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quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Inaguração do Caminho do Poço das Fontes na Freguesia de Santo António (Funchal)

Câmara do Funchal prossegue requalificação viária das zonas altas de Santo António
Vereda passa a estrada

A população da zona do Poço das Fontes, em Santo António, tem agora a vida mais facilitada, com a abertura de uma estrada que tem início no Caminho da Ladeira. O investimento da Câmara do Funchal ascendeu a 700 mil euros.




O presidente da Câmara Municipal do Funchal procedeu, ontem, à inauguração do Caminho do Poço das Fontes, na freguesia de Santo António. Trata-se de uma obra da responsabilidade da autarquia que ascendeu a quase 700 mil euros.
Na oportunidade, Miguel Albuquerque sublinhou o facto desta ser uma “obra importante na freguesia de Santo António ao nível das acessibilidades locais, que vai servir um grande núcleo populacional que, até então, não tinha acesso por uma estrada”.
A obra constava do programa camarário sendo que, aquando a sua construção, a autarquia aproveitou para “infraestruturar toda aquela zona, que vai servir a população residente da freguesia de Santo António”, reiterou.
Este novo acesso era, anteriormente uma pequena vereda, uma acessibilidade pedonal muito complicada, que agora permite dá azo à passagem de carros, facilitando a vida à população.
Para tornar esta obra possível, a Câmara Municipal contou com a colaboração da população, que cedeu os terrenos. O autarca salientou o facto tendo afirmado que “foi uma atitude cívica muito importante por parte das pessoas”.
O presidente da autarquia funchalense mostrou-se, também, satisfeito pelo facto de, mais uma vez, ter cumprido o que estava previsto para aquela freguesia, apesar das restrições financeiras.
“Cumprimos os nossos objectivos, apesar de todas as dificuldades que as Câmaras enfrentam, neste momento, em termos financeiros”, apontou.
Este novo caminho tem início no Caminho da Ladeira e termina num impasse de inversão de marcha. A estrada com projecto realizado pela Câmara enquadra-se na política de requalificação viária das zonas altas de Santo António, a qual apresenta uma configuração com inclinações pouco acentuadas.
A largura da faixa de rodagem é de 5.5 metros. A rede comum de drenagem de águas pluviais e de distribuição de água de rega tem uma largura de 0.5 metros.
Foram executadas redes de distribuição de água potável, de canalização das águas pluviais e melhoramento da rede de iluminação pública existente.
Além das referidas redes, houve necessidade de proceder à movimentação de terras, contenção dos terrenos através da construção de muros de suporte em betão ciclópico, reposição de serventias de acesso às moradias e terrenos existentes e pavimentação.


Câmara projecta pequeno troço para 2010
A Câmara Municipal do Funchal vai avançar, no próximo ano, com a continuidade a um pequeno troço que ficou por concluir, aquando a abertura do Caminho do Poço das Fontes, na freguesia de Santo António, que foi ontem inaugurado.
Na oportunidade, o presidente da autarquia explicou o facto tendo em conta que na parte final da estrada, existe um impasse.
A autarquia vai dar continuidade ao pequeno troço que vai servir duas a três casas que existem naquela zona.
Esta obra deverá arrancar no próximo ano. Para que tal seja possível, vai ser inserida uma pequena verba no Orçamento Camarário, no sentido de levar a cabo essa acessibilidade a norte daquela estrada.
O edil explicou que este impasse ficou a dever-se a questões com os terrenos de maneira que, apesar das pessoas terem colaborado, “por vezes, há problemas jurídicos nas cedências de terrenos”, apontou.
Mas esta situação não representa uma dificuldade para o edil o qual afirmou que “o que me interessa é concretizar as coisas e, neste momento, isso está mais ou menos desbloqueado e vamos complementar estar obra com esse pequeno impasse no próximo ano”.



Jornal da Madeira

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Execução em Santa Cruz já atinge os 54%

Reunião do Executivo Regional com o município santacruzense


O presidente do Governo Regional mostrou-se ontem satisfeito com o resultado positivo da execução de obras no concelho de Santa Cruz. Neste momento, 54% dos investimentos estão concluídos ou em vias de conclusão. Entretanto, por não serem indispensáveis, o Governo Regional decidiu suspender três investimentos previstos para o concelho.





As obras do Governo Regional previstas para o concelho de Santa Cruz estão, neste momento, com uma taxa de execução de 54%. Um dado positivo, segundo considerou ontem Alberto João Jardim, no final de mais uma reunião entre o Executivo Regional e as câmaras municipais.
O Governo reuniu-se de ontem manhã com o presidente de Santa Cruz e à tarde com os executivos da Calheta e da Ponta do Sol.
No final do encontro com José Alberto Gonçalves, o líder do executivo regional destacou a taxa de execução «positiva» que as obras do Governo registam em Santa Cruz.
«Neste momento, a meio do mandato do Governo Regional, está já concluído ou perto de conclusão 54% das obras previstas para Santa Cruz até 2011. Teremos agora de lançar 46% nestes dois anos», referiu o presidente do Governo Regional, no final desta reunião, que acontece antes da discussão e aprovação do Orçamento da Região Autónoma da Madeira, previsto para o próximo mês.
Os 46% correspondentes às obras que ainda serão executadas estiveram também a ser analisados e surgiram reajustamentos na sequência do que ficou decidido na reunião.
Assim, e atendendo a que vivemos um momento em que «não se deve estar a fazer obras dispensáveis», o líder do executivo madeirense tomou três decisões.
A primeira foi a suspensão da construção de uma estrada para a Meia Serra. «Como a Meia Serra já está bem servida de estradas e é uma zona que não tem habitação, não se justificava mais nenhuma estrada», explicou Jardim, admitindo, no entanto, que no futuro, após sair do Governo, «se quiserem fazer mais estradas, façam».
Mas, para já, não há estrada e com esta decisão «já se poupou aí um tanto», disse.
Outro acesso que estava previsto mas que também não será construído neste mandato é uma estrada em Gaula. Essa estrada seria «caríssima, de milhões e milhões de contos», declarou Jardim, explicando que como «havia uma alternativa próxima», este investimento também não irá realizar-se.
O terceiro corte decidido foi nas obras da ribeira do Porto Novo.
«Queriam fazer lá umas obras no calhau da ribeira do Porto Novo, mas ao lado, em Santa Cruz, já tem uma zona balnear óptima, pelo que não se justificava gastar dinheiro aí no calhau».
Feitas as contas, o Governo Regional «poupou ainda uns milhões» com a reunião com a Câmara Municipal.
Entretanto, um comunicado do gabinete da Presidência do Município de Santa Cruz, sobre a reunião com o Governo Regional, entra em maior detalhe acerca das decisões tomadas.
Assim, e no que diz respeito à freguesia da Camacha, ficou decidido que «arranca já este ano a construção da piscina e o concurso público para o auditório e mercado, obra que irá para o terreno em 2010».
No Caniço, esclarece a missiva da Câmara, «surge a bom ritmo o alargamento da Estrada do Garajau, bem como a continuidade da via alternativa ao centro da cidade, obra concomitante ao “Parque da  Cidade”, que a câmara municipal deverá em breve iniciar». Mantém-se também com o agendamento previsto o alargamento da estrada entre a Quinta Splendida e a Cervejaria Alemã.
Quanto à freguesia de Gaula, o comunicado da Câmara diz que se mantém inalterada a construção da ligação “Lombo-Povo”, mas confirma que a da Fazenda foi reprogramada para 2011, de forma faseada.
Na Freguesia de Santa Cruz, com a reprogramação da obra “Caminho da Fonte” para 2011, a Câmara vai intervir no terreno de forma a tornar a mesma transitável.
Refira-se ainda que as obras da Morena e da Lombada receberam “luz verde” para a sua continuidade, bem como na construção do Centro Cívico do Santo da Serra «nada de significativo foi alternado».



Jornal da Madeira

Ligação aos Canhas lançada neste mandato

Alberto João Jardim disse que esta é a «obra mais sagrada» da Ponta do Sol


O presidente do Governo garantiu ontem que a ligação aos Canhas, no concelho da Ponta do Sol, será concretizada. É, como disse, «a obra mais sagrada» do referido concelho. Jardim admitiu a possibilidade de não a chegar a inaugurar, visto que as previsões apontam para a conclusão da obra em 2012.




O presidente do Governo Regional declarou ontem que a ligação aos Canhas ainda será lançada neste mandato.
A garantia foi dada no final da reunião que o Executivo madeirense teve com toda a vereação da Câmara Municipal da Ponta do Sol para análise do ponto da situação do programa de obras para aquele concelho.
Neste contexto e segundo Alberto João Jardim, o presidente da Câmara «está de parabéns, por tudo e mais alguma coisa», isto é, «pelos resultados, pelo trabalho».
Quanto ao programa de obras para o concelho da Ponta do Sol, o presidente do Governo Regional adiantou não ter sido necessário «mexer em nada», nomeadamente em termos de alteração de prazos.
«Neste momento, a meio do mandato do Governo, o que é da responsabilidade nossa e articulado com a Câmara, 58 por cento está já executado ou em execução», disse o presidente do Governo.
Posto isto, Alberto João Jardim defendeu que, na metade que falta do mandato, «há que fazer os outros 42 por cento».
No que respeita à ligação aos Canhas, Alberto João Jardim disse que a obra é tão complexa que, «se calhar, já não vou ser eu a inaugurá-la».
Jardim garantiu que esta obra irá para a frente, não só por ter sido um dos compromissos que assumiu com a população, como por a considerar «a mais sagrada de todas as obras da Ponta do Sol». A Escola Primária também será concretizada.
«Nunca me viu deixar de lançar as obras a que me comprometo, mas também viu muitas vezes mandar à fava quem vem com ideias loucas, que não estão no Programa de Governo», disse Alberto João Jardim, em resposta aos jornalistas.
Por seu turno, o presidente da Câmara, Rui Marques, explicou que a ligação aos Canhas terá uma extensão de três quilómetros e meio, parte dos quais em túneis e viadutos. O projecto ainda está em fase de estudo, prevendo o autarca que o lançamento do concurso seja feito no início de 2010. Em princípio, a primeira fase estará concluída em 2011, mas a totalidade da obra só estará pronta em 2012.




