Vieram da Normandia (França) e mostraram interesse nas práticas usadas na RAM
Um grupo de turistas franceses, naturais da Normandia, visitou, recentemente, o Centro de Ovinicultura da Madeira (COM).
«Esta visita ganhou particular interesse já que se tratava de um grupo de 22 agricultores de diversas áreas (produtores de ovinos, bovinos, viticultores e horticultores) que pretendiam conhecer a realidade regional e apreciar as diferenças entre a criação de pequenos ruminantes na Madeira e em França», conforme nos disse o director regional da Agricultura e Desenvolvimento Rural.
Bernardo Melvill Araújo salienta a experiência destes agricultores, nomeadamente na área de produção animal, sendo que três deles possuem rebanhos superiores a dois mil ovinos e praticam a transumância, que é passagem periódica dos rebanhos da planície para as montanhas e vice-versa.
«O grupo mostrou interesse nas práticas utilizadas na Região, nomeadamente o aproveitamento de subprodutos da agro-indústria para a alimentação dos animais do COM, e do bagaço de cana para as respectivas camas», afirma ainda o director regional da Agricultura. Segundo Bernardo Melvill Araújo, aquele grupo ficou surpreendido com o facto de no COM não haver casos de brucelose.
Refira-se que o COM é uma exploração agro-pecuária localizada no norte da ilha, no Pico do Eixo, freguesia e concelho de Santana, e pertence à Direcção Regional de Agricultura e Desenvolvimento Rural.
Com uma área agrícola útil de 9,36 hectares, convertida ao modo de produção biológico, produz reprodutores ovinos para venda aos agricultores da Região. O COM tem um efectivo reprodutor de cerca de 180 ovinos da raça Bergshaf.
Jornal da Madeira
Mostrar mensagens com a etiqueta Animais. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Animais. Mostrar todas as mensagens
sábado, 17 de outubro de 2009
terça-feira, 6 de outubro de 2009
Inaguração do Canil/Gatil do Porto Santo
Apesar de prevista na Constituição Portuguesa
Vida humana ainda é desrespeitada


O presidente do Governo Regional disse ontem, no Porto Santo, que apesar da civilização ocidental ter dado, sobretudo no último século, passos importantes na protecção da natureza e da vida humana, e que apesar da Constituição Portuguesa defender que a vida humana é para ser respeitada, «há depois legislação que é perfeitamente inconstitucional e que, num Estado que não é sério, aparece, portanto, como sendo constitucional». Alberto João Jardim, que falava na inauguração de um canil/gatil na “ilha dourada”, destacou também a importância de uma infra-estruturas daquelas para o turismo.
O presidente do Governo Regional disse ontem, na inauguração do novo canil/gatil do Porto Santo, que apesar do avanços verificados ao longo da história e de vivermos numa civilização de respeito pela vida, continua na haver falta de respeito pela vida. De acordo com Alberto João Jardim, «embora a Constituição diga que a vida humana é para ser respeitada, há depois legislação que é perfeitamente inconstitucional e que, num Estado que não é sério, aparece, portanto, como sendo constitucional».
Mas, prosseguiu o chefe do Executivo madeirense, «é este respeito pela vida que, muitas vezes, a própria civilização, em nome do comodismo, em nome do egoísmo, em nome de um certo epicurismo - e eu sou um epicurista - mas em nome de um epicurismo mal entendido, às vezes vai desrespeitando».
Alberto João Jardim, que começou por felicitar o presidente da Câmara Municipal do Porto Santo, pela escolha da data de inauguração deste canil/gatil dado que este fim-de-semana se assinalou o Dia do Animal, e ontem foi o Dia da Implantação da República Portuguesa, disse ainda que «há uma matriz fundamental na nossa civilização judaico-cristã que é o primado da pessoa humana, o primado da vida. E nesse primado da vida há também um grande respeito da nossa civilização pela natureza. Não há dúvida que o século passado foi péssimo nas guerras e no desrespeito pela vida humana. Mas é um século fantástico porque se começam a desenvolver grandes movimentos que compreenderam que era preciso proteger a natureza, que era preciso haver políticas ecologistas, que às vezes são mal entendidas e que são utilizadas para fins políticos. Mas, houve uma grande consciencialização a partir do século passado, também com tudo o que dizia respeito à natureza».
O Porto Santo, tal como afirmou o chefe do Executivo madeirense, «é um centro de férias do mundo civilizado, do mundo ocidental. Tenho a certeza que será cada vez mais procurado pelos destinos, pelas mais diversas origens possíveis e todos nós sabemos o que o animal doméstico representa nas famílias dos países mais civilizados».
Conforme referiu, o animal doméstico representa muito, às vezes, «porque as famílias, hoje, são pouco numerosas. E, depois, quando os filhos crescem vão trabalhar, casam-se. Há um certo isolamento. Hoje, um dos dramas da civilização desenvolvida é que as pessoas vivem melhor, têm melhores meios, mas estão mais sós muitas vezes. E aí o animal tem sido, em muitos casos, a companhia da pessoa. Não há dúvida que, embora o afecto entre seres humanos seja uma coisa completamente diferente, compreende-se que havendo o animal de estimação, que é uma companhia, que faz parte, a certa altura, do “modus vivendi” familiar, que haja também um certo sentimento de afecto em relação a esse animal».
Por isso, rematou Alberto João Jardim, «quando se quer fazer grandes centros de desenvolvimento de turismo na Europa, há o cuidado de ter instalações deste género», o que levou o chefe do Executivo madeirense a felicitar, novamente, o presidente da edilidade porto-santense, pelo facto de, com verbas suportadas pela autarquia, ter tido a visão para aquela obra.
A este propósito, Alberto João Jardim disse ainda que «esta é uma infra-estrutura fundamental para atrair pessoas ao Porto Santo. Mais a mais, que tem aqui também excelentes cuidados veterinários. A ilha está muitíssimo bem apetrechada, quer em pessoal humano, quer tecnicamente, quer em remédios e outras coisas que são precisas. A ilha está bem apetrechada para dar resposta a estes problemas de patologia animal».
Na opinião do chefe do Executivo madeirense, este é mais um motivo de felicitação a Roberto Silva que construiu um empreendimento que não foi feita para animais. Pois, tal como afirmou, «o que fez aqui foi algo de humano, algo que foi de encontro aos sentimentos, às preocupações, às motivações do ser humano. Não tem esta obra para servir os animais, tem esta obra para servir a pessoa humana, respeitar os respectivos sentimentos e para fazer a pessoa humana se sentir mais segura e feliz, inclusivamente, no afectos que tem direito de dedicar, seja o que for».
Já o presidente da Câmara Municipal do Porto Santo, que começou por recordar que esta era uma aspiração com algum tempo, disse que a abertura deste canil/gatil é um enorme motivo de satisfação. Para isso, recordou o autarca, foi necessário fazer um grande esforço por parte da edilidade por forma a ter uma infra-estrutura daquela natureza.
E é um motivo de orgulho, tal como referiu Roberto Silva, por ser «o primeiro canil/gatil da Região, oficialmente, com todas as normas e regras como a legislação», sendo por isso com satisfação que o autarca vê aquele empreendimento no Porto Santo que, de certeza, será aproveitado por todos os porto-santenses».
Conforme referiu, este canil/gatil cumpre com todos os requisitos previstos na legislação em vigor e constituirá uma mais-valia para o Porto Santo. Trata-se, segundo Roberto Silva, de um recinto que ocupa uma área 2.276, divido em três áreas, a administrativa, a veterinária e o canil/gatil propriamente dito. É composto por 37 boxes caninas, quatro de isolamento e três de maternidade e 16 boxes para gatos.
Segundo Roberto Silva, o novo canil/gatil representou um investimento da Câmara Municipal do Porto Santo na ordem dos 838 mil euros.
A OBRA
O canil/gatil, numa iniciativa da Câmara Municipal do Porto Santo, foi implantado numa área de 2.276 m2, um edifício com três áreas distintas, a administrativa, a veterinária e o canil e gatil.
O canil tem sala de tratamento dos cães e gatos e zonas de preparação de alimentação para os referidos animais, para além de um serviço de limpeza adequado.
Esta infra-estrutura modelar, da responsabilidade da Câmara Municipal do Porto Santo, vem colmatar uma lacuna existente naquela ilha, dando assim melhores condições aos animais e possibilitar aos residentes e turistas um local onde podem deixar os animais e também tratá-los.
Trata-se de um investimento camarário que ascendeu a 838 mil euros.
Jornal da Madeira
Vida humana ainda é desrespeitada


