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quinta-feira, 8 de outubro de 2009

INaguração das Novas Instalações da Escola Profissional Atlântico (Funchal)

Jardim na inauguração das novas instalações da Escola Profissional Atlântico
Será indispensável ter profissionais qualificados







«A Madeira precisa destes cursos profissionais como de pão para a boca». A afirmação é do presidente do Governo Regional da Madeira, Alberto João Jardim, durante a inauguração da nova extensão da Escola Profissional Atlântico (EPA), no Edifício 2000.
Num discurso marcado por alguns momentos de boa-disposição e ironia, o líder do Executivo madeirense explicou aos administradores da escola e também aos professores e alunos que até ao final do seu mandato, em 2011, estarão concluídas as principais infra-estruturas na Região Autónoma da Madeira.
Depois disso, as obras vão cingir-se à requalificação, reconstrução e recuperação do que foi edificado anteriormente. Uma vez realizadas as principais infra-estruturas públicas e atraídas as empresas, Jardim diz que «é importante ter pessoal qualificado». «A Madeira vai precisar daqui para a frente, e cada vez mais, deste tipo de pessoal que é formado numa escola deste teor». «São pessoas que, pela sua formação, vão ser absolutamente indispensáveis», garantiu o responsável.
Dando o exemplo da EPA, o presidente do Governo Regional disse que a formação profissional não se resume à qualificação, mas também ao desenvolvimento pessoal que «esta escola conseguiu ter». «Dentro desta escola, as pessoas respiram princípios e valores e ao mesmo tempo estão a ter o seu ensino técnico», frisou Jardim, agradecendo aos responsáveis da escola, em particular a João Pedro Entrudo, administrador da Escola Profissional Atlântico - Madeira Negócios e Serviços.

Muita gente teve a ilusão do ensino superior

Considerando que aquela escola profissional é «fundamental» para a Região, o líder do Executivo recordou que, desde 1980, «fartou-se de alertar os sucessivos governos, fosse qual fosse a sua origem partidária, de que Portugal tinha caído numa demagogia e até numa certa desonestidade para com a sua juventude».
Foi criada uma lacuna na economia portuguesa, onde as pessoas, necessárias para os vários sectores da economia, foram desaparecendo, devido às ilusões criadas sobre o ensino universitário tradicional. «A verdade é que se chegou a uma situação de desemprego universitário de pessoas que não têm empregabilidade nem no público, nem no privado e que agora vai ser agravado por essa demagogia de Bolonha».
Para evitar esta situação e dada a necessidade de pessoal qualificado nas mais diversas áreas da economia, Jardim prometeu continuar com os apoios para a Escola Profissional Atlântico. Dirigindo-se ao secretário regional de Educação, Francisco Fernandes, advertiu que «não se mexe em nada». «Há que apoiar o ensino privado que nos custa mais barato por aluno que o ensino público».

Jardim: «Não faz mal, porque é uma pessoa amiga»

Num discurso em que Jardim estava visivelmente bem-disposto, a certa altura foi interrompido pelo intercomunicador do comissário da Polícia de Segurança Pública, Roberto Fernandes, situação que deu origem a um momento de riso, dados os últimos acontecimentos. À situação, Jardim respondeu com um :«não faz mal, porque é uma pessoa amiga!».
Já no final do discurso houve uma outra ironia. Perguntando ao administrador da escola se iria abrir um curso de cinema, Jardim brincou que viu uma personagem da série Allo, Allo!, o agente Herr Flick, num dos cartazes eleitorais para as autárquicas, referindo-se ao candidato socialista.

«Planeamento não é ciência esotérica»


Durante a cerimónia de inauguração do novo espaço da EPA, no Edifício 200, o presidente da Câmara Municipal do Funchal, Miguel Albuquerque, felicitou a direcção da escola por optar abrir a escola na parte centro-este da cidade. «Esta escola, nesta zona, não resulta de um acaso, mas de um planeamento feito para esta zona», que começou com o Funchal Centrum, que foi muito contestado, «por uns tipos mau agoiro», lembrou, cuja estratégia começa agora a dar frutos.
«Por isso, dá-me vontade de rir, quando ouço determinados pataracas a falar de planeamento, que não é uma ciência esotérica. O planeamento está vocacionado para as pessoas e para as comunidades e é isso que nós temos de fazer».
Na oportunidade, agradeceu o facto de a direcção da escola ter cumprido a promessa de abrir a escola antes do final do seu mandato, cujas obras de remodelação do espaço, onde antes era um catering, duraram apenas quatro meses.

Mais de sete mil formados no CELF e EPA

A ideia de enquadrar a nova extensão da EPA num local em franco desenvolvimento foi também defendida pelo administrador João Pedro Entrudo. «Uma escola vocacionada para estas áreas deve ter uma localização perto das zonas onde existam serviços que sirvam a população e não há dúvida que, actualmente, é nesta zona que está a centralidade do Funchal».
Relativamente à escola, o responsável adiantou que a EPA e o CELF já foram responsáveis pela formação integral de mais de sete mil jovens e adultos. «Estes números impressionam pela sua quantidade», dada a realidade da Madeira. No seu entender, estes são números que reflectem o resultado final do trabalho feito naquela escola profissional, mas o Governo Regional, através da Secretaria Regional de Educação, «é um dos responsáveis pelo sucesso, porque confiam em nós desde a primeira hora».
Sendo a única escola profissional do país a não receber fundos comunitários, a EPA tem, neste momento, 650 alunos, cujos cursos têm uma média de empregabilidade que ronda os 80 por cento.

A obra

Foi ontem inaugurada a ampliação/extensão da Escola Profissional Atlântico, no Edifício 2000. As novas instalações são destinadas aos cursos das áreas dos serviços, gestão, administração, serviço social, informática, protecção e segurança, entre outros. As instalações da Rua Bela São Tiago irão destinar-se aos cursos de hotelaria e restauração.
No Edifício 2000, terá ainda espaço para o Centro Novas Oportunidades onde 400 adultos poderão inscrever-se e 130 formandos nos Cursos de Educação e Formação.
A remodelação do espaço, tratou-se de um investimento privado, que contou com apoios do Governo Regional que ascendeu a 1.064.200 euros.






Jornal da Madeira

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Camacha ganha espaço para crianças “especiais”

Francisco Fernandes inaugura Centro de Actividades Ocupacionais

Foi inaugurado, ontem, um novo espaço para crianças “especiais” na Camacha. Trata-se do CAO - Centro de Actividades Ocupacionais, situado paredes meias com a creche “O Brinquinho”. A cerimónia foi presidida pelo secretário regional da Educação e Cultura o qual evidenciou que o espaço vai permitir um apoio mais próximo aos jovens que tinham que se deslocar para longe de casa. A Câmara de Santa Cruz foi fundamental para tornar este projecto, tendo procedido à adaptação do espaço.




O secretário regional de Educação e Cultura enalteceu, ontem, o papel fundamental que o presidente da Câmara Municipal de Santa Cruz e a directora regional de Educação Especial e Reabilitação tiveram para que fosse possível abrir na Camacha o CAO - Centro de Actividades Ocupacionais.
Este novo espaço foi, ontem, inaugurado, numa cerimónia que contou com a presença das entidades da vila e do concelho, pais e familiares dos jovens e demais comunidade.
O CAO vai acolher crianças portadoras de deficiência da Camacha e arredores. Trata-se de uma infra-estrutura que está na dependência da Direcção Regional de Educação Especial e Reabilitação, da Secretaria Regional de Educação e Cultura.
Francisco Fernandes sublinhou a importância das instituições públicas (Governo e Câmaras), a este nível tendo reiterado que “têm uma missão que se sobrepõe a tudo e que norteia tudo o que se faz, que é servir as pessoas e tornar a sua vida mais fácil e ajudar os que precisam de um apoio especial”.
No caso da Camacha, apontou que há algumas famílias que têm descendentes, que precisavam de um apoio especial porque tinham que se deslocar para longe de casa, para beneficiarem dessa ajuda.
Foi possível fazer chegar este apoio a Santa Cruz, neste caso em concerto, à Camacha devido à “pré-disposição” e “diálogo” existente com o autarca de Santa Cruz e respectiva vereação. “Esta é uma obra sua, uma responsabilidade que quis assumir”, disse, dirigindo-se a Joé Alberto Gonçalves.
O autarca aproveitou a oportunidade para sublinhar que Santa Cruz “ainda precisa de mais investimento nesta área” tendo reiterado que “começar pela Camacha, uma terra que tem alguns problemas nestas áreas, facilitar o transportes destas pessoas diferentes é um grande momento deste nosso mandato” para “contribuir para uma sociedade melhor”.
José Alberto Gonçalves não conseguiu esconder a emoção que sentia na inaguração “desta que parece uma pequena obra mas é uma grande realização, uma grande oportunidade para estarmos, sobretudo, mais próximos das famílias” tendo salientado que estes jovens “são diferentes mas são seres que merecem uma atenção especial da comunidade”.
Ricardo Correia, porta-voz dos utentes manifestou a sua satisfação pelo novo espaço que “irá possibilitar a continuidade de todo o trabalho que vem sendo desenvolvido connosco ao longo dos anos” para “assim cresceremos enquanto pessoas e cidadãos”.



