área comercial das esplanadas ganharem comodidade. A encosta merecerá atenção através da introdução de jogos de luzes proporcionando à noite um efeito luminoso interessante aos visitantes.

Comerciantes favoráveis

David Leça, Marques Rosa e Roberto Caires, três empresários de ramo de negócio completamente diferentes, estavam satisfeitos com a iniciativa. Marques Rosa, disse ter sido "uma ideia muito boa", assegurando que "o volume do comércio irá aumentar".

Já David Leça, não se importa de ver a sua padaria prejudicada durante um ano enquanto decorrerá as obras. "Irá afectar, mas depois isso recupera-se com o melhoramento que se prevê para ali".

Quem alinhou pelo mesmo diapasão foi Roberto Caires. Ligado ao ramo da restauração, garantiu que o nível de "conforto irá aumentar e a tendência será o crescimento de clientes".


DN Madeira

Nove empresas concorrem ao novo estaleiro



Data: 28-05-2009

A exploração do novo Estaleiro de Água de Pena, concebido para a reparação de pequenas embarcações de recreio, está a despertar um interesse inusitado junto de um conjunto de empresas e colectividades. Porque foram nove os candidatos que cumpriram os requisitos e tiveram presentes na abertura de propostas no âmbito do concurso público promovido.

Para além da MarinaFunchal, a entidade que gere o estaleiro de São Lázaro, apresentaram-se a concurso a Associação Náutica da Madeira e a ANB, bem como a empresa Assistência Náutica/33º 16º, a empresa que gere as marinas do Porto Santo e da Quinta do Lorde.

Filipe Cardoso foi a concurso com a Nautileste, uma empresa de referência da cidade de Machico, no que é acompanhado da Formiga Tranquina Lda, surgindo a Miguel Olim Lda (Câmara de Lobos), J S Vieira & Gouveia (Caniçal) e a Madnáutica (Caniço) interessadas, também, no negócio.

O contrato tem por objecto a exploração, de forma contínua e eficiente, de um estaleiro destinado à reparação de embarcações de recreio e destina-se exclusivamente a actividades relacionadas com a actividade destacada atrás, não lhe podendo ser dado outro destino, directa ou indirectamente.

Localizado na parte inferior da pista do Aeroporto da Madeira, freguesia de Água de Pena, o estabelecimento da concessão é constituído essencialmente por um espaço com cerca de 14.500 m2, onde estão implantadas algumas construções de apoio à actividade, nomeadamente um pavilhão-oficina (128 m2), pavilhões com boxes (236 m2) e quatro espaços comerciais, com 100 m2.

O acesso das embarcações far-se-à pelo portão sul, aproveitando as infra-estruturas portuárias de salvamento existentes a oeste e respectivo 'travelift'. Para o efeito, será celebrado um protocolo de cooperação entre o concessionário e os responsáveis pela infra-estrutura de salvamento, no sentido da utilização partilhada dos equipamentos.

O prazo de duração do contrato para exploração do estaleiro para embarcações de recreio de Água de Pena é de dez anos, contados a partir da data da assinatura do respectivo contrato, podendo ser renovado por iguais períodos, até o limite de duas renovações.

A adjudicação será feita segundo o critério da proposta economicamente mais vantajosa para a entidade adjudicante, tendo em conta a experiência na actividade, a proposta de renda mensal e o sistema de exploração, com destaque para os serviços a implementar e esquema de funcionamento, tabela de preços, estrutura orgânica funcional do pessoal e a manutenção das instalações, segurança no trabalho e recolha e tratamento de resíduos.

Compete, agora, à Secretaria Regional do Equipamento Social proceder, dentro dos trâmites normais e legais, à análise das propostas no prazo mais curto possível.