O presidente do Governo Regional disse ontem, no Porto Santo, que apesar da civilização ocidental ter dado, sobretudo no último século, passos importantes na protecção da natureza e da vida humana, e que apesar da Constituição Portuguesa defender que a vida humana é para ser respeitada, «há depois legislação que é perfeitamente inconstitucional e que, num Estado que não é sério, aparece, portanto, como sendo constitucional». Alberto João Jardim, que falava na inauguração de um canil/gatil na “ilha dourada”, destacou também a importância de uma infra-estruturas daquelas para o turismo.
O presidente do Governo Regional disse ontem, na inauguração do novo canil/gatil do Porto Santo, que apesar do avanços verificados ao longo da história e de vivermos numa civilização de respeito pela vida, continua na haver falta de respeito pela vida. De acordo com Alberto João Jardim, «embora a Constituição diga que a vida humana é para ser respeitada, há depois legislação que é perfeitamente inconstitucional e que, num Estado que não é sério, aparece, portanto, como sendo constitucional».
Mas, prosseguiu o chefe do Executivo madeirense, «é este respeito pela vida que, muitas vezes, a própria civilização, em nome do comodismo, em nome do egoísmo, em nome de um certo epicurismo - e eu sou um epicurista - mas em nome de um epicurismo mal entendido, às vezes vai desrespeitando».
Alberto João Jardim, que começou por felicitar o presidente da Câmara Municipal do Porto Santo, pela escolha da data de inauguração deste canil/gatil dado que este fim-de-semana se assinalou o Dia do Animal, e ontem foi o Dia da Implantação da República Portuguesa, disse ainda que «há uma matriz fundamental na nossa civilização judaico-cristã que é o primado da pessoa humana, o primado da vida. E nesse primado da vida há também um grande respeito da nossa civilização pela natureza. Não há dúvida que o século passado foi péssimo nas guerras e no desrespeito pela vida humana. Mas é um século fantástico porque se começam a desenvolver grandes movimentos que compreenderam que era preciso proteger a natureza, que era preciso haver políticas ecologistas, que às vezes são mal entendidas e que são utilizadas para fins políticos. Mas, houve uma grande consciencialização a partir do século passado, também com tudo o que dizia respeito à natureza».
O Porto Santo, tal como afirmou o chefe do Executivo madeirense, «é um centro de férias do mundo civilizado, do mundo ocidental. Tenho a certeza que será cada vez mais procurado pelos destinos, pelas mais diversas origens possíveis e todos nós sabemos o que o animal doméstico representa nas famílias dos países mais civilizados».
Conforme referiu, o animal doméstico representa muito, às vezes, «porque as famílias, hoje, são pouco numerosas. E, depois, quando os filhos crescem vão trabalhar, casam-se. Há um certo isolamento. Hoje, um dos dramas da civilização desenvolvida é que as pessoas vivem melhor, têm melhores meios, mas estão mais sós muitas vezes. E aí o animal tem sido, em muitos casos, a companhia da pessoa. Não há dúvida que, embora o afecto entre seres humanos seja uma coisa completamente diferente, compreende-se que havendo o animal de estimação, que é uma companhia, que faz parte, a certa altura, do “modus vivendi” familiar, que haja também um certo sentimento de afecto em relação a esse animal».
Por isso, rematou Alberto João Jardim, «quando se quer fazer grandes centros de desenvolvimento de turismo na Europa, há o cuidado de ter instalações deste género», o que levou o chefe do Executivo madeirense a felicitar, novamente, o presidente da edilidade porto-santense, pelo facto de, com verbas suportadas pela autarquia, ter tido a visão para aquela obra.
A este propósito, Alberto João Jardim disse ainda que «esta é uma infra-estrutura fundamental para atrair pessoas ao Porto Santo. Mais a mais, que tem aqui também excelentes cuidados veterinários. A ilha está muitíssimo bem apetrechada, quer em pessoal humano, quer tecnicamente, quer em remédios e outras coisas que são precisas. A ilha está bem apetrechada para dar resposta a estes problemas de patologia animal».
Na opinião do chefe do Executivo madeirense, este é mais um motivo de felicitação a Roberto Silva que construiu um empreendimento que não foi feita para animais. Pois, tal como afirmou, «o que fez aqui foi algo de humano, algo que foi de encontro aos sentimentos, às preocupações, às motivações do ser humano. Não tem esta obra para servir os animais, tem esta obra para servir a pessoa humana, respeitar os respectivos sentimentos e para fazer a pessoa humana se sentir mais segura e feliz, inclusivamente, no afectos que tem direito de dedicar, seja o que for».
Já o presidente da Câmara Municipal do Porto Santo, que começou por recordar que esta era uma aspiração com algum tempo, disse que a abertura deste canil/gatil é um enorme motivo de satisfação. Para isso, recordou o autarca, foi necessário fazer um grande esforço por parte da edilidade por forma a ter uma infra-estrutura daquela natureza.
E é um motivo de orgulho, tal como referiu Roberto Silva, por ser «o primeiro canil/gatil da Região, oficialmente, com todas as normas e regras como a legislação», sendo por isso com satisfação que o autarca vê aquele empreendimento no Porto Santo que, de certeza, será aproveitado por todos os porto-santenses».
Conforme referiu, este canil/gatil cumpre com todos os requisitos previstos na legislação em vigor e constituirá uma mais-valia para o Porto Santo. Trata-se, segundo Roberto Silva, de um recinto que ocupa uma área 2.276, divido em três áreas, a administrativa, a veterinária e o canil/gatil propriamente dito. É composto por 37 boxes caninas, quatro de isolamento e três de maternidade e 16 boxes para gatos.
Segundo Roberto Silva, o novo canil/gatil representou um investimento da Câmara Municipal do Porto Santo na ordem dos 838 mil euros.
A OBRA
O canil/gatil, numa iniciativa da Câmara Municipal do Porto Santo, foi implantado numa área de 2.276 m2, um edifício com três áreas distintas, a administrativa, a veterinária e o canil e gatil.
O canil tem sala de tratamento dos cães e gatos e zonas de preparação de alimentação para os referidos animais, para além de um serviço de limpeza adequado.
Esta infra-estrutura modelar, da responsabilidade da Câmara Municipal do Porto Santo, vem colmatar uma lacuna existente naquela ilha, dando assim melhores condições aos animais e possibilitar aos residentes e turistas um local onde podem deixar os animais e também tratá-los.
Trata-se de um investimento camarário que ascendeu a 838 mil euros.
Jornal da Madeira
Etiquetas:
A Nossa Terra,
Animais,
Porto Santo,
Projectos Madeira
domingo, 4 de outubro de 2009
Festa das Tosquias na Ribeira dos Boieiros (Camacha/ Santa Cruz)
2009
(o som deste video está mau)
(o som deste video está mau)
Etiquetas:
A Nossa Terra,
Animais,
Tradiçao,
Turismo Madeira,
TV,
Videos
sábado, 3 de outubro de 2009
Museu da Baleia será mais-valia para a Região
Infra-estrutura aguarda conteúdos multimédia para ser inaugurada, em meados de 2010