Jornal da Madeira

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Inaguração da Escola Básica do 1º Ciclo com Pré-escolar do Campo de Baixo (Porto Santo)

Alberto João Jardim no Dia do Professor
Docentes encontram estabilidade na Região


Alberto João Jardim aproveitou, ontem, a inauguração de uma escola no Porto Santo para dizer que, na Madeira existe uma estabilidade na carreira docente sem paralelo a nível nacional. Segundo o presidente do Governo Regional, isso constitui uma realidade para cerca de 95,5% dos docentes, um valor que, tal como afirmou, não acontece em mais nenhuma outra região do país.





O presidente do Governo Regional inaugurou, ontem, no Dia do Professor, o redimensionamento da Escola Básica do 1.º Ciclo com Pré-Escolar do Campo de Baixo, no Porto Santo. Uma oportunidade para Alberto João Jardim prestar homenagem a todos os docentes na Região.
Na sua intervenção, Alberto João Jardim disse ter tido a sorte de, «ao longo de mais de 30 anos, ter a Madeira, sempre, um excelente corpo docente. Professores que, na sua maioria esmagadora, não se limitaram a ser funcionários públicos. Foram verdadeiros educadores. Foram homens e mulheres que foram complementares do papel da família na educação das crianças», por isso endereçou a todos eles o seu «muito obrigado».
Hoje, de acordo com o presidente do Governo Regional, a Madeira tem 7.039 professores, dos quais 5.532 são já professores do Quadro. «E, dos 1.514 que houve que contratar, neste momento, graças a uma lei, feita pela Assembleia Legislativa da Madeira, desses 1.514, cerca de 1.200 têm garantida a estabilidade de contrato. Isto significa que estabilidade na carreira docente essa existe, sem paralelo a nível nacional, visto que a estabilidade docente na Madeira é de 95,5%. Não tem paralelo com qualquer outra zona do país».
Ainda a este propósito, Alberto João Jardim referiu que tinha visto, ontem, «num jornal comunista que pretendia, mais uma vez, deturpar as coisas – o que leva a ser desmentido quase todos os dias – fazer afirmações que estão em contrário com isto», referindo-se, precisamente, à estabilidade dos docentes na Região.
Por outro lado, acrescentou ainda o chefe do Executivo madeirense, «vi também muito professor do continente dizer que só na Madeira é que encontrou estabilidade profissional. Eu tenho muitos amigos professores, vieram do continente, estabeleceram-se, de vez, na Madeira. E não querem saber de voltar para a confusão. A esses, também, eu considero tão madeirenses como eu».

Governos da Madeira cumpre programa

Sobre a remodelação da escola do Campo de Baixo, Alberto João Jardim afirmou que se trata, praticamente, de uma escola nova, dada a intervenção que ali foi feita. Uma obra que, conforme referiu, fazia parte do seu programa de Governo. Um compromisso que tinha assumido com a população do Porto Santo.
Aliás, disse Alberto João Jardim, ao contrário do continente, onde «os governos não têm a tradição de cumprir o seu programa. Aqui na Madeira, cumpre-se o programa de Governo». Tal como afirmou, «o programa de Governo é, por assim dizer, um compromisso de honra que quem se candidata ao voto toma com os que vão votar».
Conforme referiu, a única vez que viu que não ia cumprir o programa foi em 2007, e ficou a dever-se «a problemas que Lisboa estava a criar. Todos viram que eu me demiti e que fui outra vez a votos com um novo programa. E devo dizer que do novo programa considero também resolvida a instalação das salas psicopedagógicas. Elas vão ficar no pavilhão multiusos, onde há instalações disponíveis para isso. Vir encaixar aqui essas salas seria, outra vez, já estar a desfazer todo o planeamento que foi feito aqui para esta escola».
Alberto João Jardim realçou também o grande empenho do presidente da Câmara Municipal do Porto Santo na concretização desta obra, que representou um investimento do Governo Regional superior a 1,4 milhões de euros. A obra, de acordo com o chefe do Executivo madeirense, era para ser feita em 2011. Mas, por insistência da autarquia, alegando que se tratava de uma infra-estrutura de grande prioridade, acabou por ficar concluída quase dois anos antes. Um facto que Alberto João Jardim disse ficar a dever-se à persistência de Roberto Silva. Já no final da sua intervenção, Alberto João Jardim felicitou também o actual presidente do Conselho Directivo da Escola do Campo de Baixo, bem como o seu antecessor, pelo empenho e dedicação de ambos ao Porto Santo, cujos contributos tornaram também possível a ampliação daquele estabelecimento de ensino.
Da parte da Câmara Municipal do Porto Santo, Roberto Silva reservou a sua intervenção para agradecer ao Governo Regional mais esta obra naquela ilha, uma escola que, tal como referiu o presidente da edilidade, «está ao nível de muitas outras que já inauguramos no Porto Santo. E é para mim, com particular satisfação, que estou aqui hoje a ver esta escola, com estas condições, e que irá proporcionar, no futuro, mais e melhor educação aos jovens do Porto Santo».


A OBRA


A empreitada de redimensionamento da Escola Básica do 1º Ciclo com Pré-escolar do Campo de Baixo, na Ilha do Porto Santo, foi ontem inaugurada.
A obra do Governo madeirense, contemplou a reformulação do edifício existente, criando novos espaços de convívio e novas salas de actividade curricular e extracurricular.
A reformulação e ampliação da cozinha e do refeitório foram tidas em conta, bem como a substituição das instalações sanitárias existentes e a criação de novas instalações para pessoas com mobilidade reduzida e para os alunos do pré-escolar.
A nível de arranjos exteriores, foi criado um novo campo de jogos com as dimensões oficiais de 44x22m, com espaço de bancada e respectivos balneários de apoio. Foi ainda considerado um espaço de parque infantil, amplas zonas de recreio coberto e descoberto e um estacionamento para 33 viaturas.
O custo da obra foi de 1,4 milhões de euros.




Jornal da Madeira

Dois mil vão hastear amanhã bandeiras verdes em C.ª de Lobos

Cidade piscatória tem 22 'eco-escolas'; Na Região há um total de 88
Data: 06-10-2009



Câmara de Lobos promove, quarta-feira, a cerimónia de entrega e hastear das Bandeiras Verdes, na Praça da Autonomia, defronte dos Paços do Concelho. Cerca de dois mil alunos provenientes dos estabelecimentos de ensino e educação contemplados com o referido galardão, vão encher a principal praça da cidade, para participarem na cerimónia, agendada para as 10 horas.

O trabalho desenvolvido por 22 estabelecimentos de ensino de Câmara de Lobos, na área da educação ambiental, foi reconhecido, pela Associação Bandeira Azul da Europa. Câmara de Lobos continua a liderar o 'ranking' de projectos reconhecidos numa lista com 154 municípios. Na Região foram atribuídos 88 galardões, sendo que 22 foram para as escolas de Câmara de Lobos, 18 ao Funchal, 11 à Calheta e 9 à Ribeira Brava, S. Vicente e Santa Cruz obtiveram 6 bandeiras, 5 foram para Machico e 4 para a Ponta do Sol, 3 ao Porto Moniz e Porto Santo e por fim, Santana, a quem apelidam de 'concelho verde', apenas foi atribuída uma bandeira.

Para o presente ano lectivo prepara-se já a candidatura de 25 escolas, associando-se a este projecto pela primeira vez, a B1/PE do Garachico, a EB do 2º e 3º Ciclo do Curral das Freiras e o Jardim de Infância 'O Pião'. Com isto, todas as escolas do concelho de Câmara de Lobos estarão inscritas no projecto Eco-Escolas.