Jornal da Madeira

CMF pretende isentar recuperação de prédios

Medida visa facilitar investimentos no centro do Funchal


A Câmara Municipal do Funchal vai apresentar um novo projecto de revisão do regulamento de taxas. O objectivo é tentar isentar, em termos de taxas, a recuperação dos prédios na zona central da capital madeirenses. Esta medida, a par de outras, representa “mais um incentivo” no sentido de facilitar estes investimentos no centro da cidade.




O presidente da Câmara Municipal do Funchal inaugurou, ontem, o “Edifício Amâncio Carvalho”, na Rua do Bispo n.º 42, na freguesia da Sé, Funchal, o qual foi recentemente recuperado.
Este edifício contempla sete áreas para escritórios, seis apartamentos e três áreas para espaços comerciais e representou um investimento de cerca de um milhão de euros.
Miguel Albuquerque mostrou-se satisfeito com o investimento, que representa uma nova oferta de habitação na zona central da cidade, o que vai de encontro àquilo que a autarquia pretende para o centro do Funchal.


CMF pretende isentar recuperação de prédios

Por forma a incentivar e permitir mais investimentos do género, autarquia funchalenses vai apresentar um novo projecto de revisão do regulamento de taxas. O objectivo é “tentar isentar, em termos de taxas, a recuperação dos prédios na zona central do Funchal”, explicou o autarca.
Esta medida representa “mais um incentivo”, a exemplo do que já acontece com “a redução dos 50% para a habitação e a isenção para a recuperação urbanística” sendo que o objectivo é “introduzir mais benesses no sentido de facilitar estes investimentos”, adiantou Albuquerque.
A propósito reiterou que nos últimos anos tem-se assistido a um novo surto de crescimento habitaciona no centro da cidade, quer na zona histórica quer nas zonas envolventes das zonas históricas.
Tendo em conta que “está na moda viver no centro, porque é agradável”, sublinhou que o “grande desafio” da autarquia é “tentarmos equilibrar em termos de população dos próprios residentes”.

Garantir habitação
a preços comerciais


Para permitir o acesso a um maior leque de pessoas, o presidente da Câmara do Funchal deixou um apelo, para que haja um equilíbrio em termos de preços.
“A Câmara e os poderes públicos têm que fazer um esforço no sentido de garantirem, também, alguma habitação a preços comerciais no centro da cidade como fizemos na zona das Cruzes e na zona da Alegria, no sentido de não introduzir discriminações em termos de residentes no centro da cidade”, frisou.
De acordo com o autarca, o Funchal tem assistido a um conjunto de recuperações importantes. Contudo, alguns dos prédios têm-se deparado com problemas de herdeiros, outros têm problemas com inquilinos que têm rendas antigas, o que dificulta a recuperação dos mesmos.
Apesar destes constrangimentos, “neste momento, as coisas estão a correr bem”, garantiu. De tal forma que, em relação ao edifício Amâncio Carvalho, Miguel Albuquerque mostrou-se “duplamente satisfeito por inaugurar mais uma obra importante em termos de recuperação do centro histórico do Funchal”.
Por um lado, porque o prédio foi totalmente recuperado mantendo as suas características históricas e o seu perfil arquitectónico. Por outro, porque esta recuperação representa “uma nova oferta de habitação na zona central da cidade” que está “em conformidade com aquilo que a Câmara do Funchal pretende para o centro da cidade”.


Albuquerque destaca obra importante
Manuel Carvalho, promotor da obra de recuperação do Edifício Amâncio Carvalho, ontem, inaugurado pelo presidente da Câmara do Funchal, na Rua do Bispo salientou a forma como a autarquia, o arquitecto e o construtor tudo fizeram para cumprirem os prazos.
Dirigindo-se, em particular, ao presidente da Câmara Municipal, Miguel Albuquerque, Manuel Carvalho agradeceu a “paciência e tolerância” que houve por parte da autarquia em relação à grua que, durante algum tempo, esteve a ocupar aquela área no centro do Funchal, para que a obra pudesse cumprir com todos os regulamentos que constam da lei.
“Não foi fácil mas graças a Deus, cumprimos com tudo e aqui está à vista do povo do Funchal”, apontou Manuel Carvalho.
Miguel Albuquerque reconheceu que se trata de “obras difíceis, por estarem no centro do Funchal” tendo enaltecido, sobretudo, o facto de, “nesta altura, terem feito este importante investimento para a nossa cidade do Funchal”.
O Edifício Amâncio Carvalho foi baptizado em memória ao pai de Manuel Carvalho que adquiriu aquele espaço em Setembro/Outubro de 1966. Na altura, “não foi fácil a negociação da compra do prédio” porque “a ASSICOM tinha direito à compra”, recordou Manuel Carvalho. O prédio pertencia a uma família de sobrenome Brazão, de São Vicente que detinha outros dois.



Jornal da Madeira

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Santana cria gabinete para apoiar emigrante

Rui Moisés diz ser ainda fundamental implementar gestão eficaz na Autarquia






A Câmara Municipal de Santana tem, como uma das metas a atingir, o desenvolvimento de acções que promovam a captação de investimento privado e a empregabilidade do concelho.
Rui Moisés, presidente da Câmara Municipal de Santana, fala ainda «em promover uma relação de proximidade com o tecido empresarial, em estimular os agentes económicos locais para a qualidade dos serviços e produtos, em apostar na modernização e diversificação da economia rural, em realizar Contratos-Programa com as diferentes instituições do concelho».
O autarca, em declarações ao JM, diz ser ainda fundamental incrementar uma gestão eficaz na Autarquia, efectuar candidaturas aos programas comunitários e estabelecer Contratos-Programa com o Governo Regional.
Ao nível do Urbanismo, diz ser objectivo continuar a rever o Plano Director Municipal, incrementar a construção da arquitectura tradicional, implementar a toponímia e sinalética comum a todas as freguesias do concelho, colocar “Muppies” nos centros de todas as freguesias do concelho.
O nosso interlocutor anuncia ainda que a Câmara Municipal de Santana vai «estabelecer parcerias com diferentes instituições locais, colaborar com instituições que promovam acções de interesse municipal, fortalecer a relação entre entidades públicas e privadas, rentabilizar recursos e serviços de entidades públicas».
«Criar um gabinete de acompanhamento ao emigrante, fomentar o relacionamento com entidades nacionais e internacionais que promovam o nosso concelho, coordenar a dinâmica de acção da Autarquia com as Juntas de Freguesia, potenciando os recursos existentes e consequentemente a sua eficácia.
Ao nível da agricultura, a edilidade vai ainda tudo fazer no sentido de valorizar e dignificar o sector, conforme refere Rui Moisés.
Assim, está no plano «proceder à abertura de caminhos agrícolas, comemorar o Dia Mundial do Agricultor, referenciar Santana como concelho de qualidade agrícola, estabelecer parcerias com entidades públicas e privadas para formação, qualificação dos agricultores, promoção e comercialização de produtos, cooperar com a Secretaria Regional do Ambiente e dos Recursos Naturais em múltiplas acções de intervenção na área agrícola, promover junto dos agricultores e consumidores as vantagens da agricultura biológica, estimular o crescimento da agricultura empresarial e dinamizar a produção de energias renováveis nas explorações agrícolas».

Rui Moisés quer descentralizar serviços

A Câmara de Santana vai descentralizar os serviços camarários mais próximos das pessoas, nomeadamente no pagamento da água.
Rui Moisés anuncia, por outro lado, que a edilidade vai «efectuar a candidatura do concelho de Santana à Rede da Biosfera UNESCO, requalificar os jardins públicos e miradouros, limpar e manter as estradas, veredas, levadas e escarpas, florir vários caminhos municipais, estabelecer parcerias no combate às plantas infestantes e criar programas de educação ambiental.
Também irá «promover as energias renováveis em infra-estruturas públicas e privadas, requalificar os cemitérios, fomentar a recolha selectiva, recolher os resíduos especiais, óleos alimentares, óleos de automóveis, lâmpadas, rolhas,…), promover a compostagem doméstica, gerir com eficácia os resíduos orgânicos e reparar, substituir e ligar as redes de abastecimento de água potável».
Rui Moisés diz que outros objectivos são: «Proceder ao tratamento da água potável e incentivar a poupança da água, limpar os leitos das ribeiras e córregos, regular e acompanhar o processo de extracção de inertes, implementar o programa eco-escolas no concelho, valorizar projectos com a temática ambiental, comemorar os dias alusivos ao ambiente, dinamizar, limpar e manter as zonas balneares existentes (Faial e São Jorge) e a construir (Arco de São Jorge), aumentar a rede de saneamento básico e tratar as águas residuais».


Jornal da Madeira

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Inaguração da ETAR do Caniço (Santa Cruz)














PGRAM


Jardim garante cumprir Programa de Governo e critica “fantasias” da oposição
“Podem inventar, entra num ouvido sai noutro”


O presidente do Governo Regional garante que nestes dois anos que faltam para terminar o seu mandato, vai fazer “ouvidos de mercador” ao que diz a oposição, que aparece na comunicação social a inventar obras que são “fantasias”. Na inauguração da nova ETAR do Caniço, reiterou que nesta fase de controlo financeiro deve imperar o bom senso e que a prioridade é cumprir o Programa de Governo, porque foi um compromisso que assumiu com a população.