O Museu da Baleia deverá ser inaugurado em meados do próximo ano. Apesar do edifício, da responsabilidade da Secretaria Regional do Equipamento social, estar já construído, as entidades responsáveis pelo projecto entenderam por bem inaugurar a estrutura apenas quando os conteúdos da história da caça à baleia e os conteúdos multimédia estarem totalmente concluídos.
A explicação foi dada ontem pelo secretário regional do Equipamento Social, numa visita ao novo Museu, construído no Caniçal, freguesia com uma forte tradição piscatória. O investimento do Governo Regional é de 6,7 milhões de euros e resultou num edifício com mais de seis mil metros quadrados, com diversas áreas polivalentes.
Numa visita em que foi acompanhado por responsáveis pelo actual Museu, pelo presidente da Câmara Municipal de Machico e por um grupo de franceses, entre os quais um doador de um significativo manancial informativo sobre a caça à baleia no Caniçal, em termos de fotografias, Santos Costa destacou a importância daquela obra para o Caniçal e para Machico, em particular, mas também para toda a Região. Para a freguesia e para o concelho, uma vez que será um chamariz ao turismo científico-cultural e para os turistas em geral, o que irá possibilitar benefícios económicos para a população. Será ainda importante em termos de criação de postos de trabalho, sublinhou Luís Santos Costa.
«Esta é uma infra-estrutura de qualidade europeia, que vai permitir potenciar o mercado turístico e científico internacional que será muito importante não só para o museu, mas como para a freguesia e para o concelho, em termos de criação de postos de trabalho. Deverá aumentar a procura turística. É ainda uma obra muito importante neste sector e que vai enriquecer o panorama científico-cultural da região», acrescentou o governante.
Das características do espaço, onde, a título de curiosidade se pode dizer que são homenageados todos os pescadores baleeiros, da Madeira, com um painel de grande porte, com uma fotografia identificada de cada um, Santos Costa apontou a existência de um auditório e de uma biblioteca. «Temos aqui um edifício polivalente, de alto nível, que certamente nos orgulha bastante», realçou, lembrando ainda a forte componente de interacção com o exterior, nomeadamente através das escolas, com espaços para os alunos aprenderem e outros dedicados à investigação e ao estudo dos cetáceos.
Cetáceos suspensos serão atracção
Na caracterização do Museu da Baleia, fica-se a saber que «a Sala dos Cetáceos será um espaço concebido para a exposição de um conjunto de modelos em fibra de vidro de diferentes espécies de cetáceos, parte importante da fauna marinha do arquipélago da Madeira, um modelo de exibição, uma embarcação e vários quiosques electrónicos. A exposição foi planeada para um total de 12 modelos de cetáceos, que ficarão suspensos, a diferentes alturas, por tirantes a partir do tecto da sala. «Para além de apresentarem um aspecto final o mais próximo possível da realidade e o mais rigoroso do ponto de vista anatómico, cada modelo das diferentes espécies reflectirá a idade e sexo do animal e apresentará uma ficha descritiva acompanhada de desenhos e ilustrações científicas.
No que se refere ao modelo de exibição, este deverá constituir um cenário onde funcionará um auditório para a projecção de um vídeo 3D estereoscópico.
A embarcação, por seu lado, será um cenário onde os visitantes poderão recriar algumas actividades de investigação científica de cetáceos efectuadas a bordo de pequenas embarcações, designadamente, foto-identificação, censos náuticos, telemetria, etc.
Único na Europa, este projecto foi desenvolvido com o objectivo de responder ao elevado número de visitantes que procuram o actual museu naquela vila», lê-se na nota da SRES.
Jornal da Madeira