Este é um programa internacional que está presente em 45 países. Pretende encorajar acções e reconhecer o trabalho de qualidade desenvolvido pelas escolas no âmbito da Educação para o Desenvolvimento Sustentável. Refira-se que, em Portugal, o 'Eco-escolas' envolveu 784 unidades de ensino, de todos os graus. A maioria são escolas do ensino básico.


DN Madeira

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Inaguração do Centro de Estudos de História do Atlântico (CEHA) (Funchal)

Jardim anunciou que GR fará despacho para tornar mais eficaz circulação documental
CEHA terá acesso a mais documentação











O Centro de Estudos de História do Atlântico (CEHA) vai receber documentação que actualmente se encontra em diversos outros serviços e arquivos documentais.
Ontem, na inauguração das novas instalações do CEHA o presidente do Governo Regional referiu que esta entidade vai precisar de documentos que porventura se encontram noutros locais e vice-versa, pelo que disse ao secretário regional da Educação e Cultura para que «faça um despacho que permita a circulação de documentação da forma que for necessária e com a pressa e com a rapidez que o trabalho cultural e científico exige».
Por seu turno, o presidente do CEHA disse que vai ser feita uma aposta em documentos em suporte digital. Tal como explicou Alberto Vieira, «nós já temos um acervo significativo de documentos referentes à Madeira que existem nos arquivos nacionais e estrangeiros que estão em microfilme», sendo que «alguns já passámos para suporte digital e outros vamos fazê-lo». Segundo referiu, «não estamos a falar em documentos originais, porque esses é impossível transpor de outros sítios para aqui». «No fundo, aquilo que se pretende é colocar cópias em suportes que permitam uma fácil utilização pelos investigadores», acrescentou.
Este responsável apontou que este processo irá ocorrer em relação a um acervo significativo que está nos arquivos nacionais, em Lisboa, documentos que «foram levados no século XIX daqui da Madeira, da Provedoria da Fazenda e da Alfândega do Funchal. Segundo adiantou, ao longo destes anos, esta documentação foi microfilmada, sendo que uma parte significativa já está digitalizada, para depois estar à disposição das pessoas. Além disso, apontou também documentação que está situada noutros arquivos, como Londres, em que «também já temos alguma coisa». Segundo referiu, trata-se fundamentalmente de informação relacionada com a Madeira.
Por outro lado, a nível regional, é de referir que este novo espaço irá acolher uma parte do espólio do Museu Vicentes.
A um ano de completar 25 anos, o CEHA ganhou uma nova casa e o chefe do Executivo madeirense disse, agora, esperar que o alto nível científico que este organismo já conseguiu prossiga. «Agora, com estas instalações magníficas, há que internacionalizar cada vez mais as trocas culturais que a Madeira hoje tem capacidade para ter com todo o mundo», frisou Alberto João Jardim.
Segundo o governante, «agora é que começa o trabalho a sério». É que, sublinhou, «se até agora o trabalho do CEHA foi se afirmar, agora tem uma responsabilidade maior», designadamente esta expressão internacional do Centro e da vida cultural da Madeira.
Por outro lado, o governante explicou as razões que levaram à criação deste espaço, entre as quais o interesse que o trabalho do CEHA «estava a produzir junto de vários centros culturais e científicos». «Comecei a notar nos vários continentes, não apenas na Europa, o interesse que esta instituição estava a despertar», disse.
A outro nível, já no âmbito do 25.º aniversário do CEHA, Alberto Vieira adiantou que na primeira semana de Novembro vai ser apresentado um anuário do Centro, cujo primeiro tema será um debate sobre os estudos insulares, evento no qual participarão investigadores de várias partes do mundo para fazer o ponto da situação dos estudos insulares nos últimos 25 anos.
Além disso, no próximo ano, haverá um congresso comemorativo dos 25 anos do Centro, que se assinalam a 26 de Julho, o qual contará com grupos de trabalho que estão neste momento a ser organizados, desde as Caraíbas, o Pacífico, Índico, Mediterrâneo e norte da Europa. «A nossa ideia é criar aqui um pólo de investigação e de divulgação da temática dos espaços insulares não restrita ao Atlântico, que foi aquela primeira aposta de início, mas que nós queremos agora seja a todos os espaços insulares que existem e que são importantes em termos da história actual», sublinhou.

A obra

O novo Centro de Estudos de História do Atlântico é um projecto que foi assumido no programa de Governo como um forte compromisso social e tem como objectivo enriquecer, decisivamente, o panorama cultural madeirense.
Além de dar continuidade à aposta do Executivo madeirense na criação e dinamização de equipamentos de valorização do património histórico-cultural, a nova infra-estrutura qualificada possibilitará conservar um património tão importante e dar continuidade a projectos de investigação sobre a História da Madeira. A obra implicou a recuperação de um prédio antigo afecto a esta finalidade, que possibilitará, por outro lado, um melhor acesso dos cidadãos à informação sobre a memória e a entidade regional. O Centro de Estudos desenvolve-se em quatro níveis (cave e três pisos acima do solo). O piso zero é dedicado à circulação do público, onde este poderá aceder à sala de índices, área expositiva, biblioteca digital, sala de leitura, filmoteca, auditório e respectivos serviços de apoio. Nos restantes pisos, a circulação do público em geral é condicionada, sendo estes espaços destinados a serviços internos, designadamente à área de direcção e investigação.
Foi tida em atenção a acessibilidade a pessoas com mobilidade reduzida, tendo sido tomadas as medidas necessárias para que estas possam usufruir confortavelmente dos espaços e foram-lhes reservados quatro lugares especiais no auditório e instalações sanitárias convenientemente dimensionadas.
A nova infra-estrutura é uma obra do Governo Regional, que ascendeu a dois milhões de euros.


Jornal da Madeira




Escola abre em 2010 (São Martinho/Funchal)

Novo estabelecimento de ensino em São Martinho acolherá cerca da 1.150 alunos






A O secretário regional do Equipamentos Social assegura que a nova Escola Secundária e Profissional de São Martinho deverá ficar concluída no próximo ano, devendo entrar em funcionamento já no ano lectivo de 2010/2011. Luís Santos Costa, que ontem visitou as obras em curso, disse ainda que aquele é o maior estabelecimento de ensino em construção no Funchal e representa um investimento na ordem dos 11,7 milhões de euros.
De acordo com o governante, «para além de ser um escola secundária, abrangendo cerca de 30 turmas do 7.º ao 12.º anos, é também uma escola técnico-profissional, dado que vamos ter também a formação técnico-profissional, também com cerca de 30 turmas».
Esta escola irá acolher, segundo Luís Santos Costa, cerca de 1.150 alunos, sendo que 450 na formação técnico-profissional, sobretudo, nas áreas de metalomecânica, mecânica, robótica, enquanto que, ao nível do secundário, aquele estabelecimento está dimensionado para cerca de 700 estudantes. Desta forma, acrescentou ainda o governante, com a construção da Escola Secundária e Profissional de São Martinho, é reforçado o parque escolar também na área do secundário no Funchal.
Conforme referiu, «trata-se de uma área edificada muito extensa. É uma escola que implica um investimento muito elevado, na ordem dos 11,7 milhões de euros, e significa uma aposta que o Governo Regional vem fazendo na área da educação de um modo geral, neste caso, a renovar o parque escolar, por forma a ter um parque escolar moderno e eficaz face aos objectivos».
Por outro lado, acrescentou ainda Luís Santos Costa, veio também colmatar algumas necessidades na área do ensino técnico-profissional, «onde se notava algum défice, nesta matéria, a nível regional. E, portanto, daí este empenho em termos aqui áreas oficinais. São cerca de seis pavilhões oficinais que vamos ter aqui, destinados a esse ensino técnico-profissional».
Além disso, referiu ainda o governante, «vamos ter aqui uma área desportiva, com um polidesportivo aqui associado, assim como um ginásio, estacionamentos e todo um conjunto de valências que um equipamento deste tipo exige para um estabelecimento desta dimensão».



Jornal da Madeira


Novos Renders da Escola Secundária e Profissional de São Martinho











quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Inaguração da Cobertura do Polidesportivo da Escola Básica do 1.º Ciclo de Gaula (Santa Cruz)




O Presidente do Governo Regional inaugurou, no dia 29 de Setembro de 2009, terça-feira, pelas 18h30, a Cobertura do Polidesportivo da Escola Básica do 1º Ciclo de Gaula, no Concelho de Santa Cruz

Numa Freguesia onde as intempéries de Inverno são rigorosas, havendo longos ciclos de chuva, a obra da responsabilidade do Governo Regional, vem dotar este complexo desportivo de melhores condições para a prática desportiva, permitindo sempre a sua utilização pela população escolar e outras entidades.