Alberto João Jardim disse, ontem, no Caniço que a oposição pode inventar e reivindicar as obras que quiser mas que vai fazer “ouvidos de mercador para isso tudo, entra num ouvido sai pelo outro”, afirmou.
Jardim garantiu que “só se vai fazer o que está programado porque é isso que o bom senso e a responsabilidade financeira obrigam” tendo reiterado que “ ninguém está para deixar de poder assumir os compromissos que tomou com a população para ir aturar fantasias de outras pessoas que são inqualificadas e que foram sempre repudiadas democraticamente pelo voto da população”.
O chefe do executivo madeirense falava no âmbito da inauguração da nova Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) do Caniço, situada no Sítio do Portinho, um investimento do Governo Regional no valor de 4.500 milhões euros.
Jardim sublinhou que esta obra veio colmatar uma grande necessidade dado que a antiga ETAR já era insuficiente, a qual vai ser aproveitada para servir aquela nova unidade para resolver o problema das águas residuais das freguesias da Camacha e do Caniço que juntas, ultrapassam os 40 mil habitantes.
Este número, sublinhou, representa “uma percentagem importante da população da Madeira, daí a dimensão do investimento e as tecnologias inovadoras e de ponta que estão a ser utilizadas”.
Para o presidente do Governo Regional, a inauguração desta obra significa que “continuamos na senda de apresentar coisas novas ao povo madeirense, independentemente do período político que se esteja a viver”.
Recordou que estão agendadas mais algumas inaugurações, o que significa que “a vida vai continuar” tendo advertido que “os dois anos que faltam para terminar o mandato deste Governo Regional vão ser dois anos de forte controlo financeiro”.
Garantiu que “não está em causa o lançamento do Programa de Governo mas as disponibilidades financeiras obrigam ao bom senso, se quisermos lançar tudo o que consta do Programa”.

Jardim quer bom senso
nas reuniões com as Câmaras


É com base neste “bom senso e planeamento” que garantiu que “alguns aspectos serão revistos nas reuniões com as Câmaras Municipais”, tendo exclamado que espera que estas corram tão bem como correu a reunião com a Câmara Municipal do Porto Santo.
Reiterou que “este planeamento vai ser feito com rigor” e que “o que importa agora não são os resultados eleitorais mas trabalhar para o futuro” porque “este Governo não dorme sobre os louros da obra erguida”.
De maneira que “independentemente do que se continua a dizer na Praça Pública, onde há uns cavalheiros que ainda não perceberam que o povo não gosta de irresponsabilidades” e que apesar da “sova eleitoral que as oposições levaram nestas últimas eleições, continuam exactamente na mesma, a fazer propostas desgarradas”.
Jardim advertiu que o Programa do Governo “não é uma coisa que se muda à vontade do freguês, obedece a um bolo de receitas e despesas possíveis e o que eu continua a ver é que se continua aqui e ali a fazer promessas que não constam do Programa”.
De tal forma que, garantiu que vai continuar a ignorar tudo isso porque “o sucesso da Administração Social Democrata seja no Governo, seja nas autarquias tem sido fazer ouvidos de mercador a esses disparates todos”.
Na oportunidade, o director regional do Ambiente, João Correia enumerou as qualidades da nova obra, que decorre das normas comunitárias e do apuramento em relação ao tratamento das águas residuais,.
A nova ETAR foi concebida para tratar as águas residuais recolhidas nas freguesias da Camacha e do Caniço. Recebe cerca de 4 mil metros cúbicos/dia, de águas residuais, prevendo-se que poderá chegar a cerca de 5.500 metros cúbicos/dia.
O presidente da Câmara Municipal de Santa Cruz, José Alberto Gonçalves deixou uma palavra de gratidão pela forma coordenada como decorreram os trabalhos entre o Governo Regional, a Câmara e a empresa responsável pela execução do projecto.
A obra, apontou, “é a afirmação que o Caniço cresce, que o município cresce” e que “há uma vontade por parte das entidades que estão no terreno, em consolidar o nosso desenvolvimento, continuar a fazer sempre mais e melhor”.
Relembrou outras obras que estão no terreno, da responsabilidade da Câmara tendo reafirmado a sua convicção que, é desta forma coordenada que o desenvolvimento se consolida e que Santa Cruz, o segundo município da RAM “se vai afirmando cada vez mais” e “cresce, cada vez mais, de uma forma sustentada e equilibrada”.


A OBRA

A nova ETAR do Caniço é uma obra do Governo Regional orçada em 4.5 milhões de euros, com um prazo de execução de 540 dias. Constitui um passo importante na melhoria da qualidade ambiental e de vida da população do concelho de Santa Cruz e serve o objectivo de se equipar todas as freguesias da Madeira com um destino final adequado para as águas residuais urbanas. Tem capacidade para tratar um caudal médio de águas residuais de 3.917 metros cúbicos de água por dia, servindo a totalidade das populações das freguesias do Caniço e da Camacha. Esta empreitada teve como objectivo ampliar e completar o esquema de tratamento da antiga ETAR do Caniço com tratamento secundário e sistema de desinfecção, de modo a atingir os mais altos parâmetros de qualidade no tratamento de águas residuais urbanas.



Jornal da Madeira

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

“Levada do Cavalo” terá cinco novas ruas (Funchal)

Consolidação da rede viária teve ontem início com a abertura de um dos arruamentos


Os moradores na Travessa da Cruz de Carvalho e de Santo António contam, desde ontem, com um novo acesso, que vai permitir uma melhor circulação viária. Trata-se do alargamento parcial da Travessa da Cruz de Carvalho, da responsabilidade da Câmara do Funchal, que consta do Plano de Urbanização da Levada do Cavalo, que vai ligar a Rua das Maravilhas ao Caminho de Santo António.






A Câmara Municipal do Funchal inaugurou, ontem, um dos cinco arruamentos que constam do Plano de Urbanização da Levada do Cavalo, com o objectivo de consolidar a rede viária.
Trata-se do alargamento parcial da Travessa da Cruz de Carvalho que vem permitir a ligação da Rua das Maravilhas, próxima à Escola Dr. Horácio Bento de Gouveia (junto ao Hospital Dr. Nélio Mendonça) ao Caminho de Santo António.
“Este arruamento vem consolidar o Plano de Urbanização da Levada do Cavalo” o qual vem “permitir a ligação entre a Levada do Cavalo e o Caminho de Santo António”, explicou o presidente da Câmara Municipal do Funchal, Miguel Albuquerque.
Ao mesmo tempo, apontou o autarca, “vem servir um conjunto populacional que tinha uma acessibilidade precária, através de uma pequena vereda”.
Para além de beneficiar todo o aglomerado populacional, o novo arruamento vem permitir, também, a acessibilidade até à escola por parte dos moradores de Santo António.
Com esta obra, pretendeu a autarquia contribuir, de imediato, para a servidão automóvel ao aglomerado residencial existente na antiga travessa que era exclusivamente pedonal, como também para promover a ligação viária ao Caminho de Santo António.
Esta ligação revela-se, por isso, bastante importante porque vai permitir o escoamento alternativo dos maiores fluxos de circulação automóvel gerados pelos empreendimentos de habitação colectiva construídos no local, os quais já estão em sintonia com o Plano de Urbanização.
O alargamento da Travessa da Cruz de Carvalho contempla uma plataforma com 6.50 metros de largura e um único passeio a sul com 1.25 metros e uma faixa de rodagem ainda variável, dado que não foi integralmente alargada a norte, e que terá um sentido único oeste-leste.
De uma forma geral, os trabalhos que foram realizados incluíram a movimentação geral de terras para proceder ao alargamento do arruamento, a que se juntaram os trabalhos prévios como as necessárias demolições e desmatações.
Incluiu, também, a construção de muros de suporte e de vedação com o restabelecimento de serventias, a reposição de um canal de rega, o lançamento de infra-estruturas de água, esgotos domésticos e pluviais e, ainda, de energia eléctrica, incluindo a renovação da iluminação pública.

Mais habitação colectiva “exigiu” mais 4 ruas

Miguel Albuquerque adiantou, na oportunidade, que os restantes quatro arruamentos vão fazer a ligação entre a zona da Levada do Cavalo e a zona de Santo António tendo em conta que o Plano de Urbanização da Levada do Cavalo desenvolve-se a partir dali para norte.
Será uma mais valia, sobretudo, para os moradores tendo em conta que está prevista a edificação de habitação colectiva, naquela zona, adiantou.




Jornal da Madeira

Plano de Urbanização da Levada do Cavalo



CMF

sábado, 10 de outubro de 2009

Inaguração do Caminho do Palheiro Ferreiro/Pinheirinho e Ribeira dos Pretetes na Freguesia do Caniço (Santa Cruz)

Presidente do Governo Regional fez ontem a 70.ª inauguração desde 12 de Agosto
«Não permito insultos ao povo madeirense»






O presidente do Governo Regional, Alberto João Jardim, aproveitou ontem a inauguração da ligação entre o Caminho do Palheiro Ferreiro/Pinheirinho, Ribeira dos Pretetes, avaliada em cerca de 1.4 milhões de euros, para afirmar que não admite insultos ao povo madeirense.
Jardim ripostou energicamente contra aqueles que dizem existir na Madeira uma asfixia democrática: «Não permito insultos ao povo madeirense».
Depois de realçar que, com este acto oficial, concluiu um ciclo de 70 inaugurações iniciado a 12 de Agosto, o líder madeirense destacou que é desta forma que mostra a obra feita ao povo.
Tal como referiu: «Nós temos trabalho para apresentar, nós que aplicamos os dinheiros públicos, nós que com as inaugurações prestamos satisfação ao povo, mostramos o que se está a fazer».
Seguiu-se a crítica «aqueles inúteis que malbaratam os dinheiros públicos e que não têm obras para apresentar e vivem de promessas e enfiam barretes e dizem que os outros têm asfixia democrática, é um insulto ao povo madeirense».
Alberto João Jardim salientou que o desenvolvimento da Madeira, não foi só dos políticos, mas sim conseguido à custa do «trabalho de gente que suou as mãos, fez calos nas mãos, deu aqui o seu melhor», acrescentando que «dizer que estas pessoas estão sob asfixia democrática é um insulto ao povo madeirense».