O Museu da Baleia deverá ser inaugurado em meados do próximo ano. Apesar do edifício, da responsabilidade da Secretaria Regional do Equipamento social, estar já construído, as entidades responsáveis pelo projecto entenderam por bem inaugurar a estrutura apenas quando os conteúdos da história da caça à baleia e os conteúdos multimédia estarem totalmente concluídos.
A explicação foi dada ontem pelo secretário regional do Equipamento Social, numa visita ao novo Museu, construído no Caniçal, freguesia com uma forte tradição piscatória. O investimento do Governo Regional é de 6,7 milhões de euros e resultou num edifício com mais de seis mil metros quadrados, com diversas áreas polivalentes.
Numa visita em que foi acompanhado por responsáveis pelo actual Museu, pelo presidente da Câmara Municipal de Machico e por um grupo de franceses, entre os quais um doador de um significativo manancial informativo sobre a caça à baleia no Caniçal, em termos de fotografias, Santos Costa destacou a importância daquela obra para o Caniçal e para Machico, em particular, mas também para toda a Região. Para a freguesia e para o concelho, uma vez que será um chamariz ao turismo científico-cultural e para os turistas em geral, o que irá possibilitar benefícios económicos para a população. Será ainda importante em termos de criação de postos de trabalho, sublinhou Luís Santos Costa.
«Esta é uma infra-estrutura de qualidade europeia, que vai permitir potenciar o mercado turístico e científico internacional que será muito importante não só para o museu, mas como para a freguesia e para o concelho, em termos de criação de postos de trabalho. Deverá aumentar a procura turística. É ainda uma obra muito importante neste sector e que vai enriquecer o panorama científico-cultural da região», acrescentou o governante.
Das características do espaço, onde, a título de curiosidade se pode dizer que são homenageados todos os pescadores baleeiros, da Madeira, com um painel de grande porte, com uma fotografia identificada de cada um, Santos Costa apontou a existência de um auditório e de uma biblioteca. «Temos aqui um edifício polivalente, de alto nível, que certamente nos orgulha bastante», realçou, lembrando ainda a forte componente de interacção com o exterior, nomeadamente através das escolas, com espaços para os alunos aprenderem e outros dedicados à investigação e ao estudo dos cetáceos.
Cetáceos suspensos serão atracção
Na caracterização do Museu da Baleia, fica-se a saber que «a Sala dos Cetáceos será um espaço concebido para a exposição de um conjunto de modelos em fibra de vidro de diferentes espécies de cetáceos, parte importante da fauna marinha do arquipélago da Madeira, um modelo de exibição, uma embarcação e vários quiosques electrónicos. A exposição foi planeada para um total de 12 modelos de cetáceos, que ficarão suspensos, a diferentes alturas, por tirantes a partir do tecto da sala. «Para além de apresentarem um aspecto final o mais próximo possível da realidade e o mais rigoroso do ponto de vista anatómico, cada modelo das diferentes espécies reflectirá a idade e sexo do animal e apresentará uma ficha descritiva acompanhada de desenhos e ilustrações científicas.
No que se refere ao modelo de exibição, este deverá constituir um cenário onde funcionará um auditório para a projecção de um vídeo 3D estereoscópico.
A embarcação, por seu lado, será um cenário onde os visitantes poderão recriar algumas actividades de investigação científica de cetáceos efectuadas a bordo de pequenas embarcações, designadamente, foto-identificação, censos náuticos, telemetria, etc.
Único na Europa, este projecto foi desenvolvido com o objectivo de responder ao elevado número de visitantes que procuram o actual museu naquela vila», lê-se na nota da SRES.
Jornal da Madeira