DN Madeira

Inaguraçao do Laboratório de Veterinária e Segurança Alimentar

Elogios de Jardim aos técnicos do Laboratório de Veterinária e Segurança Alimentar

São dos melhores do país















A O presidente do Governo Regional enalteceu as qualidades técnicas dos quadros do Laboratório de Veterinária e Segurança Alimentar da Madeira.
Durante a inauguração da infra-estrutura que orçou os 8,2 milhões de euros, Alberto João Jardim realçou que «os formados na veterinária e nas outras áreas relacionadas com a actividade laboratorial são dos melhores que o país tem».
O líder madeirense foi mais longe ao referir que «a Região tem muito orgulho na alta competência técnica que, ao longo destes anos, têm patenteado»
O novo laboratório é na opinião do líder madeirense, uma infra-estrutura técnica e científica que se destina, não apenas a trabalhar no campo da veterinária, mas também nas mais diversas actividades económicas da Região, em particular no campo da segurança alimentar. «Trata-se talvez do melhor laboratório do país neste género apetrechado, havendo já pedidos de propostas para trabalhar com o exterior, continente e Açores».
Para o presidente do Governo Regional, trata-se de concretizar uma resposta que a partir do começo deste século era preciso dar, em termos não só das exigências da União Europeia, mas também em função do crescimento da economia regional e do seu impacto na população.
O novo laboratório surge numa fase que obriga, por parte das entidades públicas, a uma atenção redobrada a determinado tipo de doenças novas que vão sendo descobertas e que vão aparecendo.
Por outro lado, disse Jardim, «esta é uma infra-estrutura necessária para dar um apoio de base ao desenvolvimento de toda a nossa produção alimentar da Região ou importada».

A obra

O Laboratório Regional de Veterinária e Segurança Alimentar da Madeira está localizado em São Martinho. Com esta infra-estrutura, a Região Autónoma fica em condições de cumprir todos os requisitos necessários à obtenção da acreditação de acordo com a Norma EN/17025:2005, sendo esta a condição obrigatória para todos os laboratórios que efectuam controlos no ãmbito da veterinária e da segurança dos géneros alimentícios.Este laboratório compreende duas áreas distintas: a administrativa e a laboratorial, distribuídas por quatro andares do novo edifício. Na última estão incluidos um andar destinado às análises veterinárias, um outro para as análises de resíduos e análises bromatológicas e dois pisos técnicos de armazenamento de material. O investimento da Secretaria do Equipamento Social atingiu os 8,2 milhões de euros.

Jornal da Madeira










PGRAM

Ainda dizem que o Portugues e´ desenrascado

Vejam la estes Russos







O Transito em Moscovo

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Escola da Ptª do Pargo será requalificada







Data: 27-05-2009

O secretário regional da Educação e Cultura fez ontem uma 'longa' viagem até ao 'final do mapa', para visitar a Escola da Ponta do Pargo, a convite da turma da Pré. Foi recebido com entusiasmo e aproveitou para constatar 'in-loco' o estado degradado do estabelecimento de ensino da recôndita freguesia calhetense.

Depois de ter sido 'obrigado' a pintar um quadro de 'boas vindas' e de ter apreciado a dramatização e a exibição de um dos seus contos infantis, Francisco Fernandes participou na coreografia de uma canção e ofereceu o seu mais recente livro, deixando o desafio para que a história seja futuramente recriada pelos jovens alunos.

À saída, Francisco Fernandes reconheceu a necessidade de requalificar a escola que "está no plano de intervenções" e deverá ser mesmo "uma das próximas a ser intervencionada", garantiu. A requalificação visa a "recuperação do edifício existente e a melhoria global das instalações".

O secretário só não sabe se as obras avançam ainda antes do próximo ano lectivo. "Depende de outra secretaria (Equipamento Social)", apontou. Admitiu contudo que "já está a ser preparado o concurso e creio que isso poderá acontecer muito em breve".

O DIÁRIO apurou que as instalações do Centro Cívico, nomeadamente a reconversão de um dos pisos de estacionamento, deverá ser a alternativa para acolher os alunos, caso as obras decorram durante durante o período de aulas.


DN Madeira