Garantindo uma melhor integração do edifício escolar com o polidesportivo coberto e destes com a envolvente, a intervenção consistiu na execução de uma cobertura constituída por painéis “sanduíche”, com perfil interior e exterior em chapa de alumínio pré lacado, intercalados com painéis translúcidos que permitirão uma melhor luminosidade natural à área de jogo. A nova cobertura assenta sobre uma estrutura aligeirada em madeira, formada por vigas curvas e apoiadas sobre pilares duplos.

A empreitada contemplou, também, a execução de um pavimento sintético com as respectivas marcações desportivas na área de jogo e a execução de uma cobertura “aligeirada” abrangendo a referida área de jogo, a área de bancadas e as zonas de circulação envolventes. Todo o recinto foi ainda vedado com rede do tipo “Bekaert” com 6m de altura.

Trata-se de mais um investimento público do Governo Regional, na Freguesia de Gaula, Concelho de Santa Cruz, que ascendeu a 437.000,00 Euros.















PGRAM


Jardim elogia freguesia com serviços públicos iguais a qualquer cidade europeia
«Comunidade de Gaula sempre soube o que quis»


Para o presidente do Governo Regional da Madeira, a freguesia de Gaula dispõe de serviços públicos semelhantes ao de qualquer cidade europeia. Por isso, «está nas mãos de cada povo levar por diante os seus sonhos». Na inauguração da cobertura do polidesportivo de Gaula, Alberto João Jardim elogiou a população daquela freguesia pelo facto de sempre ter demonstrado o que queria. Só lamenta que haja povos que não tenham horizontes traçados.




A cobertura do polidesportivo da Escola Básica do 1.º Ciclo de Gaula, em Santa Cruz, é mais uma promessa cumprida do presidente do Governo Regional da Madeira, Alberto João Jardim para com a população, desta vez a de Gaula. Ontem, na inauguração da renovação daquele espaço desportivo, o líder do Executivo madeirense disse que as palmas seriam dadas pelas entidades oficiais ao povo de Gaula, cuja comunidade «sempre soube o que quis».
Dirigindo-se à população que ocupava a bancada do polidesportivo, Jardim deu os parabéns à forma de estar na vida do povo de Gaula. «Dou os parabéns à vossa vontade de querer ir sempre em frente, porque é uma freguesia que tem a particularidade de ter a Gaula de cima e a de baixo, a paróquia de cima e a de baixo, mas tem sido uma comunidade que tem sabido o que quer e tem sabido articular os meios que dispõe e soube fazer um esforço para se desenvolver».
Com uma comunidade organizada, Jardim adianta que actualmente a freguesia de Gaula, em termos de serviços públicos autárquicos e do governo, tem o mesmo que qualquer cidade europeia. Por isso, refere que «está nas mãos de cada povo levar por diante os seus sonhos». Contudo, lamenta que existam povos que não tenham sonhos e «só queiram discutir os cinco tostões do azeite ou dos tremoços e não têm outros horizontes».
Relativamente à construção da cobertura do polidesportivo que vai proteger os alunos das intempéries do Inverno de Gaula, Alberto João Jardim quis realçar que, embora esta seja uma obra para a escola, o polidesportivo é também dirigido à população em geral.
Aquela freguesia do concelho de Santa Cruz conta já com um elevado número de residentes e, como tal, é preciso dinamizar a prática desportiva. Deste modo, tem de haver uma parceria entre a direcção daquele estabelecimento de ensino e a própria Junta de Freguesia para que a população possa usufruir do recinto despotivo. «Quem quer viver mais uns anos tem de estar desenferrujado», brincou Jardim.

Meio milhão de euros para as escolas de Santa Cruz

Para o presidente da Câmara Municipal de Santa Cruz, José Alberto Gonçalves, a comunidade de Gaula ficou «mais rica» com a colocação da cobertura no polidesportivo que irá beneficiar não só os 122 alunos da escola do 1.º ciclo de Gaula, bem como a população em geral.
Num investimento público do Governo Regional que ascendeu aos 400 mil euros, aquele estabelecimento de ensino ficou ainda mais valorizado, já que é uma escola que tem trabalhado em prol do ambiente, tendo ganho oito bandeiras verdes. «Isto é possível com a iniciativa da escola, com a participação dos pais, mas também porque a Câmara e o Governo Regional estão de mãos dadas a contribuir para que isto seja possível».
José Alberto Gonçalves revelou que a autarquia de Santa Cruz dispõe de meio milhão de euros no fundo social municipal para as escolas do concelho «e é com orgulho que dizemos que o nosso parque escolar é de excelência, todos os directores mencionam a qualidade das escolas e dos transportes». Isto para além das iniciativas por altura do dia da criança e da árvore.

Alunos agradecem protecção «da chuva, do sol e do sereno»

Na inauguração, que contou com a presença do vice-presidente da Assembleia Legislativa da Madeira e dos secretários regionais do Equipamento Social e de Educação e Cultura, os alunos puderam manifestar a sua alegria por o polidesportivo ter sido renovado.
Uma aluna, que falou pela comunidade escolar, agradeceu a todos os que contribuíram para que a obra fosse possível. A partir de agora, os alunos nas aulas de educação física «vão estar protegidos do sol, da chuva e do sereno da manhã e as festividades da escola, que são abertas à comunidade, também terão um ambiente mais aprazível, onde todos poderão sentar-se e assistir ao espectáculo», declarou a menina.


A OBRA

O Polidesportivo da Escola Básica do 1º Ciclo de Gaula, no concelho de Santa Cruz, passou a ter uma cobertura que protege os alunos das intempéries de Inverno. Esta obra, da responsabilidade do Governo Regional, vem dotar este complexo desportivo de melhores condições para a prática desportiva, permitindo sempre a sua utilização pela população escolar e outras entidades. Garantindo uma melhor integração do edifício escolar com o polidesportivo coberto e destes com a envolvente, a intervenção consistiu na execução de uma cobertura constituída por painéis “sanduíche”, intercalados com painéis translúcidos que permitirão uma melhor luminosidade natural à área de jogo. A empreitada contemplou, também, a execução de um pavimento sintético com as respectivas marcações desportivas na área de jogo e a execução de uma cobertura “aligeirada” abrangendo a referida área de jogo, a área de bancadas e as zonas de circulação envolventes. Todo o recinto foi ainda vedado com rede do tipo “Bekaert” com 6m de altura. Este investimento custou ao Governo Regional 437.000,00 euros.


Jornal da Madeira

Nova escola em Câmara de Lobos

Estabelecimento destinado ao pré-escolar e primeiro ciclo


O secretário regional do Equipamento Social visitou ontem as obras de construção da Escola Básica do Primeiro Ciclo do Espírito Santo, em Câmara de Lobos. Este estabelecimento de ensino, que irá custar cerca de 2,3 milhões de euros, deverá estar concluído a tempo do próximo ano lectivo.





A nova Escola Básica do Primeiro Ciclo do Espírito Santo deverá estar em funcionamento no próximo ano lectivo, informou ontem o secretário regional do Equipamento Social, durante uma visita às obras de construção deste estabelecimento, orçado em 2,3 milhões de euros.
«A obra está a ser construída conforme programa do Governo, sem atrasos, e vem substituir a actual escola» localizada nas proximidades, destacou Luís Santos Costa, momentos antes de iniciar a visita.
O novo estabelecimento vai acolher cerca de 350 crianças, distribuídas pelo pré-escolar e pelo primeiro ciclo.
Está também a ser construído um polidesportivo, que funcionará não apenas como estrutura desportiva de apoio à escola, como também servirá a população exterior à escola, à semelhança aliás da política que tem sido seguida pelo Governo Regional com outros polidesportivos.
Os 2,3 milhões de euros investimentos para a criação desta infra-estrutura servem também para a construção de novos acessos àquela zona.
Num concelho que regista uma população jovem bastante elevada, o secretário regional do Equipamento Social considerou aquele estabelecimento de ensino «fundamental» para Câmara de Lobos.
A nova unidade escolar irá dispor de três salas de Educação Pré-Escolar, 12 salas para o Primeiro Ciclo e quatro salas de actividades não curriculares, nomeadamente sala de expressão plástica, sala de inglês, sala de informática e biblioteca.
O edifício desenvolve-se em quatro pisos.
De acordo com informação disponibilizada pela Secretaria Regional do Equipamento Social, para além do edifício escolar, «está prevista a construção de um campo desportivo em piso sintético (44mx22m), com zona de bancadas e balneários de apoio à unidade desportiva e um espaço para um polivalente».
Segundo a mesma fonte, «os arranjos exteriores incluem, para além dos acessos e estacionamentos, zonas de recreio (coberto e descoberto), envolventes ao edifício e espaços verdes.