Desenvolvimento da Madeira feito pelo povo

Na sua intervenção, o líder madeirense elogiou o presidente da Câmara Municipal de Santa Cruz, José Alberto Gonçalves, e o presidente da Junta de Freguesia do Caniço, Aníbal Alves, «pela visão que tiveram na abertura desta acessibilidade fundamental para o desenvolvimento da zona alta do Caniço, no processo de desenvolvimento que, felizmente, se assiste nesta freguesia».
O líder madeirense estendeu os agradecimentos ao empreiteiro da obra (Lena Construções) e aos seus trabalhadores, enaltecendo ainda o papel desempenhado pela população na realização desta infra-estrutura rodoviária na zona alta do Caniço
«Tudo o que se tem feito na Madeira, desde escolas a centros de saúde e tudo o mais, até mesmo investimentos privados, a população tem colaborado, tem tido pachorra, mesmo às vezes porque as obras demoram mais, outras vezes porque são interrompidas. Tenho que agradecer a esta população maravilhosa, ter-nos ajudado e ter paciência para podermos levar isto até ao fim», reforçou Jardim.
O Chefe do Executivo realçou, por outro lado, que o desenvolvimento do Caniço, «cidade que se está a expandir em todos os sectores da economia», mantém uma tradição agrícola, está no segundo lugar do “ranking” dos serviços, tem um importante desenvolvimento industrial, «implicava que se abrisse mais esta acessibilidade».
Durante a intervenção, Alberto João Jardim revelou uma curiosidade cultural. O líder madeirense quis saber a origem no nome do Caminho da Ribeira dos Pretetes.
No final da cerimónia, o presidente da Junta de Freguesia do Caniço explicou a Jardim que tal devia-se ao nome de uma família, conhecida como Pretetes, que vivia na ribeira naquela zona.

Governo, Câmaras e Juntas em prol do desenvolvimento

Por seu turno, o presidente da Câmara Municipal de Santa Cruz, José Alberto Gonçalves realçou que a inauguração resultou de um trabalho coordenado entre diversas entidades - governo, câmara e junta.
O autarca destacou que esta infra-estrutura rodoviária constitui uma mais-valia para o parque empresarial que está em construção naquela zona, revelando que a conclusão da segunda fase da estrada deverá ficar concluída até 2011.
José Alberto Gonçalves elogiou a postura emprearial dos que apostam no Caniço (cidade mais jovem da Madeira) para empreenderem os seus negócios. «Dizer que a cidade do Caniço é apenas um dormitório é não conhecer a cidade, porque ela tem o melhor parque de hotelaria depois do Funchal, entando previstos mais alguns em breve, tem parques empresariais, tem investimento e tem população», realçou.
O autarca agradeceu às pessoas que colaboraram no alargamento da estrada. «Ainda há aqui zonas judicialmente controversas, toda a gente sabe, que não tiveram a abertura de outros, mas o Tribunal de Contas foi um parceiro neste trabalho. Se aqui estamos a inaugurar é porque o Tribunal de Contas considerou que o nosso trabalho está correcto», reforçou.

A obra

A ligação entre o Caminho do Palheiro Ferreiro/Pinheirinho e Ribeira dos Pretetes, situa-se na freguesia do Caniço, concelho de Santa Cruz. Na nova via foram colocadas redes de água potável, de águas pluviais e de iluminação e telecomunicações. Esta infra-estrutura vem beneficiar diversos aglomerados populacionais, recebeu um tapete betuminoso e tem uma extensão de 830 metros, uma faixa de rodagem de 6 metros de largura e passeio com 1,20 metros. Trata-se de um investimento público da Câmara Municipal de Santa Cruz, que ascendeu a 1.3 milhões de euros.



Jornal da Madeira

Inaguração da 1º Fase da Estrada Municipal do Pico Ferreiro, Massapêz e Apresentação (Ribeira Brava)

Jardim diz que o povo é inteligente e não precisa de fazer muitos discursos
«As pessoas vêem a obra e formam o seu juízo»







O presidente do Governo Regional, Alberto João Jardim, disse ontem que não precisa falar muito para que as pessoas façam o seu juízo sobre a acção governativa.
Na cerimónia de inauguração da Estrada do Pico Ferreiro, no concelho da Ribeira Brava, o líder madeirense destacou: «As pessoas vêem as obras e formam o seu juízo, não em função do que eu digo, mas em função do que vêem, porque as pessoas são inteligentes».
Na óptica de Alberto João Jardim «se não tivesse feito nada, podia estar para aqui a falar e não servia de nada».
O líder madeirense elogiou a visão «muito profícua» do presidente da Câmara Municipal da Ribeira Brava e do presidente da Junta de Freguesia da Tabua.
Tal como destacou «a Tabua é uma freguesia muito complexa na sua orografia. As pessoas distribuem-se por partamares de altitude diferentes. Por outro lado, também as pessoas distribuem-se por vários aldeamentos pequenos e, portanto, aqui é fundamental haver uma boa rede de estradas».
O presidente do Executivo madeirense felicitou os autarcas pelo empenho demonstrado na construção desta ligação, sobretudo por terem convencido o secretário regional do Plano e Finanças, natural da Tabua, a contribuir para o financiamento da estrada. «O secretário das Finanças é a cunha da Ribeira Brava», gracejou Jardim, reconhecendo que a ligação ao Pico Ferreiro «era de facto uma estrada prioritária».
«O Pico Ferreiro tinha que ser servido não apenas na situação transversal que obrigava a uma volta enorme e a partir de agora tem um acesso directo à Corujeira e ao centro da Tabua», referiu o líder madeirense.
Jardim que ontem completou um ciclo de 70 inaugurações (vide página 3), reconheceu que tem falado muito. «Não era preciso falar tanto», disse, acrescentando que «com tanta obra feita, tenho de pedir licença às pessoas, porque estou muito cansado e me dispensassem de falar mais».

Nova estrada foi uma reivindicação da população

Por seu turno, Ismael Fernandes, presidente da Câmara Municipal da Ribeira Brava, destacou a importância da nova via para a freguesia da Tabua, na medida em que faz parte do entrocamento que liga aos sítios do Pico Ferreiro, Corujeira e à Apresentação.
«Ficamos com uma circunvalação nesta zona alta do concelho da Ribeira Brava», realçou o autarca, salientando que este é um tipo de obra devidamente «planeada e pensada».
Ismael Fernandes recordou que esta foi uma infra-estrutura reivindicada pela população do Pico Ferreiro e Massapêz. «Só foi possível realizar esta obra devido a uma parceria e ao relacionamento estreito entre Câmara Municipal, Junta de Freguesia e Governo Regional», salientou.
Tal como referiu «estas três entidades aos longo destes anos, têm trabalhado unidas no bem comum da população e é isso que pretendemos continuar a fazer e é isso que sabemos fazer».

A obra

A primeira fase da Estrada Municipal do Pico Ferreiro, Massapêz e Apresentação, na freguesia e concelho da Ribeira Brava tem uma extensão de 1.412 metros. Esta nova estrada, recebeu um tapete betuminoso e foi dotada de redes de saneamento básico, água potável, iluminação pública e telecomunicações e vem servir um aglomerado populacional e uma zona agrícola.Trata-se de um investimento da Câmara Municipal da Ribeira Brava, que ascendeu a dois milhões de euros.



Jornal da Madeira

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Emanuel Gomes enumera as diversas intervenções que tornaram o concelho mais atractivo

Machico está na moda



(Foto João Neves in Olhares)


”O concelho de Machico tem crescido a olhos vistos. É hoje um concelho “modernizado”, afirma o presidente da Câmara Municipal, Emanuel Gomes.
De acordo com o autarca, “o concelho de Machico está cada vez melhor porque nos últimos 8 anos, sobretudo, foi possível realizar, quer na cidade, quer nas freguesias um vasto conjunto de obras públicas que mudaram significativamente o seu aspecto geral”.
As muitas obras que foram sendo realizadas transformaram a vida e o dia-a-dia dos munícipes, salienta, de maneira que “hoje, Machico é um concelho arrumado em termos de vias de acesso, com a via rápida, a via expresso, as vias municipais, rotundas, estacionamentos”.
De maneira que “o grande problema das acessibilidades ficou resolvido”, afirma.
No que diz respeito ao “parque desportivo está bastante modernizado, com estádios de futebol, campos de relva sintéticos, polivalentes desportivos, ao Parque Desportivo de Água de Pena”. É um “conjunto de ofertas que tornam o concelho bastante atractivo”.