Etiquetas:
A Nossa Terra,
Animais,
Cultura,
Mar da Madeira,
Projectos Madeira
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
Nos Mares da Madeira
Baleias
Golfinhos
Golfinhos
Etiquetas:
A Nossa Terra,
Animais,
Lazer,
Mar da Madeira,
Turismo Madeira,
Videos
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
A Emigração anual do Caranguejo Vermelho na Ilha de Natal
Christmas Island Red Crabs - The funniest home videos are here
No Norte da Australia numa pequena Ilha Christmas (Natal), no último trimestre do ano, um fenômeno interessante ocorre.
150 Milhões de Caranguejos Vermelhos (Gecarcoidea natalis), saiem das florestas Humidas e vão para a costa desovar.
No caminho eles invadem tudo , mais os moradores já estão acostumados com este fenomeno , quando a emigração chega no seu ponto maximo e as barreiras das estradas não fazem efeito as estradas são fechadas.
Quando as femeas chegam a costa cada uma coloca 100 mil ovos e regresão as florestas humidas , semanas depois é a vez dos filhotes irem para a floresta .
Os Habitantes Locais dizem que para a população de Caranguejos manter-se como está so precisa de haver 2 anos com clima bom (humido) em cada 10 anos .



sábado, 15 de agosto de 2009
Canil da “ilha dourada” aguarda certificação
Porto Santo - Infra-estrutura será inaugurada a 5 de Outubro


O projecto do canil/gatil mereceu nota máxima da Associação Nacional de Veterinária e vem preencher uma lacuna existente no Porto Santo, estando preparado para ser certificado, visto respeitar todas as normas definidas na lei.
A obra, orçada em 838 mil euros, está em fase adiantada de construção e foi visitada ontem pelo elenco camarário presidido por Roberto Silva.
O autarca reconheceu que durante muito tempo a falta de um canil na ilha motivou muitas críticas à câmara, facto que motivou a resolução de um problema que manchava negativamente o destino turístico.
«Era uma lacuna que existia no Porto Santo e como a câmara tinha um canil que não cumpria minimamente as normas que estão definidas por lei, decidimos avançar para este projecto de raiz», justificou Roberto Silva.
O novo canil/gatil para 180 animais abrange uma área de cerca de 2.276 metros quadrados, contemplando espaços administrativos e veterinários.
Segundo Roberto Silva, o projecto está preparado para ser certificado e terá como principal objectivo, não apenas a recolha de todos os animais errantes da ilha e o seu tratamento, mas também um apoio a toda a população porque vai funcionar como clínica veterinária.
Tal como referiu a infra-estrutura foi concretizada com base no apoio da Direcção Regional de Pecuária, cumprindo todas as normas que a legislação prevê. «Inclusive a Associação Nacional de Veterinária felicitou a câmara pelo projecto que foi analisado ao pormenor e a resposta que obtivemos é de que cumpre todos os parâmetros o que para nós é um motivo de grande satisfação», realçou.
Segundo afiançou o autarca «as regras de funcionamento estão a ser preparadas pela câmara e serão muito rígidas, pelo que os animais que vão entrar no canil/gatil não o farão de qualquer maneira. Terá de haver uma triagem até para segurança dos que já estiverem nas instalações».
Roberto Silva esclareceu que o registo dos animais já foi feito, sobretudo pelos caçadores proprietários de aproximadamente 500 cães de caça com o respectivo chip obrigatório por lei. Por outro lado, também muitos particulares já procederam ao registo dos seus cães. Contudo, a partir do momento em que esta infra-estrutura esteja em funcionamento a autarquia irá proceder à recolha dos animais errantes por forma a haver um tratamento e levantamento da situação.
Sobre a gestão do novo espaço, Roberto Silva avançou com algumas hipóteses, nomeadamente a de ser a própria autarquia a fazê-lo directamente. Já no que concerne ao espaço veterinário o autarca admite vir a celebrar um protocolo com o Governo Regional. «Se não for possível, vamos avançar dentro do quadro da câmara para abrir concurso para um veterinário a tempo inteiro».
Jornal da Madeira


O projecto do canil/gatil mereceu nota máxima da Associação Nacional de Veterinária e vem preencher uma lacuna existente no Porto Santo, estando preparado para ser certificado, visto respeitar todas as normas definidas na lei.
A obra, orçada em 838 mil euros, está em fase adiantada de construção e foi visitada ontem pelo elenco camarário presidido por Roberto Silva.
O autarca reconheceu que durante muito tempo a falta de um canil na ilha motivou muitas críticas à câmara, facto que motivou a resolução de um problema que manchava negativamente o destino turístico.
«Era uma lacuna que existia no Porto Santo e como a câmara tinha um canil que não cumpria minimamente as normas que estão definidas por lei, decidimos avançar para este projecto de raiz», justificou Roberto Silva.
O novo canil/gatil para 180 animais abrange uma área de cerca de 2.276 metros quadrados, contemplando espaços administrativos e veterinários.
Segundo Roberto Silva, o projecto está preparado para ser certificado e terá como principal objectivo, não apenas a recolha de todos os animais errantes da ilha e o seu tratamento, mas também um apoio a toda a população porque vai funcionar como clínica veterinária.
Tal como referiu a infra-estrutura foi concretizada com base no apoio da Direcção Regional de Pecuária, cumprindo todas as normas que a legislação prevê. «Inclusive a Associação Nacional de Veterinária felicitou a câmara pelo projecto que foi analisado ao pormenor e a resposta que obtivemos é de que cumpre todos os parâmetros o que para nós é um motivo de grande satisfação», realçou.
Segundo afiançou o autarca «as regras de funcionamento estão a ser preparadas pela câmara e serão muito rígidas, pelo que os animais que vão entrar no canil/gatil não o farão de qualquer maneira. Terá de haver uma triagem até para segurança dos que já estiverem nas instalações».
Roberto Silva esclareceu que o registo dos animais já foi feito, sobretudo pelos caçadores proprietários de aproximadamente 500 cães de caça com o respectivo chip obrigatório por lei. Por outro lado, também muitos particulares já procederam ao registo dos seus cães. Contudo, a partir do momento em que esta infra-estrutura esteja em funcionamento a autarquia irá proceder à recolha dos animais errantes por forma a haver um tratamento e levantamento da situação.
Sobre a gestão do novo espaço, Roberto Silva avançou com algumas hipóteses, nomeadamente a de ser a própria autarquia a fazê-lo directamente. Já no que concerne ao espaço veterinário o autarca admite vir a celebrar um protocolo com o Governo Regional. «Se não for possível, vamos avançar dentro do quadro da câmara para abrir concurso para um veterinário a tempo inteiro».
Jornal da Madeira
Etiquetas:
A Nossa Terra,
Animais,
Porto Santo,
Projectos Madeira
terça-feira, 11 de agosto de 2009
Album do Funchal 23 (Parque Santa Catarina)
FullZoom
Etiquetas:
A Nossa Terra,
Animais,
Turismo Madeira,
TV,
Videos
segunda-feira, 27 de julho de 2009
Observar os pássaros já interessa a 600
Empreendedorismo
Data: 27-07-2009