Jornal da Madeira

sábado, 26 de setembro de 2009

Alunos com acção social têm apoio escolar on-line (Madeira)

Projecto foi apresentado ontem mas só entra em funcionamento a partir do dia 27







A Secretaria Regional de Educação (SREC) lançou ontem, na Escola Secundária Jaime Moniz, o projecto de apoio escolar on-line que permitirá aos alunos do 3.º ciclo do ensino básico tirarem as suas dúvidas e aprenderem um pouco mais da matéria dada nas aulas a partir do computador.
Depois de um ano a ser trabalhado em termos de recursos humanos e equipamento, já está concluído o projecto de apoio escolar on-line que ajudará aos alunos que não tenham outro recurso em termos de estudo em casa para tirar dúvidas.
De acordo com o secretário regional de Educação e Cultura, nesta primeira fase o portal estará disponível apenas acessível aos alunos que tenham acção social escolar. A partir de uma “password” (palavra-chave), os alunos vão poder aceder quer a conteúdos, neste caso do 3.º ciclo, quer a respostas já anteriormente dadas, quer a uma comunicação directa com professores.
Integram este projecto nove pessoas, seis dos quais professores, um por cada disciplina, nomeadamente Português, Inglês, Alemão (o professor de Inglês é o mesmo do de Alemão), Francês, Ciências Naturais, Físico-Química e Matemática.
Para além da comunicação directa com os professores, este portal pretende ser um auxiliar de estudo o que é, no fundo, aquilo que a Secretaria Regional pretende com este projecto e que é «facilitar o trabalho de casa dos alunos ao colocar on-line estas matérias que são as experimentais. Em função daquilo que for acontecendo vamos com certeza fazer crescer este portal», frisou o governante.
De referir que este portal estará disponível para consulta a partir de segunda-feira, dia 27 de Setembro.


Jornal da Madeira

Novas estradas do Tecnopolo abrem no dia 7 (Funchal)


Entre os dias 28 de Setembro e nove de Outubro há ainda 24 obras a inaugurar, em investimentos orçados em cerca de 59,3 milhões de euros





A A terceira fase das Infra-estruturas Gerais do Madeira Tecnopolo é inaugurada no dia 7 de Outubro.
Trata-se da entrada em funcionamento de uma série de pequenos arruamentos estruturantes – na extensão total de 1.260 metros - que permitirão, numa zona de elevada aglomeração populacional, a concretizaãoo de todas as infra-estruturas de úguas, esgotos, drenagens, electricidade e comunicações e possibilitam, sobretudo, a implantação de equipamentos, conforme previsto no Plano do Madeira Tecnopolo.
Da responsabilidade do Governo Regional, as novas ligações à rede viária - constituídas pelas denominadas Ruas B, C, E, F, G -, permitem a conclusão da ligação viária entre a zona do Centro de Feiras e Congressos e Universidade a sul até à zona a norte que ligará à esquerda ao Arruamento A e à direita ao Caminho da Penteda, à zona de serviços do Complexo das Piscinas e ao Beco dos Álamos.
A obra do Governo, através da Secretaria Regional do Equipamento Social, ascendeu a 4.500.000 euros.
No mesmo dia, Jardim vai inaugurar as obras de ampliação/extensão da Escola Profissional do Atlântico.
As novas instalações no Edifício 2000 vão permitir aumentar em 40% a capacidade da Escola Profissional do Atlântico, ficando agora com 31 turmas e com 13 cursos diferentes.
Serão ministrados cursos de comunicação, imagem e som, administração, informática, turismo, serviços de apoio social, ordenamento do território e ambiente e serviços de protecção e segurança.
Estão também previstos cursos de bar e restaurante e de cozinha e pastelaria. As novas instalações possibilitarão ainda a inscrição de 400 adultos no Centro de Novas Oportunidades e de 130 formandos nos Cursos de Educação e Formação.
O novo estabelecimento escolar terá 224 alunos em cada um dos três turnos diários. O investimento privado ascendeu a 1,064 milhões de euros.
No dia 8 de Outubro, será inaugurado o arranjo urbanístico da Eira da Achada, na Ribeira da Janela. A empreitada inclui a criação de um miradouro, estacionamentos automóveis e novas casas de banho públicas de apoio.



Foram melhorados os circuitos para passeios pedonais desde o sítio do Covão ao centro da Eira da Achada, bem como ainda colocadas novas redes de águas, iluminação e telecomunicações. O investimento, da Câmara do Porto Moniz, ascendeu a 1,136 milhões de euros.


Ainda neste dia, mas no Caniço, será inaugurado o caminho da Fonte do Livramento à Rua da Calçada. São 600 metros de comprimento e seis metros de largura, mais passeios com 1,2 metros. A obra, da CMSC, ascendeu a 2,249 milhões de euros.
Finalmente, a nove de Outubro, de novo na freguesia do Caniço, será inaugurada a ligação entre os caminhos do Palheiro Ferreiro e do Pinheirinho, numa extensão de 830 metros, com faixa de rodagem de seis metros de largura mais passeios com 1,2 metros. O investimento camarário ascendeu a 1,394 milhões de euros.
Nesse mesmo dia, mas na Ribeira Brava, será inaugurada a primeira fase da estrada municipal do Pico Ferreiro, Massapêz e Apresentação. Com uma extensão de 1.412 metros, a obra custou 2,071 milhões de euros.

Nova ligação ao porto custou 28 milhões

A nova ligação ao porto do Funchal, com um comprimento total de cerca de 1.500 metros, tem início na rotunda do porto e fim na intercepção com o antigo caminho do Pilar, onde começa o nó da Levada do Cavalo, de ligação à Estrada da Liberdade. É inaugurada a dois de Outubro.
Destaque-se a construção de um túnel com 670 metros de comprimento. Trata-se de um investimento do Governo, através da SRES, que custou cerca de 28 milhões de euros.


No dia dois de Outubro é também inaugurado o novo armazém da Câmara Municipal de Santana, localizado nos lotes 30, 32 e 34 do Parque Empresarial local. A obra inclui estacionamento para 22 viaturas e um parque de contentores a céu aberto. A obra, da Câmara, está avaliada em quase 1,75 milhões de euros.



No dia três serão inauguradas três obras. A primeira será a ligação ao Lombo da Roçada, na freguesia e concelho de Machico. A rua tem um comprimento de 300 metros e uma faixa de rodagem de cinco metros de largura. O investimento ascende a 750 mil euros.
Ainda a três de Outubro é inaugurado o arranjo urbanístico da Santa, que permitiu o reordenamento do Largo e dos arredores da igreja local, com novos passeios e estacionamentos, bem como jardins. A obra, a cargo da edilidade, ascendeu a 1,56 milhões de euros.


Finalmente, no mesmo dia, inaugura-se o caminho do Pico das Tabaibeiras, na Lombada da Ponta do Sol. Esta segunda fase tem uma extensão de 300 metros, uma largura de 3,5 metros e valeta de 0,5 metros. A obra custou 235 mil euros.

No dia 4 de Outubro, será inaugurado o Lar de Idosos do Porto Moniz, nos Lamaceiros, que terá valências de lar e de centro de dia, com capacidade, respectivamente, para 30 e 20 utentes. O investimento, da Segurança Social, é de 2,144 milhões de euros.



A 6 de Outubro, em Câmara de Lobos, será inaugurada a conclusão do caminho municipal Rua Maestro João Nóbrega Noronha. O troço mede 420 metros, tem uma faixa de rodagem com seis metros e passeio de 1,2 metros em ambos os lados. Foi ainda criada uma zona de estacionamento para 23 carros. O investimento camarário ascendeu a 1.634.643,12 euros.
Mais tarde, nesse mesmo dia, na Ribeira Brava, será inaugurada a estrada municipal da Terra Grande, com 430 metros. O investimento, ada Câmara local, orçou em cerca de um milhão de euros.