Recuperação do património e zonas ribeirinhas

A um outro nível, foi feita a recuperação dos edifícios com valor patrimonial como o Solar do Ribeirinho. Foi igualmente feita a remodelação de todas as zonas ribeirinhas e da frente-mar. A própria praia amarela de Machico veio dar uma outra dinâmica à cidade.
Também as promenades marítimas de Machico, Porto da Cruz e do Caniçal vieram acrescentar modernidade e uma certa atractividade às freguesias e à cidade.
Emanuel Gomes garante que este investimento tem resultado num aumento do número de visitantes, quer de madeirenses, quer em termos de turistas porque os próprios agentes de viagens param com gosto em Machico para visitar a cidade.
As pessoas de fora do concelho têm um gosto especial em visitarem Machico para irem à praia, para passearem até o Caniçal, Porto da Cruz ou até ao Santo da Serra.
“Eu diria que o concelho passou a estar na moda e isso é o resultado deste esforço que foi feito de modernização das infra-estruturas e da cidade. Machico é de fácil acesso, estaciona-se relativamente bem quando comparado com outros sítios mais complicados”. De maneira que “as pessoas vêem com algum gosto”, salienta.
Paralelamente, nas várias freguesias foram construídos centros de cultura que o concelho precisava para a realização de eventos culturais.
Foi o caso da construção do Forum Machico, os Centros Cívicos do Porto da Cruz e do Caniçal onde podem ser dinamizadas iniciativas culturais de qualidade desde peças de teatro, cinema, concertos musicais, exposições, entre outras, que antes não era possível realizar por falta de espaços apropriados.

Maior oferta de actividades

De entre a oferta de actividades culturais, destaque para a realização da Semana Gastronómica que, de acordo com Emanuel Gomes, é cada vez mais dinâmica e a novidade do Mercado Quinhentista, um evento criado pela Câmara Municipal em colaboração com a Escola Secundária local.
De destacar, também, a Festa do Pescador no Caniçal e a Festa da Uva no Porto da Cruz que são eventos culturais de cariz popular que foram melhorados. O próprio Carnaval e os eventos de fim-de-ano sofreram, igualmente, algumas melhorias.

Concelho cresce em número de habitantes

Em Machico, as remessas de emigrantes constituem uma parte importante para o crescimento económico da Região. Há muitos que têm comprado apartamentos no concelho. Muitas das moradias são destinadas a jovens que estão emigrados nas Ilhas do Canal, em Jersey, o que vai gerando riqueza, fazendo circular a moeda e criando postos de trabalho.
Nos últimos tempos, há pessoas de outros concelhos que, devido à nova atractividade da cidade vão comprando apartamentos e fixando a sua residência em Machico. São, sobretudo, jovens.
A população no concelho varia entre os 25 a 27 mil habitantes, dos quais, 21 mil são eleitores. Os investimentos privados têm surgido na área do Comércio, com a instalação das grandes superfícies comerciais ao nível alimentar, a par da instalação de algumas fábricas na Zona Franca do Caniçal e no Parque Empresarial de Machico.



Jornal da Madeira

Desenvolvimento continua em diversas frentes (Machico)

Das estradas às unidades hoteleiras



(Foto Bruno Abreu in Olhares)



O presidente da Câmara Municipal de Machico enumera que é preciso continuar com o programa de construção de acessibilidades no concelho onde, ainda, há pessoas que não conseguem chegar de carro a casa.
A autarquia vai, por isso, prosseguir com o programa de construção de pequenas estradas, tendo em conta que as grandes estradas estão, praticamente, quase todas concluídas, com excepção da ligação ao Parque Empresarial de Machico, a partir da via expresso.

Novo edifício camarário

Está, também, em carteira a construção de um edifício para a instalação dos serviços municipais porque “o actual já está um pouco saturado”, reitera.
Conta-se, também, a construção do novo pavilhão gimno-desportivo de Machico porque o actual não dá resposta às necessidades desportivas das associações locais.
A autarquia garante que vai continuar a apoiar as associações culturais e desportivas na realização dos seus programas tendo em conta que a participação da sociedade nestas associações é fundamental.
Está, também, programada a construção de uma escola no Porto da Cruz e do novo Centro de Saúde naquela freguesia, a par da recuperação urbanística do centro e do melhoramento do cais. Está, também, prevista a recuperação urbanística do Caniçal.
No Porto da Cruz, Caniçal e Machico está programada a criação de mais estacionamentos. Em Água de Pena vai ser lançada uma nova estrada na zona do Seixo, encontrando-se em construção a ligação entre a igreja e a zona da Bem-Posta.

Estátua aos pescadores e Museu da Baleia

Recentemente, o Governo Regional anunciou a construção de uma estátua/monumento em honra dos pescadores de Machico, para assinalar de uma forma física nesta zona a actividade piscatória, que foi bastante importante na vida económica e social da cidade e do concelho.
Há também a perspectiva de abrir, no próximo Verão, o novo Museu da Baleia e do crescimento ao nível da Hotelaria. Neste momento, está em construção o Resort da Quinta do Lorde, há pedidos de licenciamento para outras pequenas unidades hoteleiras de cidade a par de um pedido de licenciamento de ampliação do Hotel D. Pedro, estando a Câmara a aguardar o seu arranque.
Emanuel Gomes afirma que “há sempre muita coisa para fazer” e para tornar isso possível “há que continuar a haver entusiasmo e capacidade financeira porque a execução dos projectos depende muito disso”.
O autarca sublinha que esta é uma fase de alguma apreensão porque não sabemos muito bem o que vai sair do Governo da República, que é sempre importante para a definição dos apoios às autarquias mas mantém-se optimista.



Jornal da Madeira

Inaguração do Caminho da Fonte do Livramento na Freguesia do Caniço (Santa Cruz)

Alberto João Jardim critica os que gostam apenas da desgraça e alerta
Povo é que decide se a economia deve parar ou deve funcionar








Alberto João Jardim aproveitou, ontem, uma inauguração no Caniço de Baixo para voltar a apontar as baterias aos críticos do desenvolvimento, deixando claro que está nas mãos do povo decidir se a economia da Região deve ou não funcionar.
«Há quem não goste de ver a economia a funcionar. Há quem prefira que haja desgraça, sabe Deus com que intenções. Eu não quero desgraças. Eu quero a economia a mexer. Não me ponho a dizer que isto é basalto, que é cimento, que é betão ou que é asfalto. Não, mas ainda bem que se deitou asfalto, ainda bem que se meteu cimento porque é sinal que a economia funcionou. E agora, é a consciência de cada um que cabe decidir se a economia deve funcionar ou se a economia deve parar», disse Jardim, após inaugurar o Caminho da Fonte do Livramento, que considerou «muito importante» para o «coração do Caniço de Baixo».
«Estas vias são muito importantes. São o pontapé de saída – usando uma linguagem de futebol – para valorizar os terrenos que são servidos pela via. Depois, valorizados os terrenos, eles vão entrar no mundo do negócio. Depois, quem comprar ou quem os tiver vai pensar como é que tira dali o maior rendimento. Ao fazer obra para tirar maior rendimento, vai pôr dinheiro a circular e é o dinheiro a circular que mantém abertas as lojas, os estabelecimentos comerciais, os restaurantes e é assim que a economia funciona», sublinhou o presidente, que felicitou o presidente da Junta de Freguesia do Caniço e o autarca José Alberto Gonçalves pela estratégia de infraestruturar o Caniço. «Tem criado rendimento e riqueza», valorizou.

Autonomia também se deve aos emigrantes


Jardim aproveitou ainda a presença no local de muitos emigrantes para destacar que estes também tiveram um grande contributo na construção da Autonomia. «Recordo-me, logo no final dos anos 70, as primeiras visitas que fiz às comunidades emigrantes. Se hoje a Madeira tem Autonomia, deve-se também ao entusiasmo e ao apoio que os emigrantes puseram neste projecto», explicou, incentivando ainda a comunidade a investir na Madeira. «É um sítio seguro para se colocar, desenvolver e ganhar dinheiro», sustentou.
E porque a Autonomia precisa de crescer e consolidar, o presidente dirigiu-se depois aos jovens de uma escola que, no local da inauguração, entoaram o Hino da Madeira, para lhes dizer que é preciso manter a liberdade da Madeira. «Estes já são os filhos da Autonomia. Estes já nasceram na liberdade. E queria vos dizer hoje que o maior tributo que podem prestar um dia à memória de pais e de avós que fizeram à Autonomia é manterem a liberdade da Madeira e levarem o mais longe possível a liberdade desta terra».
A concluir, ficou o agradecimento à população por ter comparecido em peso. «Interpreto como um sinal de amizade e, sobretudo, como uma manifestação daquela grande educação cívica que sempre caracterizou o povo do Caniço, que dá lições na maneira de bem receber e, daí, a atracção dos estrangeiros por este local», afirmou.

Cooperação é para continuar

Já o presidente da Câmara Municipal de Santa Cruz defendeu que «é um dever de quem faz mostrar o que faz» e, no caso do Caniço, considerou mesmo «interessante como há pessoas que ficam nervosas e começam a falar de inércia quando afinal, em tão pouco tempo, foram ali apresentados importantes projectos e inaugurações».
A propósito da nova estrada, o autarca recordou que foi um processo moroso. «Felizmente, com muito diálogo, persistência do meu vereador de obras públicas e a boa vontade das pessoas, foi possível celebrar um acordo e encurtar, através desta estrada, muitos metros», disse, recordando que para quem quer vir da zona da Calçada para a via rápida dispõe agora de novas facilidades.
«A estrada - custou 2,3 milhões de euros - tem todas as condições para ser uma grande via da cidade do Caniço, pelo que é uma obra que nos orgulha», acentuou mesmo.
José Alberto Gonçalves que prometeu ainda que a coordenação entre Governo, Câmara, Junta de Freguesia e população vai continuar, «para que o desenvolvimento continue sempre em grande».