Um hobby, uma ideia simples e o conhecimento necessário estiveram na base da constituição da Madeira Wind Birds. Juntou-se o prazer de dois dos fundadores com as habilitações e conhecimento, em gestão e planeamento em turismo, de Catarina Fagundes, uma das actuais sócias da empresa, a par de Hugo Romano.
"A ideia inicial sempre foi o eco-turismo, mais especificamente o 'birdwatching' de modo a atrair turistas à Madeira para a observação de aves, apesar de no início nos termos proposto também a outras actividades mas depressa chegámos à conclusão que mais vale sermos especializados e os melhores no que fazemos do que tentar fazer um pouco de tudo", destaca Catarina Fagundes.
Assumindo-se o empreendedorismo como o grande desafio de uma nova geração, a nossa entrevista reconhece: "Todos nós sonhámos em ser dono de algo e sermos patrões. No nosso caso a iniciativa surgiu do programa 'Empreendedores do Futuro', levado a efeito pela ACIF em 2003. O plano de negócios da Madeira Wind Birds foi um dos vencedores deste concurso e após a abertura da empresa em Fevereiro de 2004 é que o empreendedorismo foi realmente posto à prova".
Investindo numa área de negócio - 'birdwatching' - praticamente desconhecida em Portugal, os jovens empresários não hesitaram, pois como fazem questão de lembrar "a Madeira tem uma riqueza natural única e ainda não existia qualquer empresa de eco-turismo na região".
Embora existam sistemas de incentivos e entidades que aparentemente têm como missão apoiar ideias, de modo a torná-las em projectos empresariais, a verdade é que "a Madeira Wind Birds não recebeu qualquer tipo de apoio financeiro para o desenvolvimento da sua actividade". Deste modo, o financiamento da empresa foi sendo assegurado por capitais próprios e leasing.
Com uma posição no mercado sólida, a empresa madeirense é conhecida como a única empresa especializada em birdwatching na Madeira e a primeira a surgir como tal em Portugal. Segundo os seus sócios, "no circuito comercial oferecemos pacotes de birdwatching desenvolvidos em parceria com unidades hoteleira da região e os passeios diários para os turistas que já se encontram na Madeira.
O website da empresa (www.madeirabirds.com) é também um ponto de referência para os ornitólogos e birdwatchers internacionais". Os clientes são na sua grande maioria britânicos, mas os suecos, holandeses e dinamarqueses.
Sem necessidade de ter instalações físicas, pois a empresa é essencialmente virtual, uma vez que a grande maioria do seu negócio é tratado pela internet, Catarina Fagundes responde à curiosidade do jornalista - quanto facturou a empresa em 2008? - de uma forma lacónica: "O suficiente para nos mantermos no activo e investir em algum material óptico de maior qualidade". Deverão ser mais de seiscentos os clientes que esta pequena empresa leva a observar pássaros ou a conhecer melhor a flora da Madeira. Desertas e Selvagens são outros dos produtos vendidos, com sucesso.
Trabalhar fora da Madeira
A equipa da Madeira Wind Birds é hoje reconhecida como especializada na observação de aves na Madeira. E os seus sócios são hoje internacionalmente associados à observação de aves na Madeira, tanto em terra como no mar.
Recentemente Hugo Romano esteve a bordo de um cruzeiro científico que aportou as Selvagens, Desertas e Funchal. E foram aos Açores efectuar um levantame nto, a pedido, de um operador inglês.
Emprestam, também, a sua colaboração à Freira Conservation Project, tendo em vista a conservação da Freira da Madeira. Trabalhos árduos com cientistas que os jovens empresários estão sempre prontos a colaborar, não esquecendo "os ensinamentos do Dr. Zino e do doutor Biscoito, fundadores do Freira Conservation Project" não foram esquecidos, pois a Catarina e Hugo fazem, questão "de agradecer toda a colaboração e espírito de ajuda".
DN Madeira
Data: 27-07-2009