Ligação Til/Viveiros abre a 30 de Setembro

Na segunda-feira é inaugurada uma zona de lazer em São Vicente. A 30 de Setembro será a vez da ligação entre o Til e os Viveiro.
No próximo dia 28 de Setembro, segunda-feira, na freguesia e concelho de Câmara de Lobos, será inaugurado o caminho municipal do sítio do Facho à Caldeira, que servirá de novo acesso ao Cabo Girão. Mede 1.150 metros, tem 5,5 metros de largura e 1,5 metros de passeios. Trata-se de um investimento da Câmara Municipal de Câmara de Lobos, que ascendeu a 2.661.109,14 euros.



Nesse mesmo dia é inaugurada a zona de lazer da Ponta Delgada, obra da Câmara de São Vicente, que ascende a 168 mil euros.
Na construção desta zona de lazer, foram criados espaços com diversas áreas de circulação e de estar para actividades de recreio, zona de merendas e usos de churrascaria. Criaram-se ainda lugares cobertos e abrigos, com uma arquitectura semelhante aos tradicionais palheiros madeirenses, com a utilização de madeiras tratadas. Foram instalados diversos pontos de água potável.
Na terça-feira será a vez do caminho agrícola do Lombo de Antão Alves, no concelho de Santana. Este caminho agrícola tem uma extensão de 800 metros, com uma faixa de rodagem de 3,5 metros acrescidos de 0,5 metros para valeta. O custo desta obra foi de 141.856 euros e será da responsabilidade da Câmara de Santana.
Também a 29 de Setembro, será inaugurada a cobertura do polidesportivo da escola básica do 1º Ciclo de Gaula. A obra ascendeu a 437.000 euros.
No dia 30 de Setembro de 2009, será inaugurada a nova ligação entre os Viveiros e o Complexo Escolar e Desportivo Bartolomeu Perestrelo.
Com início no Caminho dos Saltos e fim na Estrada Dr. João Abel de Freitas, este novo acesso vem complementar uma ligação directa entre a rua do Til e o nó dos Viveiros, permitindo uma franca acessibilidade daquele complexo escolar e desportivo ao centro do Funchal e à cota 200.

Centro de Estudos
abre a 1 de Outubro


A nova ligação com cerca de 300 metros de extensão é composta por uma faixa de rodagem de seis metros de largura e dois passeios laterais de 1,50 metros.
A obra é do Governo Regional, através da Secretaria Regional do Equipamento Social, tendo ascendido a cerca de um milhão de euros.
No mesmo dia será inaugurado o caminho Municipal ao sítio da Fajã e Eiras, nos Canhas, concelho da Ponta do Sol
A correcção e pavimentação deste caminho, numa extensão de 200 metros com uma faixa de rodagem de 4,0 metros acrescidos de 0,5 metros para valeta, vem beneficiar um aglomerado populacional e permitir o acesso automóvel aos terrenos agrícolas e às populações.
O custo desta obra foi de 135.235 euros, da responsabilidade da Câmara Municipal da Ponta do Sol.
No dia 1 de Outubro, serão inauguradas no Caniço as instalações de uma empresa da área da Higiene e Segurança Alimentar, a “Controlvet Madeira”, um investimento de 200 mil euros.
Nesse mesmo dia será inaugurada a nova sede do Centro de Estudos de História do Atlântico. Localizado na Rua das Mercês, permitiu a recuperação de um antigo edifício e custou dois milhões de euros.




Escola redimensionada no Campo de Baixo


A cinco de Outubro, no Porto Santo, será inaugurada a obra de redimensionamento da escola básica do primeiro ciclo com pré-escolar do Campo de Baixo. Foram criadas novas salas de aulas e implementadados novos espaços espaços de convívio.
Ao nível de arranjos exteriores foi criado um novo campo de jogos, com as dimensões oficiais de 44 por 22 metros, com espaço de bancada e respectivos balneários de apoio. Foi ainda considerado um espaço de parque infantil, amplas zonas de recreio coberto e descoberto e um estacionamento para 33 viaturas. O custo da obra, a cargo da SRES, ascendeu a 1,4 milhões de euros.



Ainda no Porto Santo será inaugurada a construção de uma infra-estrutura de equipamento veterinário, com canil/gatil. O projecto camarário, orçado em 838 mil euros, contempla um total de 37 boxes caninas, entre as quais quatro boxes de isolamento e três de maternidade. Foi também construído um gatil para 16 animais, havendo dois espaços para isolamento e dois espaços para maternidade. Existe ainda uma sala com vedações especiais para poder albergar outro tipo de espécies, como os pássaros.


O canil tem sala de tratamento de cães e gatos e zonas de preparação de alimentação para aqueles, para além de um serviço de limpeza adequado.


Jornal da Madeira

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

INaguração do Polidesportivo da Escola Básica de Santana




Presidente do Governo Regional da Madeira, inaugurou no dia 24 de Setembro de 2009, quinta-feira, às 18.00 horas, o Polidesportivo da Escola Básica do 1º Ciclo da Sede, no Concelho de Santana.

Consciente da importância que o Desporto assume na formação integral e saudável das populações, o Governo Regional continua a apostar na melhoria da qualidade das actividades e práticas desportivas no plano material e logístico.

Exemplo da política perfilhada nos últimos anos pelo Executivo madeirense, é o novo Polidesportivo da Escola Básica do 1º Ciclo da Sede, no concelho de Santana.

A obra contemplou a construção de um polidesportivo exterior de 44m por 22 m, que para além de constituir mais uma oferta de ocupação para estas crianças, vem melhorar, também, a qualidade das actividades e práticas desportivas de toda a comunidade, uma vez que, sendo prevista a utilização deste espaço pela população nos períodos extra escolares, foram garantidas acessibilidades directas independentes ao exterior.

A empreitada incluiu, ainda, a construção de balneários de apoio e estacionamentos públicos localizados junto ao edifício escolar.

O valor desta obra, que contemplou também a recuperação interior e exterior do edifício destinado a cantina, bem com a criação de uma nova ligação coberta entre este edifício e o edifício escolar, foi de cerca de 447.000,00 Euros.
















PGRAM

Jardim diz que, com as inaugurações, se está a construir Portugal à nossa maneira
«Estamos a lutar por aquilo que acreditamos»








O presidente do Governo Regional, Alberto João Jardim, sublinhou ontem que quando se está a inaugurar uma infra-estrutura como a de ontem, em Santana (um polidesportivo), «está-se a lutar por aquilo que acreditamos e estamos a construir Portugal à nossa maneira, com o instrumento da Autonomia política».
Perante muita gente, e com várias entidades presentes, entre as quais o presidente da Assembleia Legislativa da Madeira, José Miguel Mendonça, e dos secretários regionais da Educação e Cultura, Francisco Fernandes, e do Equipamento Social, Santos Costa, Alberto João Jardim fez questão de realçar a qualidade do equipamento ontem inaugurado.

Espaço desportivo destinado à população

«Temos aqui mais uma quadra desportiva, não apenas destinada à escola mas também à própria população. Sei que o senhor director da escola vai, depois, articular a utilização deste espaço de maneira a que não se perturbe o normal funcionamento da escola, mas também de maneira a que a comunidade de Santana possa também usufruir desta infra-estrutura», sublinhou o governante.
Na ocasião, Jardim lembrou que poucas horas antes tinha inaugurado uma biblioteca e que de manhã estivera numa reunião da Fundação a que pertence para participar na entrega de bolsas de estudo a jovens universitários madeirenses. «Agora estou num espaço desportivo», recordou.

Uma perfeita conjugação


«É uma perfeita conjugação. Ouvi, à pedaço, citar Fernando Pessoa. E conjuguei o que estava a ouvir com aquilo que tinha também ouvido dos textos sagrados. Nos textos sagrados dizia-se que deve-se correr não apenas para fustigar o vento. E que não se deve lutar ao acaso. E Fernando Pessoa levantava a questão do que afinal era este Portugal. O que era e o que deveria e poderia ser...», acrescentou.
Neste sentido, sublinhou: «Quando estamos hoje numa inauguração destas, não estamos a lutar para fustigar o vento, estamos a lutar por aquilo que acreditamos e estamos a construir Portugal à nossa maneira, com o instrumento da Autonomia política».
«Também quero responder à jovem que falou da cobertura disto. Acho muito bem a forma como falou. Quanto à cobertura vou usar contigo a mesma sinceridade que utilizei com os teus pais e com os teus avós. Eu não vou fazer isso agora, porque não está no programa de Governo. Até 2011 não posso fazer, mas quero que, nesse ano, lembrem para se pôr no programa que pode já não ser o meu, para 2011/2015», destacou.