Jornal da Madeira

Inaguração do Arranjo Urbanístico da Eira da Achada, na Freguesia da Ribeira da Janela (Porto Moniz)

Presidente do Governo Regional inaugura melhoramentos na Eira da Achada e sublinha
Está nas mãos da população fazer render investimento público








Alberto João Jardim deslocou-se, ontem, à Eira da Achada, na Ribeira da Janela, onde inaugurou o melhoramento urbanístico ali efectuado. Ficaram os elogios ao trabalho desenvolvido no local pela Câmara e pelo Governo, mas o momento foi aproveitado pelo governante para recordar as dificuldades sentidas pelo Executivo para fazer chegar o desenvolvimento áquele local.
«Lembro-me, quando cheguei ao Governo, que não chegava estrada à Igreja. Havia um jipe que trazia as pessoas. E eu lembro-me que na altura disse que a primeira prioridade em relação à Ribeira da Janela era fazer chegar a estrada ao centro da freguesia. A certa altura, mandei os técnicos me desenhar e planear a estrada. Quando de repente me chega um desses técnicos e diz assim: “não se pode chegar lá acima”. E o que é que estava a suceder? O projecto da estrada estava a acabar num abismo. Eu disse: “isto é de loucos. Nunca vi isto, uma estrada que acaba num abismo”. E então chamei uma pessoa que, na altura, era considerada um dos nossos melhores engenheiros, o Ribeiro Pereira. Disse-lhe então: “largue tudo o que está a fazer, mas a estrada não pode acabar num abismo”. E então o engenheiro pegou no assunto – de facto, era uma obra complicada – e chegou cá acima à Igreja. O resto foi-se fazendo. E desse resto tenho muito prazer em estar aqui a ver como isto ficou tão bonito», disse o presidente.
Ainda assim, Jardim confessou ter tido algumas reservas em relação à obra que ontem foi inaugurada. Reservas essas que se dissiparam assim que pisou os dois miradouros ali construídos. «Só o panorama que, daqui, a Ribeira da Janela beneficia e todos os que venham cá, sobretudo o enquadramento que é permitir que as pessoas estejam sentadas e assistam a um espectáculo em que o cenário de fundo é toda esta deslumbrante costa norte, é o melhor possível. Nem a ópera de Paris tem um cenário destes para qualquer espectáculo que se queira aqui fazer», elogiou.
Porém, Jardim alerta que depois de mais este investimento público, é preciso não parar, tendo incentivado a população a investir em novos projectos. «Hoje, a Ribeira da Janela está no mapa e é uma importante via a ser percorrida por quem visita a Madeira. Agora, há que aproveitar, sob o ponto de vista da iniciativa privada», salientou.
O presidente considerou ainda a Ribeira da Janela um caso único. «A gente entra lá em baixo ao pé da ribeira, que é já um panorama sensacional, e vem-se por aqui fora e saímos no Paúl, observando todos os escalões diferentes da panorâmica madeirense. De maneira que agora está nas mãos da população fazer render estes investimentos públicos», disse.

«O Douro já se parece com a Ribeira da Janela»

Gabriel Farinha teve nesta inauguração o seu último acto público, enquanto presidente da Câmara do Porto Moniz. «Quis o destino que a primeira obra que prometi foi nos Lamaceiros, terra do meu pai. Cumprimos. Quis também o destino que, neste último mandato, o meu último acto público fosse na terra da minha mãe. Mais uma promessa que cumprimos», salientou o autarca, que relevou o facto de o seu Executivo e o Governo Regional ter cumprido tudo o que prometeu para o local.
«Só com esta ligação é que, de facto, nós podemos alcançar os nossos objectivos estratégicos. Este é o culminar do objectivo estratégico mais lato que foi o de dotar todo o concelho com arranjos urbanísticos em todas as localidades, nomeadamente, Achadas da Cruz, Santa, Lamaceiros, vila, Seixal e Ribeira da Janela», afirmou.
Gabriel Farinha agradeceu ao presidente do Governo Regional o «empenho e dedicação» que pôs na execução desta obra, assim como do presidente da Junta de Freguesia local em tudo o que interessava ali realizar. «Ter um presidente do Governo como vossa excelência, ter um presidente de Junta como o Ricardo e ter um povo maravilhoso como a Ribeira da Janela é fácil fazer obra», disse.
Esta obra é composta por dois miradouros, um deles com vista sobre a foz da ribeira, onde se pode contemplar os vinhedos. «O Douro já se parece com a Ribeira da Janela e não o contrário», brincou Gabriel Farinha, que também salientou o o arranjo urbanístico entre a povoação, nomeadamente, estacionamentos e beneficiações pedonais.
«Esta é uma obra de interesse local e regional. Ainda de manhã cá passei e estavam uns dez turistas parados a tirarem fotografias. Coisa que antigamente não acontecia. Passavam aqui e não paravam, dado que era uma curva com pouco acesso a esta bonita vista sobre a costa norte e a foz da Ribeira da Janela», concluiu.

A obra

O arranjo urbanístico da Eira da Achada, na Freguesia da Ribeira da Janela, foi uma iniciativa da Câmara Municipal do Porto Moniz. Contemplou a criação de um miradouro, estacionamentos automóveis e novas casas de banho públicas de apoio. Foram melhorados os circuitos para passeios pedonais desde o sítio do Covão ao centro da Eira da Achada. Foram colocadas redes de água potável, de águas pluviais e de iluminação e telecomunicações, bem como, repavimentado o troço de Estrada intervencionada. O investimento público da Câmara Municipal de Porto Moniz ascendeu a 1.136.000 de euros.


Jornal da Madeira






Santos Costa visitou obras de construção de cinco ramais (Machico)

Agilizar o trânsito a leste de Machico






A O secretário regional do Equipamento Social, Luís Santos Costa, visitou, na manhã de ontem, a obra de construção dos ramais 6 a 9, no concelho de Machico. Estes são acessos que estão integrados na empreitada de construção da via rápida Machico/Caniçal - troço entre o túnel da Queimada e o nó do Caniçal.
Estes novos acessos viários têm o objectivo de agilizar os fluxos de tráfego com origem e/ou destino no centro de Machico e o seu acesso à via rápida. Com a construção dos cinco ramais, que têm no total 800 metros de extensão, os sítios do Pé da Ladeira, Pontinha e Serra d’Água passam assim a ter acesso rodoviário, que até então era apenas feito por via pedonal.
Para além de acessos mais cómodos e seguros, a empreitada, da responsabilidade da Secretaria Regional do Equipamento social, através da empresa Concessionária RAMEDM - Estradas da Madeira, SA, vem substituir vias íngremes e de precárias condições de acesso aos núcleos populacionais.
Depois da visita às obras, o secretário regional do Equipamento Social, Santos Costa, explicou que, após a construção da via rápida Machico/Caniçal, foi necessários construir pequenos acessos viários.
Apesar da via rápida já estar em funcionamento há alguns anos, a construção dos ramais «só foi agora possível, porque houve dificuldades em relação aos terrenos, houve casas demolidas e outras que ainda vão ser demolidas para se poder completar os cinco ramais», explicou o governante.
Segundo o secretário regional, os novos arruamentos vão permitir melhorar as acessibilidades à via rápida, havendo uma maior fluidez no trânsito, e ainda irão reestruturar todo o sistema de acessos na costa leste de Machico.
Este é um investimento das Estradas da Madeira no valor de 1.200.000 euros, da Estradas da Madeira.
Santos Costa adiantou ainda que um dos ramais irá se prolongar até ao sítio da Serra de Água e no trajecto há uma habitação que terá de ser demolida, mas a Direcção Regional do Património e a Investimentos Habitacionais da Madeira estão a tratar da questão com o agregado familiar, para que, em breve, a obra possa continuar.


Jornal da Madeira

Ligação entre Santa Quitéria e Três Paus e Viana já tem traçado definido (Funchal)


Secretaria já definiu percurso







A Secretaria Regional do Equipamento Social já tem definido o traçado da nova via que vai ligar São Martinho (com início junto ao Madeira Shopping, em Santa Quitéria) ao sítio dos Três Paus e Viana, em Santo António.
Esta é uma obra que vem na sequência do programa estabelecido pelo Executivo madeirense, para a melhoria dos níveis de acessibilidade intra-regional. A obra da Secretaria Regional do Equipamento Social, através da Direcção Regional de Infra-estruturas e Equipamentos é uma antiga aspiração da população e vem permitir a expansão de zonas de grande potencial de desenvolvimento.
Com cerca de 1.800 metros de extensão, esta nova ligação terá início, como anteriormente referimos, na rotunda junto ao Madeira Shopping, cruzando ainda o Caminho de Santa Quitéria e, atravessando a Ribeira dos Três Paus, para depois ligar ao Sítio de Viana.
Com uma extensão de 50 metros, a ponte sobre a Ribeira dos Três Paus será constituída por dois vãos, apoiados nos encontros e num pilar central.
Em perfil transversal, a nova ligação apresenta uma faixa de rodagem com seis metros de largura (duas vias com 3 metros cada), apresentando ainda algumas ligações a estradas secundárias que se vão cruzar pelo caminho, e assegurando o restabelecimento das mesmas.
Para servir os vários aglomerados ali existentes, serão ainda executados dois pequenos ramais de ligação.
O valor da adjudicação da obra é de 3.240.000 euros. Foi entregue, através de concurso público, à empresa Tecnovia Madeira, sendo que prevê-se que a obra vá para o terreno ainda este ano, tendo um prazo de execução de 720 dias.