Um hobby, uma ideia simples e o conhecimento necessário estiveram na base da constituição da Madeira Wind Birds. Juntou-se o prazer de dois dos fundadores com as habilitações e conhecimento, em gestão e planeamento em turismo, de Catarina Fagundes, uma das actuais sócias da empresa, a par de Hugo Romano.
"A ideia inicial sempre foi o eco-turismo, mais especificamente o 'birdwatching' de modo a atrair turistas à Madeira para a observação de aves, apesar de no início nos termos proposto também a outras actividades mas depressa chegámos à conclusão que mais vale sermos especializados e os melhores no que fazemos do que tentar fazer um pouco de tudo", destaca Catarina Fagundes.
Assumindo-se o empreendedorismo como o grande desafio de uma nova geração, a nossa entrevista reconhece: "Todos nós sonhámos em ser dono de algo e sermos patrões. No nosso caso a iniciativa surgiu do programa 'Empreendedores do Futuro', levado a efeito pela ACIF em 2003. O plano de negócios da Madeira Wind Birds foi um dos vencedores deste concurso e após a abertura da empresa em Fevereiro de 2004 é que o empreendedorismo foi realmente posto à prova".
Investindo numa área de negócio - 'birdwatching' - praticamente desconhecida em Portugal, os jovens empresários não hesitaram, pois como fazem questão de lembrar "a Madeira tem uma riqueza natural única e ainda não existia qualquer empresa de eco-turismo na região".
Embora existam sistemas de incentivos e entidades que aparentemente têm como missão apoiar ideias, de modo a torná-las em projectos empresariais, a verdade é que "a Madeira Wind Birds não recebeu qualquer tipo de apoio financeiro para o desenvolvimento da sua actividade". Deste modo, o financiamento da empresa foi sendo assegurado por capitais próprios e leasing.
Com uma posição no mercado sólida, a empresa madeirense é conhecida como a única empresa especializada em birdwatching na Madeira e a primeira a surgir como tal em Portugal. Segundo os seus sócios, "no circuito comercial oferecemos pacotes de birdwatching desenvolvidos em parceria com unidades hoteleira da região e os passeios diários para os turistas que já se encontram na Madeira.
O website da empresa (www.madeirabirds.com) é também um ponto de referência para os ornitólogos e birdwatchers internacionais". Os clientes são na sua grande maioria britânicos, mas os suecos, holandeses e dinamarqueses.
Sem necessidade de ter instalações físicas, pois a empresa é essencialmente virtual, uma vez que a grande maioria do seu negócio é tratado pela internet, Catarina Fagundes responde à curiosidade do jornalista - quanto facturou a empresa em 2008? - de uma forma lacónica: "O suficiente para nos mantermos no activo e investir em algum material óptico de maior qualidade". Deverão ser mais de seiscentos os clientes que esta pequena empresa leva a observar pássaros ou a conhecer melhor a flora da Madeira. Desertas e Selvagens são outros dos produtos vendidos, com sucesso.
Trabalhar fora da Madeira
A equipa da Madeira Wind Birds é hoje reconhecida como especializada na observação de aves na Madeira. E os seus sócios são hoje internacionalmente associados à observação de aves na Madeira, tanto em terra como no mar.
Recentemente Hugo Romano esteve a bordo de um cruzeiro científico que aportou as Selvagens, Desertas e Funchal. E foram aos Açores efectuar um levantame nto, a pedido, de um operador inglês.
Emprestam, também, a sua colaboração à Freira Conservation Project, tendo em vista a conservação da Freira da Madeira. Trabalhos árduos com cientistas que os jovens empresários estão sempre prontos a colaborar, não esquecendo "os ensinamentos do Dr. Zino e do doutor Biscoito, fundadores do Freira Conservation Project" não foram esquecidos, pois a Catarina e Hugo fazem, questão "de agradecer toda a colaboração e espírito de ajuda".
DN Madeira
Etiquetas:
A Nossa Terra,
Ambiente,
Animais,
Economia Madeira
domingo, 19 de julho de 2009
Costa sul do Funchal com avistamentos extraordinários de baleias
Avistamento de cetáceos em alta na Região
Data: 19-07-2009

O número de cetáceos avistados na Região tem vindo a aumentar, e esta semana muitos turistas ficaram maravilhados com o facto de, numa só saída de mar, terem avistado várias baleias em grupo.
Tudo aconteceu na tarde da passada quinta-feira, quando cerca de 65 turistas, que navegavam a bordo do catamarã 'Sea Pleasure', da frota regional das actividades marítimo-turísticas, avistaram quatro baleias a nadar junto à costa. Carlos Silva, o skipper de serviço do catamarã, relatou ao DIÁRIO os avistamentos: "Navegávamos, ao largo da baía do Funchal, no decorrer de um circuito turístico, quando nos apercebemos de um grupo de cetáceos, entre o Lazareto e o Garajau, com, pelo menos, quatro baleias. Penso que estávamos a cerca de três milhas da costa, em frente ao Lazareto e depois de um primeiro avistamento do mencionado grupo, optámos por ficar na zona onde se encontravam duas baleias, uma adulta e uma cria, pois pareceram-nos as mais sociáveis". Já devidamente posicionados para os avistamentos, o inesperado aconteceu. "Foi de cortar a respiração. À nossa frente, a menos de 70 metros, a baleia adulta começou a saltar, uma situação que para gáudio de todos repetiu-se por sete vezes", acrescentou. Como sempre acontece nestas saídas de mar, os turistas sacam das suas câmaras fotográficas e/ou de filmar, na esperança de registarem os tais avistamentos. Não sei se algum dos 65 turistas conseguiu fotografar os saltos, pois, no caso, a maioria focou apenas a olhar, maravilhados, para os cetáceos", disse. Para saber mais sobre qual a espécie e características destas baleias, o DIÁRIO falou com Luís Freitas, director do Museu da Baleia da Madeira, que referiu: "trata-se da Baleia-tropical ou Baleia-de-bryde, também, conhecida na região como Finbeque. Atingem as 18 toneladas de peso e os 13 metros de comprimento". Frequentes nas nossas águas entre os meses de Maio a Novembro, são encontradas em áreas especialmente produtivas e podem ser observadas isoladamente ou em pares, formando com menor frequência grupos até sete animais. Quanto aos registos dessa espécie na Madeira, aquele responsável do Museu da Baleia acrescentou que "os mesmos remontam ao ano 2003, e desde então têm sido frequentes avistamentos nas nossas águas, sendo de salientar que esta espécie permanece na Região durante os sete meses atrás referidos", concluiu.
DN Madeira
Data: 19-07-2009