Apelo à prática desportiva

Alberto João Jardim disse ainda ser sempre uma alegria vir às suas raízes, vir a Santana. Mas, aproveitou também para apelar à prática desportiva, até por razões de saúde.
«Temos aqui mais algo para a população. Esta é uma terra de pessoas muito bonitas e elegantes. Mas, para manter a elegância, seja qual for a idade de cada senhora ou homem, é preciso praticar desporto. Não é ficar em casa a comer umas batatinhas para ficar com uma barriga. Mesmo que se tenha só um pedacinho de barriga, em qualquer idade deve-se dar aqui uma corridas e fazer uns jogos para se ficar bem. Não percam estas oportunidades, não desperdicem as infra-estruturas que têm. Seria uma pena não aproveitarem estruturas desta qualidade», apelou também.

Trabalho de todos

Antes do discurso de Jardim, o director da escola fez questão de enaltecer o trabalho desenvolvido pelo presidente do Governo Regional para o desenvolvimento sócio-económico regional, contrapondo com o que era a Madeira há trinta e cinco anos atrás.
No seu discurso, Jardim fez questão de enaltecer: «Eu tenho de agradecer as palavras bonitas que acabei de ouvir do senhor director da escola. E que se por um lado dão força em momentos em que nós precisamos dela toda, eu levo-as em conta com muita amizade, pela muita amizade que há entre nós e sobretudo entendo que elas não são dirigidas a mim, são dirigidas a todos os meus colaboradores, porque tudo o que se fez e faz é um trabalho de equipa e os principais colaboradores são o povo, são a população».

A obra

O polidesportivo da escola básica do primeiro ciclo da sede de Santana, tem uma dimensão de 44 metros por 22 metros. A empreitada incluiu ainda a construção de balneários de apoio e estacionamentos públicos localizados junto ao edifício escolar.
O valor desta obra, que contemplou também a recuperação interior e exterior do edifício destinado a cantina, bem como a criação de uma nova ligação coberta entre este edifício e o edifício escolar, foi de cerca de 447 mil euros.
Esta infra-estrutura, para além de constituir mais uma oferta de ocupação para estas crianças, vem melhorar, também, a qualidade das actividades e práticas desportivas de toda a comunidade, uma vez que, sendo prevista a utilização deste espaço pela população nos períodos extra-escolares, foram garantidas acessibilidades directas independentes ao exterior.



Jornal da Madeira

Aposta na Educação é aposta na Autonomia

Jardim sublinha na entrega de bolsas de estudo a 400 alunos universitários







A Fundação Social Democrata da Madeira entregou ontem a 400 alunos do ensino superior bolsas de estudo para o ano lectivo 2009-2010, numa cerimónia que foi presidida pelo presidente do Conselho de Administração da FSDM, Alberto João Jardim.
Na cerimónia, que decorreu no CEMA - Centro de Conferências e Exposições da Madeira, em Santa Quitéria, no Funchal, o presidente da FSDM, no seu discurso, começou por referir que o “grande princípio que está em aprender conhecimentos em sede universitária é o princípio da dúvida metódica, que conduz a aperfeiçoar conhecimentos e a aperfeiçoar a investigação”, isto para referir que a maioria dos alunos presentes na cerimónia estariam “com uma dúvida metódica” sobre os objectivos que presidiam à entrega de bolsas de estudos por parte da FSDM por ocasião da campanha eleitoral para as Eleições Legislativas.
Assim, Alberto João Jardim esclareceu os 400 alunos presentes na cerimónia que esta efectuou-se ontem apenas “porque o calendário das eleições coincidiu com o calendário político”, acrescentando, por outro lado, que “estaria a fazer um raciocínio errado” sobre cada um dos alunos presentes “se me passasse pela cabeça que qualquer um dos senhores ou das senhoras era tonto e que ia mudar as suas opções só por se fazer esta cerimónia hoje aqui”.
O presidente da FSDM acentuou considerar todos os alunos presentes na cerimónia “inteligentes” e disse “apostar em todos, sem excepção, para o futuro da Madeira”.
Realçou que a Fundação ajudava mais uma vez os alunos que se encontram no ensino universitário da Região, salientando que as Bolsas de Estudo do ano lectivo 2009/2010 “serão 400 e que o valor, não sendo muito, ajuda, uma vez que são 100 euros mensais”.
Neste âmbito, Jardim lembrou que a FSDM já atribuiu 900 bolsas de estudo desde 2005, sem contar com as que foram ontem atribuídas.

Estudar é uma valorização


Referiu que a Fundação “nunca perguntou a alguém qual era a sua ideologia e o que é que pensava do partido a que esta Fundação está aliado”, salientando que o apoio disponibilizado pela FSDM aos alunos universitários “trata-se de um objectivo da Fundação de poder contribuir para que muitos alunos possam chegar a uma almejada licenciatura”.
Alberto João Jardim destacou que “o mercado de emprego não está fácil”, isto após ter realçado que “o país criou a ilusão de que toda a gente sendo licenciada lhe ia cair na rifa o paraíso na terra” e acentuar que a “economia do país tem sido ao longo dos anos mal conduzida”.
Deste modo, salientou ter sempre alertado de que “não se devia enganar os jovens só para se apresentar estatísticas no estrangeiro”, referindo que “toda a gente tem o direito a ter uma licenciatura, mas também toda a gente tem o direito de estar informada sobre as opções que o mercado de emprego faculta”.
“Não há dúvida que seja qual for a opção que cada um faça em função de uma licenciatura, independentemente dessa opção lhe estar a criar maiores ou menores dificuldades no mercado de emprego, a verdade é que estudar é uma valorização”, referiu o presidente da FSDM, salientando a importância de uma licenciatura para que o aluno “não esteja limitado às fronteiros do país na busca de emprego, mas para em qualquer parte do mundo, que está cada vez mais globalizado, possa afirmar o seu direito legítimo a uma carreira”.

Autonomia é o objectivo da FSDM

Alberto João Jardim sublinhou que a capacidade de vencer “está nas mãos” dos alunos, realçando que a FSDM apenas quer “ajudar as pessoas a adquirirem conhecimentos e um aperfeiçoamento pessoal” e a terem na “mão um instrumento para se defenderem”.
Por outro lado, adiantou que o “grande objectivo da Fundação é a Autonomia da Madeira”, salientando que a actual “é ainda muito fraca para as nossas pretensões”.
Neste âmbito, o presidente da FSDM lembrou aos alunos o grande salto que foi dado “no plano social e cultural” com a Autonomia da Região, sublinhando que “não se pode voltar para trás”.
“As novas geração vão também apreciar, estudar e avaliar como funciona a Autonomia Política, o que é preciso mais para a Região tirar benefícios desta Autonomia, pelo que temos consciência que, com todos os fenómenos político-sociais, pela História fora a Autonomia vai evoluir e que daqui a 20 anos não vai ser igual à actual”, realçou Jardim, acentuando que “é por isso que a Fundação aposta muito em ajudar as novas gerações”.
Destacou ainda que serão as novas gerações a “fazer mais mudanças, talvez mudanças decisivas que hoje sejam tabu falar”, pelo que, disse, “têm de estar bem preparadas”.
O presidente da FSDM disse ainda que “quando se aposta na Educação estamos a apostar na Autonomia”, isto porque, acrescentou, “gerações cada vez melhor preparadas vão ainda tratar melhor, fazer funcionar melhor a Autonomia do que a minha geração, que fez o que podia e o que tinha nas mãos”.
“A Fundação aposta em vocês, em cada um de vós, seja qual for a sua ideologia e as suas opções, apostando sobretudo na vossa capacidade intelectual, porque se cada um de vós já chegou onde chegou é porque tem capacidade”, realçou, a concluir, Alberto João Jardim.