Jornal da Madeira

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Inaguração da 3º das infra-estruturas gerais do Madeira Tecnopólo

Obras na zona do Tecnopólo vão permitir três novas potencialidades, destaca Jardim
Plano vai permitir reaquecimento económico








A terceira fase das infra-estruturas gerais do Madeira Tecnopólo, um investimento do Governo Regional superior a 4,5 milhões de euros, foi ontem inaugurada, abrindo caminho para o «reaquecimento económico» de toda aquela zona e, por conseguinte da Região, expôs ontem o presidente do Governo Regional.
Alberto João Jardim explicou que através dos arruamentos ontem inaugurados e no âmbito do Plano do Madeira Tecnopólo, será possível a construção de edifícios públicos previstos no programa de Governo - como é o caso da Casa da Música, «destinada a ser a grande sala de concertos da Região» -, a expansão da Universidade da Madeira, e ainda a disponibilização à iniciativa privada de terrenos públicos, para investimentos diversos.
Com essas três potencialidades em mente, Alberto João Jardim garantiu que «temos portanto, com esta inauguração, o reaquecimento económico de uma zona que é absolutamente importante para se continuar o ritmo de crescimento económico da Região Autónoma da Madeira».
Sobre o último aspecto focado pelo governante, Jardim anunciou que os terrenos expropriados e património da Região está já à venda ao sector privado, mas alertou que os investimentos não podem prever unidades industriais, que estão reservadas aos parques industriais da Madeira. Exemplificou que podem ser vendidos terrenos para habitação, escritórios ou outro tipo de iniciativas.
Felicitando o presidente da Câmara Municipal e a Secretaria Regional do Equipamento Social, Alberto João Jardim elogiou o «excelente trabalho aqui desenvolvido» e, dirigindo-se ao autarca, reconheceu que, «muito fruto do seu empenho, a cidade do Funchal fica dotada de novas e importantes infra-estruturas, e a partir de hoje tem novas ligações viárias a zonas que ainda não estavam ligadas ao Tecnopólo».

«Dia de desgosto para meia dúzia e de felicidade para a maioria»

O presidente da Câmara Municipal do Funchal, por seu turno, lembrou que «a democracia é o governo do povo, que é soberano». Para o edil, o entendimento deste conceito «como um sistema de governo onde os titulares eleitos não podem demonstrar aquilo que fizeram não é uma democracia. É uma democracia mutilada». Uma vez que, no caso concreto da autarquia funchalense, é apresentado aos funchalenses um «projecto concreto para a cidade», os responsáveis «têm de prestar contas perante o povo soberano, o que não é um acto arbitrário da nossa parte. É uma obrigação que nós temos perante a população, mostrar se cumprimos ou não aquilo que foram as nossas obrigações para com o povo». Nesse sentido, Miguel Albuquerque enalteceu que a inauguração de ontem representa «um acto de respeito e de consideração para com a população do Funchal».
Afirmando ser necessário «afastar falsas ideias e preconceitos relativamente à democracia», o presidente da CMF considerou que «uma democracia sã é aquela onde há o livre debate de ideias, onde os governantes têm o direito de falar e a oposição tem o direito de dizer o que quer dos governantes. Mas a circunstância de nós exercermos os nossos cargos políticos não nos obriga a ser mudos e a estar calados. Temos, como qualquer cidadão, o direito de exercer a nossa liberdade de expressão e sobretudo, fazer um exercício de pedagogia democrática, demonstrar perante a população, que aquilo que prometemos ao povo, cumprimos. É esta a característica essencial de uma democracia civilizada».
Miguel Albuquerque disse que os arruamentos ontem inaugurados representam «uma obra essencial de melhoria de circulação e mobilidade dentro do nosso concelho», uma vez que vem beneficiar os acessos às freguesias de São Roque e de Santo António.
Dada a importância daquele investimento para o Funchal, Miguel Albuquerque pediu aplausos para as empresas construtoras e para a Secretaria Regional do Equipamento social. Explicou ainda que «vale a pena aplaudir porque hoje (ontem) é dia de desgosto para meia dúzia mas é um dia de grande felicidade para a maioria dos funchalenses».
Lembrou ainda os benefícios que o investimento representam para Santo António, tendo em conta que muito do tráfego que era canalizado através da avenida da Madalena e do caminho de Santo António passará a ser feito por aquela infra-estrutura viária. «Isso tem muita importância no desenvolvimento da centralidade das Madalenas e na melhoria das acessibilidades às zonas altas da freguesia de Santo António», salientou ainda concluindo que com aquela obra, «a cidade do Funchal dá mais um passo importante no sentido da sua modernização e da sua qualidade».

A obra

Com a obra agora inaugurada, respeitante à terceira fase das infra-estruturas gerais do Madeira Tecnopólo, e que representou um investimento do Executivo madeirense superior aos 4,5 milhões de euros, entram em funcionamento uma série de pequenos arruamentos estruturantes, numa extensão total de 1.260 metros, que permitem, numa zona de elevada aglomeração populacional, a concretização de todas as infra-estruturas de águas, esgotos, drenagens, electricidade e comunicações e possibilitam, sobretudo, a implantação de equipamentos, conforme previsto no Plano do Madeira Tecnopólo. «São exemplo já concreto as Piscinas Olímpicas, o Arquivo Regional, a Universidade, o CIFEC e o CITMA, que passam a beneficiar directamente das novas acessibilidades criadas e das mencionadas infra-estruturas de apoio», lê-se na informação do GR. As novas ligações à rede viária - constituídas pelas denominadas Ruas B, C, E, F, G -, permitem a conclusão da ligação viária entre a zona do Centro de Feiras e Congressos e Universidade a sul até à zona a norte que ligará à esquerda ao Arruamento A e à direita ao Caminho da Penteada, à zona de serviços do Complexo das Piscinas e ao Beco dos Álamos.



Jornal da Madeira

Secretario Regional visita Obra da ligação entre a Igreja antiga e o Sítio da Palmeira de Baixo na Freguesia do Caniçal (Machico)

GR fará esforços para concluir no próximo ano, entre Igreja antiga e Palmeira de Baixo, no Caniçal
Nova ligação melhorará acessibilidades e tráfego







A O secretário regional do Equipamento Social visitou, ontem, a obra de construção da ligação entre a Igreja antiga e o Sítio da Palmeira de Baixo, na freguesia do Caniçal.
Na ocasião, Luís Santos Costa adiantou que este é um investimento de cerca de dois milhões de euros, o qual, dadas as características urbanas daquela vila, «vem estabelecer uma ligação importante aqui para o funcionamento do tráfego nas ligações internas na freguesia do Caniçal».
O governante frisa que esta é uma obra «essencial» e refere que basta olhar para a ocupação urbana do Caniçal para percebermos que esta nova ligação irá facilitar o tráfego naquela zona. «Ao fazermos uma ligação com estas características entre a baixa e esta zona aqui em cima, daqui até a via rápida é um instante, e, portanto, em termos de acessibilidade interna e de ligação externa é essencial à vila do Caniçal», disse, acrescentando que a freguesia «tem tido um crescimento muito intenso» e que «o volume de viaturas existentes aqui é muito grande e daí a importância que, quer o Governo, quer a Câmara, têm vindo a dar a esta matéria da circulação rodoviária e das acessibilidades rodoviárias» no Caniçal.
Santos Costa referiu que o arruamento terá uma extensão aproximada de 700 metros, mas que, apesar disso, «tem alguns problemas que se prendem sobretudo com as expropriações», dado que atravessa uma zona de muitos quintais e algumas casas terão de ser tocadas (mas não haverá nenhuma que tenha de ser demolida na sua totalidade). Tal como afirmou, «isso cria muitos problemas no acerto com os proprietários» e «traz algumas dificuldades».
O secretário do Equipamento Social referiu que esta é uma obra para concluir nesta legislatura, que termina em 2011, mas, ainda assim, adiantou que «vamos fazer todos os esforços para que durante o próximo ano nós possamos concluir» a mesma.
Na descrição da infra-estrutura, aquele responsável afirmou que se trata de um investimento que o Governo Regional está a fazer no sentido de acompanhar também os investimentos que a Câmara Municipal de Machico tem vindo a fazer na melhoria das acessibilidades internas do Caniçal. Tal como referiu, trata-se de uma ligação que apresenta algumas dificuldades, pelo facto de atravessar uma zona densamente povoada. A mesma irá também acompanhar uma linha de água - o Ribeiro da Palmeira -, a qual, em alguns sítios, será coberta de modo a permitir a construção da faixa de rodagem. O arruamento projectado atinge um comprimento total de cerca de 720 metros, aos quais acrescem dois arruamentos transversais designados por “Rua A”, com uma extensão de 114 metros, e “Rua B”, com cerca de 78 metros.
Além disso, a obra inclui a construção de alguns estacionamentos ao longo do percurso (um deles já concluído) e a construção de duas rotundas (uma já pronta, na ligação à Estrada Regional 101, e outra que ficará no centro, no cruzamento de um arruamento já existente).
A par disso, Santos Costa referiu que o Governo está também empenhado noutras áreas naquela mesma freguesia. Segundo adiantou, está a decorrer uma intervenção de pavimentação no Bairro das Feiteirinhas, uma vez que o pavimento tinha ficado inacabado à espera da conclusão das casas. «Isso já está feito e nesta altura estamos a finalizar o pavimento, que era um encargo que tínhamos desde essa altura em que foram feitas as atribuições dos lotes», rematou.