O número de cetáceos avistados na Região tem vindo a aumentar, e esta semana muitos turistas ficaram maravilhados com o facto de, numa só saída de mar, terem avistado várias baleias em grupo.
Tudo aconteceu na tarde da passada quinta-feira, quando cerca de 65 turistas, que navegavam a bordo do catamarã 'Sea Pleasure', da frota regional das actividades marítimo-turísticas, avistaram quatro baleias a nadar junto à costa. Carlos Silva, o skipper de serviço do catamarã, relatou ao DIÁRIO os avistamentos: "Navegávamos, ao largo da baía do Funchal, no decorrer de um circuito turístico, quando nos apercebemos de um grupo de cetáceos, entre o Lazareto e o Garajau, com, pelo menos, quatro baleias. Penso que estávamos a cerca de três milhas da costa, em frente ao Lazareto e depois de um primeiro avistamento do mencionado grupo, optámos por ficar na zona onde se encontravam duas baleias, uma adulta e uma cria, pois pareceram-nos as mais sociáveis". Já devidamente posicionados para os avistamentos, o inesperado aconteceu. "Foi de cortar a respiração. À nossa frente, a menos de 70 metros, a baleia adulta começou a saltar, uma situação que para gáudio de todos repetiu-se por sete vezes", acrescentou. Como sempre acontece nestas saídas de mar, os turistas sacam das suas câmaras fotográficas e/ou de filmar, na esperança de registarem os tais avistamentos. Não sei se algum dos 65 turistas conseguiu fotografar os saltos, pois, no caso, a maioria focou apenas a olhar, maravilhados, para os cetáceos", disse. Para saber mais sobre qual a espécie e características destas baleias, o DIÁRIO falou com Luís Freitas, director do Museu da Baleia da Madeira, que referiu: "trata-se da Baleia-tropical ou Baleia-de-bryde, também, conhecida na região como Finbeque. Atingem as 18 toneladas de peso e os 13 metros de comprimento". Frequentes nas nossas águas entre os meses de Maio a Novembro, são encontradas em áreas especialmente produtivas e podem ser observadas isoladamente ou em pares, formando com menor frequência grupos até sete animais. Quanto aos registos dessa espécie na Madeira, aquele responsável do Museu da Baleia acrescentou que "os mesmos remontam ao ano 2003, e desde então têm sido frequentes avistamentos nas nossas águas, sendo de salientar que esta espécie permanece na Região durante os sete meses atrás referidos", concluiu.
DN Madeira
Etiquetas:
Ambiente,
Animais,
Porto do Funchal,
Turismo Madeira
sábado, 18 de julho de 2009
Fotos da Feira do Gado no Porto Moniz
Se quiserem ver boas fotos da Feira do Gado do Porto Moniz que decorreu a semana passada
este site eu recomendo

http://www.nortemadeira.com/feiraportomoniz09/
este site eu recomendo

http://www.nortemadeira.com/feiraportomoniz09/
Etiquetas:
Agricultura,
Ambiente,
Animais,
Economia Madeira,
Eventos,
Tradiçao
sexta-feira, 10 de julho de 2009
“Promenade” e zoo marítimo (Ribeira Brava)
Ismael Fernandes quer revolucionar a frente-mar entre Ribeira Brava e Tabua, com uma “promenade”, zonas de lazer e radicais e um pequenos zoo marítimo, com focas e golfinhos.

É o grande sonho de Ismael Fernandes. A obra não faz parte do programa do Governo Regional, mas é considerada crucial, pelo presidente da Câmara Municipal da Ribeira Brava, para o futuro do município.
O investimento é colossal (várias dezenas de milhões de euros) mas, conforme enfatiza, não é para construir num mandato só. É uma obra para ser lançada ao longo de dois ou três mandatos governamentais.
O primeiro passo, sublinha, terá de ser, sempre, a consolidação da escarpa sobranceira à zona a intervir (entre a Ribeira Brava e a Tabua, ao longo de dois mil metros de extensão), ocupando parte da marginal que se encontra encerradas ao trânsito.
A obra, que não tem ainda data para avançar, prevê que aquela área seja alargada, ganhando, para isso, terreno ao mar.
A ideia passa por criar uma “promenade” entre a Ribeira Brava e a Tabua e, depois, estender esse mesmo passeio marítimo ao Lugar de Baixo.
O sonho” contempla ainda um pequeno porto de apoio às actividade náuticas, áreas e estacionamento e parque infantil e novos enrocamentos de protecção.
Mas, há mais: uma área para skate e patins, uma ciclo-via, uma zona de actividades radicais e um pequeno zoo marítimo, com focas e golfinhos.
Jornal da Madeira
Etiquetas:
Animais,
Projectos Madeira,
Turismo Madeira
Album da Madeira 23º (Aquário da Madeira)
Fica situado na Vila do Porto Moniz
FullZoom
FullZoom
Etiquetas:
A Nossa Terra,
Ambiente,
Animais,
Turismo Madeira,
TV,
Videos
terça-feira, 30 de junho de 2009
O Caranguejo Ferradura o animal de sangue Azul
No novo aquario do Porto o SeaLife tem lá uns quantos
Vejam como este animal é estranho
Foram encontrados fosseis com milhões de anos destes animais
Mais o que mais estranho e interesante neste animal é o seu sangue , que em vez de ser vermelho como estaria-se a espera é Azul( o que é um resultado da alta concentração de hemocianina cuprosa em vez de hemoglobina que daria a cor vermelha) e tem propiedades fabulosas e é carrismo um 1/4 de Litro custa 50 000 dolares .
Mais fiquem descançados os mais sensiveis , não é preciso matar o Bicho para retirar-lhe 1/3 do sangue que é a quantidade de sangue que tiram de cada vez
Vejam como este animal é estranho
Foram encontrados fosseis com milhões de anos destes animais
Mais o que mais estranho e interesante neste animal é o seu sangue , que em vez de ser vermelho como estaria-se a espera é Azul( o que é um resultado da alta concentração de hemocianina cuprosa em vez de hemoglobina que daria a cor vermelha) e tem propiedades fabulosas e é carrismo um 1/4 de Litro custa 50 000 dolares .
Mais fiquem descançados os mais sensiveis , não é preciso matar o Bicho para retirar-lhe 1/3 do sangue que é a quantidade de sangue que tiram de cada vez
terça-feira, 28 de abril de 2009
Subscrever:
Mensagens (Atom)