Jornal da Madeira

Madeira com condições para o Turismo Cultural

Francisco Fernandes na abertura de conferência internacional sobre electrónica






O secretário regional da Educação e Cultura considera que a Madeira tem dado sinais de que o «o turismo cultural, a realização de conferências, de eventos de natureza científica, são nichos que pretendemos atrair». Francisco Fernandes falava aos jornalistas momentos antes de participar na sessão de abertura da 8ª edição do Encontro Científico Internacional “Internacional Conference and Workshop on Ambient Intelligence and Embedded Systems” (AmiEs-09).
Para aquele governante, «por um lado, estamos em condições, em termos de infra-estruturas, em salas de conferências, colóquios, ou workshops». Por outro lado, adiantou ainda, «há um facto que gostaria de realçar e que tem a ver com a vanguarda do pensamento e da investigação científica da Madeira estar muitas vezes comprometida com a cativação de eventos desta Natureza».
Assim, no entender do secretário regional da Educação e Cultura, «eventos como este que está a decorrer na Universidade da Madeira são mais um exemplo de que a Região pode colocar-se no mapa do pensamento, do saber, das competências, através de seminários das competências».
Para Francisco Fernandes, os investigadores, quer os das academias, quer os da indústria têm aqui uma oportunidade para discutir inovações e perspectivar o futuro do sector.
Deste modo, «acho importante este encontro que atrai representantes de diversos países», sublinhou o secretário regional da Educação.
Tiago Meireles, coordenador do programa de investigação AmiEs-09, referiu que o projecto acaba por ser um encontro de especialistas da mesma área, ou seja na área da electrónica, dos circuitos integrados e inteligência das aplicações.
Esta não é uma área que está a crescer na Madeira mas Tiago Meireles diz estar esperançado com a visita destes investigadores que vieram participar nesta conferência que termina hoje no Funchal.
Refira-se que este Encontro, que decorreu no auditório da UMa trouxe à Região 35 investigadores de reconhecido mérito internacional, com o objectivo de discutir os principais avanços tecnológicos nos vários domínio da electrónica e telecomunicações, desde dispositivos embedded a aplicações sem fios, redes de sensores e programação em Java, bem como estabelecer novas parcerias.
Foram assinados diversos acordos de cooperação com universidades estrangeiras, como disse Tiago Meireles, pelo que a investigação nesta área terá um novo fôlego, conforme admitiu.

Encontro na RAM «é sinal de que existimos»

O reitor da Universidade da Madeira considerou que o grupo que participa no encontro que decorre no Funchal é altamente especializado e é um exemplo muito claro de um tipo de organização que funciona hoje em dia nas universidades.
Castanheira da Costa considerou ser importante que a Madeira tenha sido escolhida para o 8º encontro, tendo em conta que atrai imensa gente para a Madeira e coloca a Universidade na “boca” do Mundo.

Estudar números que UMa atrai

«Ainda não temos dados mas vamos tentar arranjar para tentar perceber a quantidade de pessoas que a Região atrai para conferências, cursos», referiu Castanheira da Costa, o qual corroborou da ideia do secretário regional da Educação, a qual vai no sentido de tornar a Madeira «também interessante do ponto de vista científico».
«Estas pessoas que vêm cá, conhecem-nos, sabem que há um grupo activo. Isto é sinal claro de que estamos vivos e que fazemos parte desses grupos», referiu o reitor da Universidade da Madeira.


Jornal da Madeira

INaguração da Biblioteca Municipal (Funchal)




O Presidente do Governo Regional da Madeira, no dia 24 de Setembro, quinta-feira, às 16.00 horas, inaugurou na Freguesia de São Pedro no Concelho do Funchal, a Biblioteca Municipal e uma Sala Polivalente.

Construída no Edifício 2000, a Biblioteca Municipal e respectiva sala polivalente ocupam uma área de 1.000m2.Neste espaço, estão outros departamentos, o gabinete da direcção, sala de reuniões, cozinha, balneários e arrecadação.

A Biblioteca propriamente dita, com uma área de 575m2, dispõe de 3 salas de leitura, arquivo, gabinete de direcção, informática e reprografia.

Foi criado um novo acesso a este piso, eliminando-se as barreiras arquitectónicas, instalaram-se casas de banho e balcões de informação. Foi ainda instalado um sistema de ventilação e ar condicionado.

Trata-se de um investimento público da Câmara Municipal do Funchal, que ascendeu a 501.101,63 Euros.













PGRAM

Anúncio feito por Miguel Albuquerque, bem recebido pelo Presidente do Governo
Arte Moderna no matadouro









O presidente do Governo Regional manifestou-se agradado com a ideia de Miguel Albuquerque em recuperar o edifício do matadouro e para ali transferir o Museu de Arte Moderna, actualmente, sedeado na fortaleza de São Tiago.
Alberto João Jardim que ontem inaugurou as novas instalações da Biblioteca Municipal do Funchal, no Edifício 2000, disse ser «absolutamente solidário» com as intenções manifestadas, momentos antes, por Miguel Albuquerque «no sentido de pegar na estrutura do matadouro, preservar o que é uma imagem de arquitectura de um determinado período da história arquitectónica do Funchal e por ali o museu de Arte Moderna».
Na óptica do líder madeirense a fortaleza de São Tiago «fica em condições de ser melhor aproveitada sempre no plano cultural».
O líder madeirense declarou que a Região «está agora mais rica e o Funchal mais bem servido», com as novas instalações da Biblioteca Municipal do Funchal e que alberga, numa área aproximada de mil metros quadrados, um espólio composto por cerca de 270 mil documentos.
A estratégia cultural para o Funchal, nomeadamente a recuperação (em curso) do palácio de São Pedro para as futuras instalações do museu de História Natural do Funchal, mais uma vez reiterada pelo presidente da Câmara, tem «a cumplicidade e o apoio» do líder madeirense.
Segundo Jardim «quando a câmara e o governo gizam estratégias, pode demorar mais ou menos tempo, mas são realizadas e concretizadas, pelo que é fundamental se saber o que se quer».
Na óptica do presidente «este foi o segredo do que foi a recuperação deste período da autonomia em relação ao passado, assentou sempre, quer o povo quer os protagonistas, saberem claramente os objectivos e não andarem à deriva de algumas incompreensões e discussões estéreis».
Alberto João Jardim destacou o facto de ontem ter inaugurado duas infra-estruturas que se conjugam: uma biblioteca e uma infra-estrutura desportiva. Binómios de sustentação do que deve ser a preparação da juventude, que segundo Jardim «deve assentar numa cultura física habituada a regras de competitividade e na sua formação cultural».
Referindo-se à biblioteca municipal, Alberto João Jardim agradeceu ao autarca a renovação e modernização do espaço. «É que estando eu no Outono da minha vida política, quando vier o Inverno da vida, preciso me sentar, arrumar ideias, pesquisar e escrever muita coisa, já marquei um lugar para escrever», declarou.
No fecho da sua intervenção, Jardim disse que a única coisa em que uma pessoa se pode enganar naquele espaço, é na leitura de «certas folhas que andam por aí e que podem induzir as pessoas em erro, mas também todos já compreenderam».
Por seu turno, o presidente da Câmara Municipal do Funchal, Miguel Albuquerque, destacou o esforço da autarquia para melhorar as infra-estruturas culturais da cidade, deixando a garantia de que o processo ainda vai a meio.
Tal como referiu, este processo «começou com a construção de um edifício de raiz para o Arquivo Regional, é reforçado com a nova biblioteca que tem um espólio riquíssimo», entretanto, transferido do antigo Palácio de S. Pedro para instalações modernas.
Miguel Albuquerque voltou a explicar as razões que levaram a autarquia a desistir de instalar a biblioteca no antigo matadouro.
Segundo o autarca, o projecto entregue no âmbito do programa “Rede Nacional de Bibliotecas”, apresentava um tinha investimento que ascendia aos 2,5 milhões de euros, com comparticipação de 60 por cento da Câmara. Mas, tal como referiu, o que encarecia essa opção, eram as despesas correntes, na ordem dos 700 mil euros por ano.
Assim, foi encontrada uma solução mais acessível à autarquia. Miguel Albuquerque destacou ainda que o projecto da Biblioteca Municipal do Funchal custou 550 mil euros.
O próximo desafio em termos culturais será adaptar o antigo matadouro, um imóvel mandado construir pelo antigo presidente da câmara Fernão Ornelas, nos anos 40, num Museu de Arte Moderna.

A obra

A Biblioteca Municipal e a Sala Polivalente foram construídas no Edifício 2000, ocupando uma área de mil metros quadrados. Neste espaço, estão outros departamentos, o gabinete da direcção, sala de reuniões, cozinha, balneários e arrecadação.A biblioteca propriamente dita, com uma área de 575 m2, dispõe de 3 salas de leitura, arquivo, gabinete de direcção, informática e reprografia.Foi criado um novo acesso a este piso, eliminando-se as barreiras arquitectónicas, instalaram-se casas de banho e balcões de informação. Foi ainda instalado um sistema de ventilação e ar condicionado.O investimento público da responsabilidade da Câmara Municipal do Funchal ascendeu a 500 mil euros.


Jornal da Madeira