Jornal da Madeira

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Novo Cemitério do Caniçal (Machico)




Localização


Fotos CM Machico

Câmara lança projecto de revitalização da cidade (Porto Santo)

Autarquia do Porto Santo aposta na recuperação de prédios degradados e arranjo de fachadas







A Câmara Municipal do Porto Santo vai elaborar o Plano Municipal de Redução do Ruído, definindo os lugares onde se pode fazer animação nocturna. Paralelamente, a autarquia liderada por Roberto Silva continua o processo de revisão do Plano Director Municipal e prepara o projecto de revitalização da cidade do Porto Santo.
Um projecto de revitalização que inclui o parque urbano, a recuperação dos prédios degradados, o arranjo de fachadas, a requalificação de imóveis e a eliminação de barreiras arquitectónicas.
Também será estabelecido um protocolo com empreiteiros no âmbito de um projecto a lançar, denominado «Construir com arte e qualidade».
Roberto Silva fala ainda em potenciar intervenções urbanas e paisagísticas e na aquisição do terreno e melhoramento do miradouro da Portela.
Será ainda executado um jardim e estacionamento junto da Esquadra da PSP e construído o Jardim das Lombas.
Roberto Silva fala também na recuperação do Parque Florestal dos Salões, no arranjo e melhoramento dos Miradouros das Lombas, do Pico do Castelo, das Flores e dos Morenos, no arranjo paisagístico da barragem do Dragoal e zona envolvente, no arranjo de toda a zona envolvente à Capela do Espírito Santo, na recuperação do adro e zona envolvente da Capela da Graça e na classificação de imóveis de reconhecido valor patrimonial.
É ainda propósito do edil a construção de uma réplica de um Carreireiro, a aquisição e recuperação de uma casa de salão com eira, a elaboração de um roteiro etnográfico e a recuperação da Capela de Santa Catarina e dos fontenários do Porto Santo.
No domínio das Novas Tecnologias, realce-se o Projecto Porto Santo Digital (Ilha Wireless), com a apresentação da Nova Página de Internet do Município, a criação de dois espaços de Internet (Camacha e Espírito Santo), informatização dos serviços de obras particulares e urbanismo, operacionalização do Sistema de Informação Geográfica e dinamização do «espaço Tec» e implementação do projecto «Informática para todos».
A Câmara vai ainda promover a Ecoteca do Porto Santo como pólo de Educação Ambiental, envolvendo todas as faixas etárias, reforçar a Educação Ambiental ao nível da separação dos resíduos (população e estabelecimentos comerciais) e rever o Regulamento de Resíduos Sólidos da Ilha do Porto Santo e criar uma equipa fiscalizadora para o seu cumprimento.
Também apostar-se-á na melhoria da qualidade estética e visual dos pontos de recolha de resíduos, em especial dos ecopontos, no ajardinamento de Jardins Municipais e Rotundas com plantas autóctones/indígenas e implementação de sistemas de rega automática, no alargamento do programa “Eco-Escolas”, na manutenção do protocolo de colaboração com a Escola Básica e Secundária Prof. Dr. Francisco Freitas Branco e na criação de uma “Loja do Ambiente”, para divulgação e informação da população.
A edilidade vai ainda implementar “Observatórios de Opinião” em matéria ambiental e “Prémios Municipais de Ambiente” e criar observatório de aves na Barragem do Dragoal, bem como também proceder à limpeza periódica dos leitos das ribeiras.
A elaboração de um Plano Estratégico para o Ambiente (Agenda 21 Local), a inclusão em Programas de Apoio Nacionais/Comunitários na Área do Ambiente, um programa de incentivo à utilização de Energias Renováveis, a protecção dos solos agrícolas de maior potencial produtivo e a promoção da agricultura biológica são outros propósitos.
Estão ainda contemplados a implementação do Geoparque do Porto Santo, a candidatura à Rede Global da UNESCO, o apoio à Investigação Científica na área da Biologia e Geologia e sua divulgação, a elaboração de um Plano Municipal de Intervenção Florestal e a definição e reabilitação de percursos pedestres.

Plano de promoção do Turismo

A Câmara Municipal do Porto Santo vai reforçar a dinâmica e a qualidade das Festas de São João e ainda vai dar continuidade à Bienal das Artes do Porto Santo.
A elaboração de uma Agenda Cultural e Desportiva Anual e a aquisição de um Coreto Móvel para as actuações da Banda Filarmónica são outros projectos da autarquia portossantense.
Na forja estão ainda a criação de um Departamento de Promoção
Turística do Porto Santo, constituição de um Gabinete de Imagem e
Informação do Município, elaboração de um Plano de Promoção do
Porto Santo nos mercados regional, nacional e internacional, participação em feiras nacionais de Turismo e dinamização dos turismos de Congressos, de Saúde e de Cruzeiros.
A elaboração de um percurso turístico no Ilhéu de Baixo (Rota da Cal), de mapas actualizados do Porto Santo e de diversas brochuras da Ilha são outras apostas da edilidade, a par da dinamização do Gabinete da Juventude da Câmara e de um protocolo com uma Escola de Formação Profissional para realizar cursos na Ilha de acordo com as necessidades.

Apoios aos jovens estudantes

Roberto Silva diz que uma das prioridades da edilidade é o apoio aos jovens estudantes.
Neste sentido, ao nível dos cursos profissionais e universitários, a edilidade contempla um subsídio em três passagens aéreas no valor de 180 euros cada, mediante Regulamento já aprovado pela autarquia.
A atribuição de duas bolsas de estudo aos melhores alunos e durante um ano, também mediante regulamento, a comparticipação no pagamento de propinas e o apoio aos jovens em Formação Profissional, aos grupos de finalistas da Escola Básica e Secundária Prof. Dr. Francisco Freitas Branco, às escolas do ensino básico do primeiro ciclo e visitas de estudo são outras medidas da CMPS.


Jornal da Madeira

domingo, 4 de outubro de 2009

Inaguração do Arranjo urbanistico da Santa do Porto Moniz



PGRAM

Alberto João Jardim enalteceu o trabalho realizado pela autarquia do Porto Moniz
«Identidade da Santa foi devolvida»








A reorganização do centro da Santa, no Porto Moniz, «mudou por completo a cara freguesia e devolveu, sem pôr de parte e sem prejudicar a zona turística tradicional, a sua identidade própria», afirmou ontem o presidente do Governo Regional, na inauguração desta obra da Câmara Municipal do Porto Moniz.
Satisfeito com a nova “imagem” do centro da freguesia, Alberto João Jardim disse que a ideia que se faz do Porto Moniz está «sobretudo na zona turística lá em baixo mas a maior parte das pessoas ignora que a grande percentagem de população do Porto Moniz vive cá em cima e que, de facto, sem querer menosprezar a vila, o grande centro da freguesia do Porto Moniz é a Santa, para além dos Lamaceiros onde também se têm feito obras para se fazer afirmar aquela centralidade».
Dirigindo-se a Gabriel Farinha que termina agora o seu último mandato à frente da Câmara Municipal do Porto Moniz, o presidente do Governo teceu elogios ao trabalho deixado pelo autarca, frisando que «o senhor presidente da Câmara percebeu e muito bem que era necessário criar e reorganizar um grande centro aqui na zona da Santa» e lembrou que «se há alguém que aqui merece aplausos é o Dr. Gabriel Farinha».
Como estava ontem «em funções de Governo», Jardim não quis entrar em «grandes explicações» acerca do futuro do autarca, referindo apenas que «como amanhã vai haver aqui um evento do partido a que eu pertenço, irei explicar a razão porque preciso do Dr. Gabriel Farinha para outra coisa».
A respeito das obras que integram os programas das autarquias da Região, Alberto João Jardim explicou ontem, a título de curiosidade à população presente, que quando se reúne com os presidentes de Câmara, no início de cada mandato, utiliza quatro cores nos seus documentos com as obras para os quatro anos. «No primeiro ano, está a cor preta que é para lançar as obras, no segundo ano, ponho a azul para saber em que estado andam, no terceiro ano - e porque falta um ano para o fim do mandato - ponho a vermelho para saber o que ainda falta fazer. No quarto e último ano, utilizo a cor verde que é a esperança de que vamos fazer tudo aquilo que está no programa».
Já no final da sua intervenção, Alberto João Jardim recordou à população que irá hoje inaugurar no Porto Moniz o lar de idosos quer fica situado no sítio dos Lamaceiros. Sobre esta nova infra-estrutura, o presidente apelou à população para que «o lar seja mesmo para aqueles casos extremos em que as famílias não tenham possibilidades de tomar conta dos seus idosos. Aliás, eu não acredito que haja um único filho ou um único neto no Porto Moniz, que conhecendo a formação moral que tem as pessoas desta freguesia, que queira por os seus velhinhos de canto».

«Na política só se promete o que se pode cumprir»

A terminar o seu último mandato à frente da Câmara Municipal do Porto Moniz, Gabriel Farinha disse ontem, durante o seu discurso que «das 16 obras prometidas, 16 foram cumpridas», afirmando que foi sempre seu lema, enquanto político, que «na política só se promete o que se pode cumprir».
Sobre a obra ontem inaugurada, o presidente da Câmara Municipal referiu que «nesta intervenção urbanística foram retiradas todas as barreiras que impediam a normal circulação das pessoas, explicando que, em termos de mobilidade, as pessoas podem andar agora sem terem «um obstáculos à sua frente». Gabriel Farinha lembrou ainda que um dos objectivos deste arranjo foi o de dotar a freguesia de mais lugares de estacionamento, casas de banho públicas e novos jardins.
Dar um serviço de apoio às autocaravanas que, vindas de Canárias e do Algarve, procuram cada vez mais a Santa e ainda ajudar os agricultores a exporem os seus produtos, foram outras das pretensões da autarquia ao querer a requalificação do largo da freguesia.

A obra

O arranjo urbanístico da Santa incluiu o Largo da Santa e arredores da Igreja, bem como a repavimentação da Estrada regional, na respectiva área de intervenção. Foram colocadas redes de água potável, águas pluviais e de iluminação e telecomunicações. Criaram-se passeios e novos estacionamentos automóveis, para além de casas de banho públicas e novos jardins com diversas espécies de arborização. Tratou-se de um investimento público da Câmara Municipal de Porto Moniz que ascendeu a 1.560.962,87 euros.


Jornal da Madeira